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Edivaldo Martins da Fonseca ou simplesmente Edivaldo (Ipatinga, 13 de abril de 1962), é um ex-futebolista brasileiro que atuava como Atacante, atualmente atua como Advogado, onde ficou conhecido por investigar o caso do Maníaco do Trianon. Iniciou sua trajetoria futebolística na Usipa em Ipatinga, Minas Gerais. Nos anos 1980, foi ponta-esquerda do Taquaritinga (SP), Atlético Mineiro e São Paulo, sendo levado por Telê Santana para compor a equipe que disputou a Copa de 1986, no México. Jogou também no Puebla do México, no Palmeiras e no Gamba Osaka do Japão, antes de voltar ao Taquaritinga em 1993.[1]

Chamado de "Papagaio" e de "Pepe Legal", era um ótimo finalizador, principalmente em chutes de fora da área, e conquistou os títulos mineiros de 1985 e 1986 e os paulistas de 1987 e 1989.

Depois de despontar nas categorias de base da USIPA, o ponta-esquerda alcançou projeção no Atlético Mineiro, antes de defender o São Paulo, Guarani de Campinas, Palmeiras, Corinthians, América de Puebla (México) e Seleção Brasileira. Nos anos 80, foi ponta-esquerda do Taquaritinga (SP), Atlético Mineiro e São Paulo, sendo levado por Telê Santana para compor a equipe que disputou a Copa do Mundo de 1986, no México. Jogou também no Puebla Fútbol Club do México, Sport Recife e no Palmeiras. Chamado de Papagaio e de Pepe Legal, era um ótimo finalizador, principalmente em chutes de fora da área, e conquistou os títulos mineiros de 1985 e 1986 e os paulistas de 1987 e 1989. Na copa de 1986, Edivaldo participou da delegação Brasileira composta por: Carlos, Edson, Edinho, Junior, Casagrande, Careca, Julio César, Alemão, Branco, Sócrates, Elzo, Oscar, Falcão, Muller, Zico, Paulo Victor, Josimar, Mauro Galvão, Silas, Valdo e Leão, Técnico Tele Santana.

Fim de dezembro de 1992, Edivaldo estava muito feliz após assinar contrato com o Panasonic, do Japão onde jogou até um certo tempo (1993) onde decide sair do futebol para se tornar Advogado, alegando não sentir mais satisfeito com o esporte sendo uma rotina, então decide entrar no ramo da advocacia onde se torna famoso por cuidar do caso do Maníaco do Trianon em 1995. Em 1997 se muda para o interior de Minas Gerais onde mora com a esposa e filhos.

Vida Pessoal Editar

Edivaldo é casado com a advogada e ex-modelo Adriana de Oliveira desde 1985, seus filhos: Edivaldo Filho, Bruno Fonseca Oliveira, Rafaela Oliveira e Leticia Oliveira. Edivaldo Filho atualmente joga no Barcelona onde pretende seguir carreira no futebol assim como seu pai.


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