FANDOM


D. Augusto II
Imperador do Brasil
71af7376f07c831a29075a2556613d46--royal-families-uniform
Imperador do Brasil

Reinado         2005 até a atualidade

Coroação      10 de dezembro de 2005

Antecessor   D. Guilherme

Herdeiro        D. Luís Guilherme

Consorte       D. Ana de Iorque

Descendência

D. Luís Guilherme, Príncipe Imperial

Casa              Bragança

Nome completo

Augusto Lamoral Serafim de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Francisco Xavier de Paula Filipe Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Hanôver e Bourbon Bragança

Nascimento     13 de maio de 1979

Pai                    D. Guilherme do Brasil

Mãe                   D. Teresa Cristina Bourbon

Religião            Catolicismo

Augusto Serafim de Bragança (Petrópolis, 13 de maio de 1979) é o Imperador do Brasil desde de 2005. É o filho mais velho do imperador D. Guilherme e de sua esposa D. Teresa Cristina do Uruguai, tendo ascendido ao trono após a abdicação de seu pai por motivos de saúde. É casado desde dezembro de 2007 com D. Ana de Iorque, com quem tem um filho: seu herdeiro aparente, o príncipe D. Luís Guilherme, Príncipe Imperial.

O imperador guarda parentesco com antigas famílias reais da Europa, como os Saxe-Coburgo-Gotha, através de sua bisavô D. Vitória de Gales, com os Hanôver, através do avó, Jorge de Hanôver, com os Hohezollern, através de D. Cristina da Prússia, com os Habsburgo através da pentavô D. Maria Leopoldina da Áustria, mãe do imperador D. Pedro II, além de sua própria mãe D. Teresa Cristina do Uruguai, que descende da nobreza espanhola e francesa.

Infância e carreira militar Editar

Augusto nasceu em 13 de maio de 1979, às 18h35, no Hospital da Santa Ajuda, em Petrópolis, Rio de Janeiro. Foi batizado na Catedral de São Pedro de Alcântara, em 31 de agosto de 1979. Seus padrinhos foram o príncipe D. Eduardo, então Duque de Cabrália, e a Princesa Ana de Hanôver, sua tia-avó. Durante sua infância foi educado em São Cristóvão, bem como todos os príncipes e imperadores que o precederam. Cercado de livros e tutores, o jovem príncipe dedicava cerca de 10 horas por dia aos estudos convencionais, como gramática, literatura, história e matemática. Considerado um prodígio desde pequeno, o príncipe estudava seis línguas durante sua infância, demonstrando sempre grande facilidade com inglês, o francês e o alemão, que praticava com a tia D. Felipa Eugênia, esposa de D. Eduardo. Além dos idiomas, D. Augusto também mergulhava no estudo das Ciências Naturais e Exatas, suas grandes paixões, devorando vorazmente livros e artigos científicos de importantes físicos e matemáticos do mundo inteiro. Como todo príncipe brasileiro, D. Augusto seguia a risca rígidos protocolos que limitou sua infância a preparação para os deveres de estado, como as recorrentes visitas de senadores e estadistas no São Cristóvão. Recebia frequentemente aulas de etiqueta e dança, praticando junto da irmã e da prima, D. Maria Eugênia, além de equitação e esgrima, ensinado pelo próprio tio D. Eduardo.


Aos 15 anos, foi matriculado no Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro, onde cursaria o ensino médio e o preparatório para o vestibular, graduando-se em 1998. Em 2005, meses antes de ascender ao trono, o príncipe D. Augusto terminou os seus estudos em Economia na Universidade Magisterial da Bahia em Salvador. D. Augusto iniciou carreira militar aos 16 anos, como ordena a Constituição nos casos de membros da família real. Serviu no 1° Comando Naval do Rio de Janeiro durante três anos, até ser realocado para o Comando Naval de Camaçari, na Bahia, onde serviria até o fim da faculdade. O príncipe completou seus serviços militares no Batalhão de Brigada Marítima no Comando Naval Marquês de Tamandaré como tenente da Marinha Imperial Brasileira.

Ascensão ao trono Editar

D. Augusto ascendeu ao trono em 15 de setembro de 2005 após a abdicação do seu pai D. Guilherme, sendo coroado em 20 de dezembro do mesmo ano. A cerimônia foi acompanhada pela família real, representantes das esferas do executivo, legislativo e judiciário, entre outras personalidades, como presidentes do Mercosul (Argentina, Uruguai e Paraguai), o vice-presidente dos Estados Unidos Dick Cheney, e os príncipes William e André, Duque de Iorque, representando a rainha Elizabeth II.

Uma pesquisa realizada um mês depois de sua chegada ao trono anunciou que dois de cada três brasileiros têm uma percepção positiva do novo soberano, com um forte aumento na popularidade. 

Deveres reais Editar

D. Augusto II começou a exercer seus deveres reais aos 18 anos, após a descoberta do câncer de seu pai, D. Guilherme, em março de 1997. Serviu como regente em duas oportunidades. A primeira devido a internação urgente do imperador, ficando afrente da Junta Regencial formada pelos irmãos D. Carlota e D. Rafael, e pelo tio D. Eduardo. A junta foi dissolvida um ano depois com o retorno do imperador. A segunda oportunidade foi durante as semanas que antecederam a abdicação do imperador e sua morte, transferindo definitivamente a autoridade imperial para o príncipe. Como representante legal do imperador, atuou principalmente em eventos oficiais fora do Brasil, devido a impossibilidade de locomoção do pai para o exterior. Numa de suas viagens oficiais conheceu a princesa Ana de Iorque, com quem estabeleceu noivado meses depois.


