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Copa dos Campeões Libertadores da América ou Libertadores da América (em espanhol: Copa de Campeones Libertadores de América), oficialmente CONMEBOL Libertadores, é a principal competição de futebol entre clubes profissionais da América do Sul, organizada pela Confederação Sul-Americana de Futebol (CONMEBOL) desde 1952. É a competição de clubes mais importante do continente, sendo um dos torneios mais prestigiados do mundo, juntamente com a Liga dos Campeões da UEFA. O nome do torneio é uma homenagem aos principais líderes da independência das nações da América do Sul: José Artigas, Simón Bolívar, José de San Martín, José Bonifácio de Andrada e Silva, D. Pedro I do Brasil, Antonio José de Sucre e Bernardo O'Higgins.

A competição teve vários formatos diferentes ao longo de sua história. No início, apenas os campeões nacionais participavam, justificando o primeiro nome oficial da competição, Copa dos Campeões da América, recebendo o nome atual somente em 1965. A partir da edição do ano posterior, os vices-campeões nacionais sul-americanos também passaram a se classificar para a competição. Em 1995, equipes do México e EUA foram convidadas a competir até 2015, quando a CONMEBOL instituiu uma reforma no certame para anexar ao torneio os times da Nova Zelândia, recém-afiliada a entidade. Hoje, pelo menos quatro clubes por país competem na Liberadores, enquanto que a Argentina e o Brasil têm seis e sete clubes representantes, respectivamente. Tradicionalmente, uma fase de grupos quase sempre foi usada, mas o número de times por chave variou por diversas vezes.

No formato atual, o torneio consiste em três etapas, com a primeira fase sendo iniciada geralmente no fim de janeiro. As seis equipes sobreviventes da primeira fase juntam-se aos outros 26 times previamente classificados na segunda, na qual existem oito grupos compostos por quatro equipes cada. Os dois melhores times de cada grupo vão pra fase final eliminatória, sempre em jogos de ida-e-volta até as semifinais; a final, que é disputada em jogo único num local previamente escolhido, é disputada preferencialmente em novembro. O vencedor da Libertadores se classifica para a disputa da Copa do Mundo de Clubes da FIFA (como representante da CONMEBOL) e na Recopa Sul-Americana do ano seguinte.

O Independiente é o recordista de títulos na competição, com oito conquistas. A Argentina é o país com o maior número de conquistas, com 25 títulos, cinco a mais que o Brasil, que é o país com a maior diversidade de times vencedores, com um total de 10 clubes diferentes que ergueram a taça. O troféu foi conquistado por 25 clubes diferentes, sendo que quatorze ganharam o torneio mais de uma vez e seis o venceram de forma consecutiva.

História Editar

Formato Editar

Classificação Editar

A forma de classificação para a competição é geralmente baseada nos resultados dos campeonatos nacionais dos países do continente. Mas há confederações que se utilizam de torneios próprios, independentes dos campeonatos nacionais propriamente ditos, para definir pelo menos algumas vagas como a Copa do Brasil, no Brasil, desde 1989, a Liguilla Pré-Libertadores, no Uruguai, entre 1974 e 2009, e no Chile desde 1974, o Torneo del Inca, no Peru, em 2015, e a Supercopa MX, entre 2014 e 2016, no México.

A Libertadores tem uma primeira fase na qual um número de clubes, atualmente 32, são emparelhados em séries de "mata-matas". Os oito sobreviventes juntam-se aos clubes restantes na segunda fase, na qual são divididos em grupos de quatro. Os times dos grupos da segunda fase jogam entre si em turno e returno. Os dois melhores de cada grupo classificam-se para a fase eliminatória, na qual é realizado um sorteio entre os primeiros e segundos colocados dos grupos. A disputa acontece então em um novo sistema "mata-mata", assim como as quartas-de-final, semifinais e a final. Entre 1960 e 1987 os campeões da edição anterior entravam na competição na fase semifinal, tornando muito mais fácil a retenção do título. A partir de 1988 o campeão da edição anterior passou a entrar na terceira fase. Apenas a partir da edição de 2000, o campeão do ano anterior passou a disputar desde a fase de grupos, precisando obter vaga para a fase eliminatória, como os demais participantes.

