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O intento do golpe militar do dia 31 de março de 1964 fracassa. O exército norte-americano, que estava a vir para o auxílio do golpe, é destruído por militantes quando chega. João Goulart renuncia seu mandato e Ranieri Mazzilli assume.

Folha1964

Folha de São Paulo falando da explosão na Madrugada de 1º de abril.

Ponto de DivergênciaEditar

Na madrugada do dia 1º de abril de 1964, os militares iam pela estrada rumo ao Rio de Janeiro e a São Paulo. Porém, aparece um caminhão da Esso, que levava combustível destinado a São Paulo. O motorista que dirigia o caminhão perde o controle, entrando na contramão e tombando o veículo. O combustível vaza e causa uma explosão que mata os golpistas.

Renúncia de João GoulartEditar

Após o acontecimento, o presidente João Goulart, com medo de um novo golpe, declara ao público a sua renúncia. O mandato fica com Ranieri Mazzilli até as eleições de 1965.

Fatos divergentesEditar

  • As eleições de 1965 ocorrem de forma democrática.
  • A hidroelétrica de Itaipu é mais extensa.
  • A Operação Condor (ou Carcajá) não ocorre no Brasil.
  • As relações diplomáticas do Brasil com os Estados Unidos seriam piores.
  • Conflitos regionais, como uma Guerra contra a Argentina.
  • Não seria criado o Estado do Tocantins. No lugar, criar-se-ia o Estado de Iguaçu, que cobriria o leste do Paraná e de Santa Catarina.
  • A Constituição de 1967, 1969 e 1988 não existiria. No lugar, haveria a Constituição de 2002.
  • O PMDB e o PSDB seriam um único partido, o MSDB.
  • Os maiores partidos políticos seriam o PTB, MSDB e o PSD.
  • O Plano Real do FHC não existiria. No lugar haveria o Plano Cruzeiro.
  • A Reforma Agrária seria aprovada no governo de Leonel Brizola.
  • A economia brasileira seria mais desenvolvida, chegando a ser uma das cinco maiores.
  • O Brasil teria diversos ganhadores de prêmios Nobel, dentre eles dois ganhadores do Nobel da paz com Dom Hélder Câmara (1970) e João Goulart (1983).

Militantes de Rio-SantosEditar

Após vários militantes saberem da ocorrência de tentativa de Golpe Militar e da desembarcação dos americanos no Brasil, muitos estavam esperando os desembarques ocorrerem nos Portos de Santos e do Rio de Janeiro. Após chegarem, houve a destruição de submarinos e barcos da Marinha dos Estados Unidos.

Nobel da PazEditar

Em 1970, na LTO, Dom Hélder Câmara poderia ter ganho o prêmio Nobel da Paz se não fosse o governo Médici. João Goulart (no BSGM) foi um grande defensor da população no Brasil e senador de 1980 a 1985.

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