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Amadeos I (Amadeos Humberto Jorge Paulo Constantino Helena Florencio Maria Zvonimiro), II Principe de Napolis, XXVI Duque de Saboia, e V Duque de Aosta, é o atual Rei da Italia. Amadeos nasceu em Florença como o unico filho do Rei Thomislau II da Croacia, e Eslovenia, IV Duque de Aosta, bisneto do Rei Vittorio Emanuele II; e da Princesa Irene da Grecia, e Dinamarca, Rainha Consorte da Croacia, e Eslovenia. Ascendeu ao throno, uma vez que todos os herdeiros do Rei Humberto II, e do Rei Vittorio Emanuele III renunciaram á successão, ou morreram antes de 1983. Em 22 de Julho de 1964, casou-se com Claudia de Orléans, Princesa Herdeira de jure da França, com quem teve Bianca de Saboia-Aosta, Princesa Real, e Condessa Consorte Arrivabene, Aimão de Savoia-Aosta, Principe do Piemonte, VI Duque de Aosta, e Principe-Regente da Italia, e Mafalda de Savoia-Aosta. Em 2005, teve um caso extra-conjugal com Kyara Ellinkhuizen, que lhe custou o throno, sendo substituido pelo seu filho como Principe-Regente. Desse caso, nasceu Genebra Maria Gabriella van Ellinkhuizen de Saboia-Aosta.

Biographia Editar

Nascimento Editar

Amadeos I é o unico filho de Irene da Grecia, e de Aimão de Saboia, IV duque de Aosta, e Rei da Croacia com o nome de Thomislau II, o seu tio era o homonimo heróe de Amba Alagi, também appelidado de "Duque de Ferro" (não confundir com o Duque de Caxias), e o seu avô era o "Duque Invicto", Emanuel Philisberto de Saboia-Aosta.

A queda de algumas bombas aliadas nos arredores de Florença, na Villa Cisterna, residencia florentina de Aimão de Saboia, e de sua molher Irene, provocou, em 27 de Setembro de 1943, o parto antecipado desta ultima. Após o nascimento, recebeu o titulo de Duque das Apulias.

Prisão Editar

Três semanas antes do nascimento de Amados, o Reino da Italia assignara o armisticio de Cassibile, cessando as hostilidades contra as forças inglezas, e estadunidenses no ambito da Segunda Guerra Mundial.

Em 26 de Julho de 1944, sobre ordem assignada pessoalmente por Heinrich Himmler, os nazistas deportaram o pequeno Amadeos para o campo de concentração austriaco de Hirschegg, perto de Graz, junto á mãi, Irene da Grecia, e ás primas Margarida, e Maria Christina, unica filha de seu tio Amadeos, III Duque de Aosta, e da Duquesa Anna de Orléans.

Il 26 luglio 1944, su ordine firmato personalmente da Heinrich Himmler, i nazisti deportarono il piccolo Amedeo nel campo di concentramento austriaco di Hirschegg, vicino Graz, insieme alla madre Irene di Grecia e alle cugine Margherita e Maria Cristina, uniche figlie di suo zio Amedeo, terzo duca d'Aosta, e della duchessa Anna d'Orléans.

Carmine Senise, também prisioneiro do campo de concentração de Hirschegg, recorda no seu jornal:

"Chegaram no fim de Julho as duas duquesas: Anna da França com as juvenissimas princesas Margarida, e Paria Christina, e Irene da Grecia, com um amor de bebê de oito mezes, o principezinho Amadeos. A brutalidade alemã não teve preocupação, nem pela tenra idade do menino, [...] nem pela nobreza das condutas pessoais das duas duquesas, do mesmo jeito que estavam em Florença, só para não abbandonar na hora do perigo a população entre a qual eram vistas. Sem humanidade, sem respeito pela classe, (os alemães) lhes fizeram prisioneiros accumulando-lhes no trattamento a qualquer outro internadi. O caso d'elles nos commove, soffremmos no coração e nos nossos sentimentos de italianos, mas a presença d'elles na tristeza do momento trouxe subito uma nnota de alta gentileza, e devia ser pois, pelos seus continuos attos de bondade, como um raio de sol"

"Chegaram no fim de Julho as duas duquesas: Anna da França com as juvenissimas princesas Margarida, e Paria Christina, e Irene da Grecia, com um amor de bebê de oito mezes, o principezinho Amadeos. A brutalidade alemã não teve preocupação, nem pela tenra idade do menino, [...] nem pela nobreza das condutas pessoais das duas duquesas, do mesmo jeito que estavam em Florença, só para não abbandonar na hora do perigo a população entre a qual eram vistas. Sem humanidade, sem respeito pela classe, (os alemães) lhes fizeram prisioneiros accumulando-lhes no trattamento a qualquer outro internadi. O caso d'elles nos commove, soffremmos no coração e nos nossos sentimentos de italianos, mas a presença d'elles na tristeza do momento trouxe subito uma nnota de alta gentileza, e devia ser pois, pelos seus continuos attos de bondade, como um raio de sol"
(Giulio Vignoli, O Soberano Desconhecido, Thomislau II Rei da Croacia, Mursia, pagina 149.)

Liberação, e retorno á Italia Editar

Hoje Editar

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