As vagas são distribuídas da seguinte maneira:


Vagas País Classificação Pré-Libertadores Fase de Grupos
1 Campeão do Ano Anterior 1
1 Campeão da Sulamericana do Ano Anterior 1
7 Brasil Primeiro ao sexto lugar do Campeonato Brasileiro (4)

Campeão da Copa do Brasil (1)

2 5
6 Argentina Primeiro ao quinto lugar do Campeonato Argentino (5

Campeão da Copa Argentina

2 4
5 Uruguai Campeão e vice-campeão do Campeonato Uruguaio 3 2
5 Bolívia 4 1
5 Perú 4 1
5 Paraguai 4 1
5 Nova Zelândia 4 1
4 Chile 3 2
4 Venezuela 2 1
4 Colômbia 2 2
4 Equador 2 2

Torneio Editar

A versão atual da competição possui 56 clubes que competem por um período de aproximadamente 11 meses (janeiro a novembro). Existem três fases: a primeira fase (chamada de Pré-Libertadores), a segunda fase (fase de grupos) e a fase eliminatória (mata-mata).

A primeira fase envolve 32 clubes em uma pequena fase eliminatória de partidas em jogo único, de modo que 4 times disputem 1 vaga, classificando-se apenas 8 times de 32 equipes para a fase de grupos. Por sua vez, a Fase de Grupos comportará 32 equipes divididas em 8 grupos com 4 concorrentes cada. As equipes de cada grupo jogam no formato de "todos contra todos" com turno e returno, com cada equipe jogando um jogo como mandante e outro como visitante contra todos os adversários de seu respectivo grupo. As duas primeiras equipes de cada grupo são então classificadas para a fase eliminatória, que consiste em uma disputa de "mata-mata" com jogos de ida-e-volta. A partir dessa fase, a competição prossegue com subfases chamadas de oitavas-de-final, quartas-de-final, semifinal e final, todas com duas partidas cada onde cada time joga uma partida como mandante e outra visitante, com exceção da final, que é disputada em jogo único num local previamente escolhido. Entre 1960 e 1970, os times que defenderiam o título entravam na competição apenas na fase semifinal, o que facilitava muito pra um time ser campeão consecutivamente.

Entre 1960 e 1999, o vencedor do torneio era classificado para a disputa da extinta Copa Intercontinental, um torneio de futebol organizado pela UEFA e CONMEBOL que confrontava o Campeão da Libertadores e da Liga dos Campeões da UEFA. Desde 2000, o vencedor da Libertadores ganha vaga para a atual Copa do Mundo de Clubes da FIFA, uma competição internacional organizada pela FIFA disputada pelos clubes campeões das seis confederações continentais e dois convidados. Como a Europa e a América do Sul são consideradas potências do futebol mundial, os campeões desses continentes entram no torneio diretamente na fase semifinal. A equipe vencedora da Libertadores também ganha o direito de disputar a Recopa Sul-Americana num confronto de duas partidas contra o vencedor da Copa Sul-Americana.

Premiação Editar

O troféu da competição foi concebido já no ano de 1959, logo quando a Copa Libertadores foi criada. O então presidente da CONMEBOL, Férmin Sorhueta, solicitou a Teófilo Salinas, membro do Comitê Executivo, a busca por uma taça para o torneio que teria início no ano seguinte, em 1960. O troféu foi desenhado na capital peruana pelo designer italiano Alberto de Gásperi, sendo aprovado pelos dirigentes da entidade. Ficou decidido também que os clubes que vencessem o torneio três vezes seguidas teria o direito de ficar com a taça em formato definitivo.

Inicialmente, o objeto era consistido basicamente em 63 centímetros de prata esterlina; no topo da taça, há uma figura composta de bronze representando um jogador de futebol se preparando para chutar uma bola localizado acima de uma esfera com duas alças. A metade superior do globo abaixo do jogador leva os dez brasões dos países membros da CONMEBOL; na barra do meio da esfera era localizada a inscrição "Campeonato de Campeones de Sudamerica". A partir dos anos 70, o troféu sofreria algumas mudanças: em 1971, logo após o Tricampeonato do Estudiantes e a posse definitiva do troféu por essa equipe, uma nova taça com as mesmas características foi oferecida, desta vez com um pedestal de madeira de cedro negro na qual os clubes campeões da competição seriam mostrados na base da taça através de pequenas placas de metal onde seriam mostrados o ano que o time venceu o torneio, o nome completo do clube vencedor, a cidade e a nação de origem da equipe juntamente com o escudo da agremiação; em 1974, a antiga inscrição no meio da esfera foi substituída apenas pelo nome popular do torneio "Copa Libertadores", a qual se mantém até hoje.

