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| Eleições legislativas do Brasil em 2017 9 de dezembro de 2017 | |||||||||||
| Cargos | {{{emdisputa2}}} | ||||||||||
| Participação | |||||||||||
| 70.5 % | |||||||||||
| Resultados | |||||||||||
| Partido Social Democrata | |||||||||||
| Votos | 58 595 532 | ||||||||||
| Assentos obtidos | 201 | ||||||||||
| 35.71 % | |||||||||||
| PSDB/PDSB | |||||||||||
| Votos | 45 002 493 | ||||||||||
| Assentos obtidos | 112 | ||||||||||
| 24.63 % | |||||||||||
| Partido Trabalhista Brasileiro | |||||||||||
| Votos | 42 493 886 | ||||||||||
| Assentos obtidos | 111 | ||||||||||
| 19.97 % | |||||||||||
| Partido Conservador | |||||||||||
| Votos | 13 182 114 | ||||||||||
| Assentos obtidos | 61 | ||||||||||
| 11.56 % | |||||||||||
| Partido Liberal | |||||||||||
| Votos | 9 999 281 | ||||||||||
| Assentos obtidos | 15 | ||||||||||
| 4.92 % | |||||||||||
A Eleição parlamentar do Brasil em 2017 foi uma eleição parlamentar realizada em 9 de dezembro, que serviram com uma renovação do Parlamento Nacional. O recente primeiro-ministro titular do Partido Social Democrata (PSD), Raimundo Gleisor venceu a eleição conseguindo obter a maioria pelo parlamento com a velha coalizão PSD-PTB (Sendo a última vez que essa coalizão ocorreu).
O Segundo mandato de Teresa Marie entre 2015 a 2017 foi marcado pela forte impopularidade e uma crise política e econômica pelo país, que logo causaram na renúncia no cargo em setembro do mesmo ano. Raimundo Gleisor, líder do PSD, foi escolhido como Primeiro-Ministro no lugar de Marie. A presidente do brasil acabou dissolvendo o parlamento e convocando uma nova eleição marcada para dezembro.
O União Democrata (PSDB/PDSB) , maior partido da oposição, liderado por Fernando Merson que 2 meses foi acusado de lavagem de dinheiro, não conseguiu ganhar assentos e nem votos devido a impopularidade de seu líder que foi desgastado pelas acusações. O Partido Conservador, que vinha como uma outra alternativa da direita brasileira, teve um grande aumento de 40 assentos a mais da eleição passada, sendo o melhor resultado conservador desde a eleição de 1987.
Contexto[]
Governo Marie e a crise financeira de 2015-17[]
O Segundo mandato de Teresa Marie como primeira ministra do Brasil, reeleita nas eleições de 2015, graças a coalizão PSD-PTB. Dias após a posse, Marie fundou instituições de caridade em regiões como Guiana e Acre graças as enchentes que ocorreram naqueles devidos locais.
Na saúde, foi contra a lei de privatização do Sistema de Saúde Brasileiro (SSB) em dezembro de 2015. Afirmou que ''iria dificultar gente com necessidade'', a afirmação aproximou o PTB e PSD. Assim como Busher, apoiou as medidas de imigração que ocorriam no mundo, no governo dela, 400 mil imigrantes foram recebidos pelo Brasil.
Em janeiro de 2016, o governo reduziu da taxa de juros, concessões de subsídios e intervenção em preços e entrou algumas outras medidas econômicas com o objetivo de '''melhorar a economia''. Logo após essas reduções, gerou uma crise de sustentabilidade fiscal que se seguiu e elevou o risco-país, a taxa de juros de longo prazo e a incerteza, o que reduziu o consumo e o investimento entre 2015 a 2016. O ajuste fiscal promovido no final de 2014 e ao longo de 2015 acabou iniciando em uma crise financeira pelo país que por volta de março que quebrou o equilíbrio fiscal.
Apesar da crise financeira inicialmente ter sido fraca, aumentou apenas com a crise política que se iniciou após o Ministro da Infraestrutura ter sido acusado de corrupção, logo a oposição acusou o governo de ser ''corrupto''. A Crise aumentou ainda mais com o ministro da Educação ter sido preso por lavagem de dinheiro envolvido a Empresa de Tecnologia MacCanico, o que fortaleceu ainda mais a ligação de Marie com a corrupção. Grandes protestos nas principais cidades. Com a grande pressão da oposição e pelos protestos, em 17 de setembro de 2017, em rede nacional, Teresa Marie anuncia sua renúncia ao cargo de Primeira-Ministra do país, afirmando que ''tentou de tudo para melhorar o país, porém falhou''.
Resultados[]
Raimundo Gleisor assinando para seu público 1 dia após os resultados
Pela primeira vez desde a eleição de 2000, as eleições não iriam ser realizadas em um mês que não seja maio. Também foi a primeira vez em que uma eleição parlamentar seria realizada em dezembro, já que boa parte dos parlamentares (principalmente do PTB) não reconheciam Gleisor como o primeiro-ministro legítimo, e pediam uma eleição imediato. Por essa razão, a presidente, Angela Roffman, decidiu marcar a eleição para o mês de dezembro, apenas 2 meses após os pedidos e após a renúncia de Marie ocorrida em setembro.
Graças ao temporário rompimento com o PTB e a fortíssima campanha eleitoral, o PSD de Gleisor conseguiu convencer vários eleitores que votavam tanto pelo PTB quanto pelo PSDB, obtendo assim os 201 assentos pelo parlamento nacional, fazendo-o partido mais votado naquela eleição com mais de 60 milhões de votos, equivalente a 35% dos votos válidos.
O União Democrata foi descrito como o grande perdedor nessa eleição, pois além de ter perdido votos para os conservadores e populistas e ter obtido o pior resultado em sua história eleitoral, não conseguiu convencer Gleisor a formar uma maioria no parlamento com a Coalizão Brasil, entrando até em um desentendimento com os conservadores que haviam pegado muito de seus votos, sendo eles apontado como uma ''nova direita'' na política brasileira. Com esses resultados, o líder do UD, Fernando Merson acabou anunciando sua renúncia como líder do UD no dia seguinte, anunciou também as eleições para líder em fevereiro do ano que vem.
Diversas negociações foram feitas com os líderes do PSD e PTB para assim tentar impedir um possível governo minoritário. Em 23 de dezembro, a líder trabalhista anunciou a volta da coalizão PSD-PTB e que reconhecia Gleisor como primeiro-ministro do Brasil.
| Partidos | Votos | % | Assentos | ||
|---|---|---|---|---|---|
| Partido Social Democrata | 61,595,532 | 33,7 / 100 |
201 / 513 | ||
| Partido Social Democrata Brasileiro | 34,704,374 | 18,9 / 121 |
92 / 513 | ||
| Partido Democrata de São Bento | 10,298,119 | 5,6 / 100 |
20 / 513 | ||
| União Democrata | 45,002,493 | 24,5 / 100 |
112 / 513 | ||
| Partido Trabalhista Brasileiro | 36,493,886 | 19,9 / 100 |
111 / 513 | ||
| Partido Conservador | 21,124.828 | 11,5 / 100 |
61 / 513 | ||
| Partido Liberal | 8,999,829 | 4,9 / 100 |
15 / 513 | ||
| Partido de Independência Brasileiro | 6,457,412 | 3,5 / 100 |
10 / 513 | ||
| Partido Comunista Brasileiro | 1,648,212 | 0,9 / 100 |
3 / 513 | ||
| Outros | 1,422,1233 | 0,7 / 100 |
0 / 513 | ||
| 182,744,315 | 100% | 513 | |||


