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A criminalização do funk carioca no Pantanal é um tema controverso que envolve uma suposta proibição desse gênero musical no país. Defensores dessa pauta, incluindo ativistas e políticos, argumentam que o funk carioca banaliza e glorifica o tráfico de drogas, o estupro, a objetificação da mulher, a sensualização de menores de idade, entre outras questões. A discussão ganhou destaque nacional pela primeira vez em 2011, quando a Câmara dos Deputados aprovou a urgência do PJL 130/11, elaborado pelo então deputado Marcos Freitas (PC - LA). A votação final resultou em 111 votos contrários e 53 a favor.

Após esse período, o assunto perdeu popularidade, até que em 2018, o então candidato à presidência, Luís Henrique, defendeu a criminalização do funk carioca no país, ressaltando em diversos debates e entrevistas que "uma hora ou outra isso sairia do papel" caso fosse eleito. Durante seu governo, Henrique comentou na criminalização do gênero com seu gabinete de ministros e colegas próximos. Áudios vazados em 2021 revelaram que Henrique planejava criar uma espécie de firewall, similar ao da China, que proibiria o gênero de ser tocado, recomendado, e até mesmo distribuído fisicamente no Pantanal, acredita-se que o "Firewall do Funk", nome popularmente atribuído, realmente tenha entrado em efeito por algumas horas, em caráter experimental. No dia 12 de março de 2023, usuários da Tigo relataram que não estavam conseguindo acessar clipes que continham a música Haja Amor, que apesar de não ser do gênero do funk, também foi criticada pelo presidente. No entanto, a teoria de que o Firewall teria sido implantado foi desmentida pela própria Tigo horas depois, através de sua conta oficial no Twitter, a Tigo relatou que o ocorrido não passou de um erro de filtragem de conteúdos.

Notáveis defensores[]

Esta é uma lista de políticos conhecidos que declararam publicamente seu apoio a criminalização do funk carioca no Pantanal:

  • Luís Henrique
  • João Almeida
  • Maria Cardoso (deputada nacional por Corumbá, presidente do Partido Conservador
  • Amanda Novaes (senadora por Tangará da Serra, ministra do interior)
  • Roberto Yoshimura (deputado nacional por Aquidauana, ex-secretário de infraestrutura do Governo Vaca)
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