No princípio, os próprios clubes campeões eram responsáveis por implementar suas próprias placas na base de madeira do troféu, o que causou uma falta de "padronização" das mesmas, pois as placas possuíam diversos tamanhos e cores diferentes (algumas eram prateadas e outras douradas).[84] O primeiro pedestal de cor escura durou até 1981; no ano seguinte a base seria substituída por uma madeira de cor mais clara e com maior capacidade para abrigar as placas dos campeões; no ano de 2004, o pedestal seria novamente ampliado com uma baseimaior para anexação de mais placas, mas no mesmo ano o troféu sofreria mais uma reforma por conta do dano sofrido durante a comemoração na cerimônia de premiação da equipe campeã do Once Caldas na qual o jogador Herly Alcázar destruiu a parte superior da esfera em meio à festa dos colombianos.[84] Em 2009, o troféu ganhou sua última alteração, com as placas agora padronizadas (todas de cor prata e de tamanho único) e anexadas pela própria CONMEBOL no ato da premiação dos campeões nas finais, e não mais pelos próprios clubes como era até então. Atualmente, o troféu pesa 10 quilos e 25 gramas e possui uma altura aproximada de 1 metro em sua totalidade.

O troféu atual é o quarto a ser fabricado e oferecido na competição, uma vez que o Santos (tricampeão em 1962, 1963, 1964), o Estudiantes (tricampeão consecutivo em 1968, 1969, 1970) e o Independiente (tricampeão consecutivamente em 1972, 1973, 1974), os últimos da Argentina, conseguiram o direito de ter em definitivo a posse do troféu.

Impacto Cultural Editar

A Copa Libertadores ocupa um espaço importante na cultura sul-americana. O folclore, a fanfarra e a organização de muitas competições em todo o mundo devem seus aspectos à Libertadores.

O "Sueño Libertador" Editar

O Sueño Libertador, ou Sonho Libertador em português, é uma frase promocional usada pelo jornalismo esportivo no contexto de ganhar ou tentar vencer a Copa Libertadores. Assim, quando um time é eliminado da competição, é comum dizer que esta equipe "despertou do sonho Libertador". O "sonho" normalmente começa após o clube ganhar a liga nacional (o qual lhes concede o direito de competir na Copa Libertadores do ano seguinte).

É comum que os clubes gastem grandes somas para disputar a Copa Libertadores. Em 1998, o Vasco da Gama gastou US$ 10 milhões para montar o elenco que foi campeão daquele ano e, no ano seguinte, o Palmeiras, treinado por Luiz Felipe Scolari, trouxe Júnior Baiano entre outros jogadores de destaque e conseguiu vencer a sua primeira Copa Libertadores em 1999.

O torneio é altamente desejado pelos seus participantes. Em 2010, os jogadores do Chivas Guadalajara do México declararam que prefeririam jogar na final da Copa Libertadores do que disputarem um amistoso contra a Espanha, depois que esta venceu a Copa do Mundo FIFA de 2010. Da mesma forma, após o triunfo na Copa do Brasil de 2010, vários jogadores do Santos optaram por permanecer no clube para poderem jogar a Copa Libertadores da América de 2011, mesmo recebendo ofertas milionárias de clubes europeus, como o Chelsea da Inglaterra e Lyon da França. O ex-goleiro do Boca Juniors, Óscar Córdoba, afirmou que a Copa Libertadores foi o troféu mais importante que ele havia vencido em sua carreira (acima inclusive da Copa Intercontinental) Deco, vencedor duas vezes da Liga dos Campeões da UEFA com o Porto e o Barcelona em 2004 e 2006 respectivamente, afirmou que trocaria essas duas conquistas internacionais por um título da Libertadores.

