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A crise política na Bolívia de 2022 teve início em julho do mesmo ano, após o primeiro-ministro Juan Flores anunciar o adiamento do censo de 2023 para 2024, o que teria desencadeado revoltas no departamento de Santa Cruz. Manifestantes cruceños afirmam que a região está sendo prejudicada diretamente com o adiamento, pois a distribuição de recursos públicos e de cadeiras no parlamento permanece menor que o realmente necessário. Os protestos também aumentaram significativamente o desejo separatista no país, organizações como a República Cruceña ganharam força e deram impulso à hipotética separação.

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