Como imperador os deveres reais não se resumem apenas a visitas e eventos oficiais, mas como também uma frequente fiscalização dos negócios do estado e do governo frente as ações dos representantes eleitos. Desde o início de seu reinado, em 2005, D. Augusto II já indicou dois nomes para cargo de primeiro-ministro, sendo o mais atual Antônio Fernando Henrique, do Partido Trabalhista, no cargo desde 2016. Como chefe de estado, o imperador recebe um relatório mensal de despesas da Coroa das mãos do primeiro-ministro, com quem se reúne com a mesma frequência no Palácio da Guanabara. Costuma receber também líderes dos partidos da Fidelíssima Oposição para tratar de votações de projetos importantes para o Governo, garantindo o andamento dos trabalhos nas casas. Além da fiscalização, o monarca é responsável por sancionar leis aprovadas pelo Parlamento, e por ratificar os gastos anuais e os planos orçamentários, que são enviados para o Tribunal de Contas do Império após apreciação imperial.

Casamento e filhos Editar

Em novembro de 2004, em visita oficial ao Reino Unido, o príncipe conheceu a jovem Ane de Iorque, filha de André, Duque de Iorque e neta mais velha da rainha Elizabeth II. Em agosto de 2005, pouco antes da abdicação do imperador D. Guilherme, a Casa Imperial confirmou a relação entre D. Augusto e Ana de Iorque durante uma Coletiva de Imprensa no palácio. Com o advento da coroação do imperador as notícias de um suposto noivado foram deixados de lado, sendo resgatado apenas no ano seguinte. Em 27 de junho de 2006, a Casa Imperial anunciou o compromisso matrimonial de D. Augusto com a princesa Ana e o casamento foi, posteriormente, marcado para o dia 16 de dezembro de 2007. Depois do noivado se tornar público, Ana começou, aos poucos, a participar de eventos importantes da família imperial, como o batizado da princesa Sofia, filha de D. Carlota e Felipe da Espanha.


Em 15 de outubro de 2016 a Casa Imperial anunciou que o Imperador e sua esposa esperavam o primeiro filho. No dia 19 de julho de 2017, D. Ana deu à luz às 18h25, no hospital de Santa Marta, em São Paulo. O menino nasceu com 3,595 Kg, e medindo 49 cm. Em 21 de julho, dois dias após o nascimento, foi anunciado o nome do bebê: Luís Guilherme de Bragança. Em 13 de março deste ano, a Casa Imperial anunciou oficialmente que a imperatriz espera o segundo filho do casal.

Títulos, estilos, honras e armas Editar

Estilo de Tratamento de

D. Augusto II do Brasil

Armas do Imperador
Estilo                                              Sua Majestade
Tratamento direto                        Vossa Majestade
Estilo alternativo                           Sua Majestade Sereníssima

  

Títulos e estilos Editar

  • 13 de maio de 1979 – 11 de dezembro de 2002: "Sua Alteza Imperial, D. Augusto Serafim de Bragança, Príncipe do Brasil"
  • 11 de dezembro de 2002 – 20 de novembro de 2005: "Sua Alteza Sereníssima, D. Augusto, Príncipe Imperial"
  • 20 de novembro de 2005 – presente: "Sua Majestade, o Imperador"

O título oficial utilizado pelo imperador: "S.M, O Imperador D. Augusto II, Pela Graça de Deus e Unânime Aclamação dos Povos, Imperador Constitucional, e Defensor Perpétuo dos Brasileiros".

Condecorações Editar

Brasil Editar

Na sua qualidade de imperador, D. Augusto é grão-mestre das seguintes ordens:

  • Nobilíssima Ordem Imperial dos Cavaleiros da Rosa
  • Imperial Ordem do Cruzeiro
  • Ilustríssima Ordem Imperial de Nosso Senhor Jesus Cristo
  • Ordem Imperial de Pedro Primeiro
  • Ordem Imperial da Liberdade
  • Ordem Nacional do Mérito Acadêmico

Internacionais Editar

Ordens de Estados Soberanos
1998
MEXICO
México Cavaleiro Grã-Cruz da Ordem da Águia Asteca
2001
FRANÇA - Cópia
Espanha Cavaleiro Grã-Cruz da Ordem do Tosão de Ouro
2004
URUGUAY
Uruguai Cavaleiro Grã-Cruz da Ordem do Príncipe Henrique I
2007
FRANÇA
França Cavaleiro Grã-Cruz da Ordem da Legião de Honra
2008 Reino do N'dongo Cavaleiro Grã-Cruz da Ordem da Rainha Ana
2009
JARRETEIRA
Reino Unido Cavaleiro Estrangeiro da Ordem da Jarreteira
2009
PORTUGAL1
Portugal Cavaleiro Grã-Cruz da Ordem Militar de Torre e Espada
2009
PORTUGAL2
Portugal Cavaleiro Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada
2014
ITALIA
Itália Cavaleiro Grã-Cruz da Ordem do Mérito da Republica Italiana
2017
ALEWANHA
Alemanha Cavaleiro Grã-Cruz da Ordem do Mérito da Alemanha
2019
JAPAO
Japão Cavaleiro Grã-Cruz da Ordem do Crisântemo

Armas Editar

O conteúdo da comunidade está disponível sob CC-BY-SA salvo indicação em contrário.