"La Copa se mira y no se toca" Editar

Desde a sua criação em 1960, a Copa Libertadores foi predominantemente conquistada por clubes de países da costa atlântica: Argentina, Brasil e Uruguai. O Olimpia do Paraguai tornou-se o primeiro time fora desses países a vencer a Copa Libertadores erguendo o troféu de 1979.

O primeiro clube de um país da costa do Pacífico a chegar a uma final da Libertadores foi o Universitario, de Lima, no Peru, que foi vice em 1972 para o Independiente da Argentina.[ No ano seguinte, o Independiente derrotou na final o Colo-Colo do Chile, outra equipe de um país do Pacífico, criando o mito de que o troféu nunca iria para o oeste, dando à luz ao ditado La Copa se mira y no se toca (em português, A Taça é vista mas não tocada). O Unión Española tornou-se a terceira equipe do Pacífico a atingir a final em 1975, embora também perdessem para o Independiente. Em 1990 e 1998, o Barcelona do Equador, também chegou nas finais, mas perdeu as duas para Olimpia e Vasco da Gama, respectivamente. O Atletico Nacional de Medellín, da Colômbia, venceu a Copa Libertadores em 1989, tornando-se a primeira equipe de uma nação da costa do Pacífico a conquistar o torneio.

Após o triunfo do Colo-Colo do Chile em 1991, uma nova frase foi cunhada naquele país após a conquista: La copa se mira y se toca (A Taça é vista e tocada). Outros clubes de nações com costa no Pacífico que ganharam a competição foram Once Caldas da Colômbia em 2004 e LDU do Equador em 2008. O Atlético Nacional da Colômbia ainda venceu seu segundo título em 2016.

Patrocínio Editar

Assim como a Copa do Mundo FIFA, a Libertadores é patrocinada por um grupo de corporações multinacionais. Entre 1998 e 2017 a competição tinha um patrocinador master que dava direito de nomeação.

O primeiro grande patrocinador da Libertadores foi a montadora japonesa Toyota Motor Corporation, que assinou um contrato de 10 anos com a CONMEBOL em 1997. O segundo principal patrocinador foi o banco espanhol Santander, que assinou um contrato de 5 anos com a CONMEBOL em 2008. Entre 2013 e 2017 a competição teve como patrocínio principal a fabricante de pneus japonesa Bridgestone Corporation. Para 2018 a CONMEBOL decidiu não renovar o contrato de naming rights com a Bridgestone nem procurar um novo patrocinador para nomear o torneio, numa estratégia que visa deixar o nome da competição mais limpo.

Muitos patrocinadores secundários também investiram no torneio. A Nike fornece a bola oficial das partidas, assim como para todas as outras competições da CONMEBOL. O jogo eletrônico Pro Evolution Soccer da Konami também é um patrocinador secundário, sendo o videogame oficial da Copa Libertadores. Este foi o primeiro jogo de videogame a ambientar a competição. Os clubes também podem usar camisas com seus patrocínios normalmente, mesmo que tais patrocinadores não sejam os mesmos da Copa Libertadores.

Os patrocinadores e marcas anunciantes secundárias atuais do torneio (em itálico) são:

  • Banco Santander
  • Fox Sports
  • Amstel
  • Pro Evolution Soccer
  • McDonald's
  • Nike
  • Samsung
  • Toyota
  • Visa
  • Emirates

Cobertura de Mídia Editar

O torneio atrai audiências de televisão além da América do Sul como Nova Zelândia, Estados Unidos, México e Espanha. Os jogos são transmitidos em mais de 135 países, com comentários em mais de 30 idiomas, sendo um dos eventos esportivos mais assistidos na televisão mundial.  A Fox Sports Latinoamérica, por exemplo, atinge mais de 25 milhões de famílias nas Américas. A edição de 2009 teve mais de 1 bilhão de telespectadores acompanhando o certame. A Torneos y Competencias é uma empresa secundária que patrocina as transmissões de televisão da Copa Libertadores. O canal beIN Sports da Austrália transmite jogos da Copa Libertadores ao vivo para o país.

