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Eleição parlamentar do Brasil em 2004
4 de maio de 2004
Participação
  
66.7 % 8px|link= 7.4 %

Resultados
Tucano PSDB.png
PSDB – Jair Walker Busher
Votos 47 444 932  
Assentos obtidos 192 Decrease2.png  
  
34.92 %
PPD PSD Icon.png
PSD – George Hugor
Votos 37 553 911  
Assentos obtidos 170 Increase2.png  
  
27.64 %
Brazilian Labour Party.png
PTB – George Davem
Votos 29 022 671  
Assentos obtidos 90 Increase2.png  
  
21.36 %
Partido Conservador (Colômbia).png
PC – Antônia Gleison
Votos 10 661 223  
Assentos obtidos 22 Increase2.png  
  
7.85 %
PRB Logo.png
PRB – Nicolás Aras
Votos 8 844 412  
Assentos obtidos 10 Decrease2.png  
  
6.51 %

A Eleição parlamentar do Brasil em 2004 foi uma eleição parlamentar realizada em 4 de maio de 2004 no Brasil, serviram com uma renovação dos 513 assentos do 20° Parlamento Nacional. O Primeiro-Ministro Tucano do país Jair Walker Busher foi reeleito para um segundo mandato (Busher II; 2004-2007), fez uma coalizão sufocada com o Pessedistas e os Conservadores. Foi a segunda vez que um Primeiro-Ministro do PSDB foi reeleito para um segundo mandato, assim como Fernando Henrique Cardoso em 1994 onde obteve a maioria do Parlamento Nacional.

O Primeiro-Ministro Jair Walker Busher possuia uma forte campanha pela TV, principalmente pela TV Lobo (Rede de televisão com tendências liberais-conservadores e anti-PTB). O Partido Social Democrata via numa divisão, com membros a favor de uma coalizão PSD-PSDB e uma coalizão mais de oposição (PTB-PSD). No final, com as eleições da liderança de 2000, o PSD acabou escolhendo George Hugor como líder do partido.

Foi a quarta vez seguida que um candidato tucano ganhou uma eleição, o que iniciou-se a denominação de ''Era Tucana'' ou ''Período Tucanistão'', que durou até 2010 com a derrota do PSDB sob o PSD de Teresa Marie.

Contexto

Atentados do Rio de Janeiro

Em 11 de julho de 2000, três bombas são lançadas perto do centro do Rio de Janeiro, causando 5 mortes e 30 feridos pela cidade, os suspeitos eram membros do grupo extremista islâmico, Allah-Akbar. 3 meses depois, um tiroteio ocorreu no Parque de Villa Santos, resultando na morte de 20 pessoas. Mais uma vez, os responsáveis pelo atentando eram membros do grupo Allah-Akbar que 2 deles acabaram sendo pegos e condenados a morte em 2003.

Em 2 de fevereiro de 2001, 4 bombas foram jogadas no prédio empresarial da Volgo, matando mais de 188 pessoas. O Atentando, além de chamar a atenção da mídia, chamou atenção mundial, que resultou na resposta pelo governo brasileiro 1 dia depois do atentado. O Primeiro-Ministro, Jair W. Busher, afirmou que ''O Atentado foi extremamente propocional'', alegou que os ''terroristas querem causar medo em todo mundo'' e logo depois declarou em rede nacional que ''Entraria em guerra ao grupos extremista''.

Guerra ao Terror

O governo brasileiro com ajuda da OTA, fez uma operação militar no Iêmen para derrubar o governo do estadista Ali Abdullah Rusul, afirmando que o governo ''abrigava várias organizações terroristas e não queria prender-los ou captura-los''. Após a invasão, foi estabelecido um regime democrático e livre, porém acabou resultando na guerra civil do Iêmen que durou até 2012 com vitória do regime democrático.

Várias operações também foram feitas no Oriente Médio, como a Operação de Hassan em 2002 que resultou na morte do vice-líder da Allah-Akbar, Musa Al-Koni, cujo foi capturado e morto logo em seguida.

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