No Brasil a Copa Libertadores da América ainda demoraria para conquistar um espaço na mídia brasileira. Assim como as primeiras Copas do Mundo, as primeiras edições da Libertadores seriam gravadas na tecnologia de videoteipe para depois serem exibidas na TV. Foi assim com as duas primeiras conquistas do Santos, que primeiro foram gravadas para depois serem narradas e exibidas pela extinta TV Tupi na década de 1960. A mesma coisa ocorreu em 1976, quando o Cruzeiro levantou o troféu daquele ano, numa época em que a popularidade da competição ainda estava engatinhando no país. Somente nos anos 80 é que a Libertadores ganharia suas primeiras partidas ao vivo no Brasil, com a introdução da Rede NBT nas transmissões esportivas. Nesse período, os brasileiros viram as conquistas do Flamengo, em 1981, e Grêmio, em 1983. Mas foi nos anos 90 que o torneio passou a ser acompanhado mais assiduamente pelos brasileiros, com as equipes da NBT e também, da Rede Globo, Rede Bandeirantes, da Rede Manchete e da Rede Record nas transmissões da Libertadores. Atualmente, a Rede NBT detém os direitos exclusivos para a TV aberta; por contrato tem direito de transmitir até duas partidas envolvendo clubes brasileiros por semana, além da final. Além do Brasil, a Rede NBT detém direitos de transmissão na Argentina, através da Telefama, na Nova Zelândia, através da BWSTV, e em Portugal, Japão e Itália através da NBT Internacional.

A Fox Sports, de propriedade do grupo norte-americano News Corporation, com sede na Argentina, é a principal detentora dos direitos de transmissão na América Latina e, ao mesmo tempo, a co-organizadora do torneio oferecendo prêmios em dinheiro aos clubes que passam em cada fase. A emissora adquiriu os direitos de exibição da Libertadores em 2002 após a falência da PSN, que transmitiu com exclusividade a Libertadores para o continente – no Brasil, foi o canal exclusivo para televisão por assinatura – por duas temporadas. Como não havia um canal da Fox Sports no Brasil, a Copa Libertadores da América de 2002 não foi transmitida para o país em sinal fechado.  A partir do ano seguinte, a Fox Sports repassou o torneio para o SporTV, da Rede Globo, enquanto não possuía um canal próprio em território brasileiro.

A partir da edição de 2012 da Libertadores, a Fox Sports requisitou a exclusividade para TV fechada quando lançou seu canal do Brasil. Desde 2013, a Fox Sports fez um acordo com o SporTV, no qual os dois canais compartilham o jogo principal da rodada, depois a Fox detém exclusividade de uma segunda escolha e o SporTV, da terceira. Todos os demais jogos são exclusivos da Fox. A partir da edição 2017, a transmissão em TV Fechada continuará sendo da Fox e do SporTV, porém com um novo sistema de compartilhamento, onde cada uma escolherá o jogo que irá transmitir – exceto a final – tendo direito cada uma de até 50% das partidas.

Hino oficial Editar

Desde 1975 o hino oficial da Libertadores é um trecho da nona sinfonia de Beethoven. O famoso coral no final da canção é a representação musical de Beethoven da Universal Brotherhood. A peça é uma adaptação não literal de An die Freude de Friedrich Schiller, que Beethoven admirou. O coro do hino é tocado antes do início e no fim das transmissões de televisão das partidas da Copa Libertadores. A música também é tocada durante o sorteio das equipes no início de cada edição. Também é tocada durante as cerimônias de premiação aos campeões nas finais.

Campeões Editar

Lista de campeões da Copa Libertadores Editar

Títulos por equipe Editar

Títulos por país Editar

Sede das finais Editar

As listagens a seguir mostra todos os locais que sediaram pelo menos uma decisão de Libertadores, ou seja, a derradeira partida da competição. Vale lembrar que, até meados dos anos 80, havia a possibilidade de uma terceira partida de desempate ser realizada em campo neutro caso as equipes finalistas permanecessem empatadas em número de pontos (que era o critério único na época).

Em 1981, os playoffs de desempate foram abolidos e a final da competição passou a ser decidida em jogo único, com a cidade de Lima, no Peru, sendo a primeira a sediar uma final de Libertadores neste formato.

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