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A eleição presidencial de 2018 no Brasil foi realizada em dois turnos. O primeiro aconteceu em 7 de outubro de 2018, e o segundo em 28 de outubro de 2018, ambos em domingos. Foi a 8ª eleição presidencial do país após a promulgação Constituição Federal de 1988. Foi disputado entre Cabo Daciolo (Patriota) e Jair Bolsonaro (PSL), que saiu-se como o vencedor. O candidato e seu vice foram empossados em 1 de janeiro de 2019 para um mandato de quatro anos.

Na eleição presidencial anterior, em 2014, Dilma Rousseff foi reeleita presidente. Empossada em 2015, acabou sendo afastada do cargo pelo Congresso Nacional em agosto de 2016 por irresponsabilidade administrativa e substituída pelo seu vice-presidente, Michel Temer, que decidiu se candidatar à reeleição em 2018 para que segundo Temer ''Estabelecer o Brasil.´´

Fiscalizada pelo Tribunal Superior Eleitoral, a eleição presidencial de 2018 teve algumas regras diferentes em relação às eleições anteriores, como a vedação do financiamento empresarial aos candidatos e uma campanha eleitoral com período menor. A internet ganhou mais espaço nas eleições com a liberação da arrecadação por ferramentas de financiamento coletivo (conhecidas também como vaquinhas). O TSE aprovou o calendário eleitoral das eleições de 2018, definindo 16 de agosto como início da campanha eleitoral. Com treze candidatos confirmados pelas convenções partidárias, esta eleição teve o maior número de candidatos em 29 anos

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Eleição presidencial no Brasil em 2018
7 de outubro (primeiro turno)

28 de outubro (segundo turno)

237.969x237.969px Jair Bolsonaro PSL.jpg
Candidato Cabo Daciolo Jair Bolsonaro
Partido Patriota PSL
Natural de Rio de Janeiro São Paulo
Vice Suelene Balduino

(Patriota )

Janaina Paschoal

( PSL)

Votos 54 797 847 51 040 906
Porcentagem 51,64% 48,87%
Candidato mais votado no segundo turno por unidade federativa.

Cabo Daciolo (14 estados)

 Jair Bolsonaro (12 e DF estados)


Presidente do Brasil

Titular

Michel Temer

MDB

Eleito

Cabo Daciolo

Patriota


Contexto

Segundo governo Dilma e crise

Dilma comemorando sua reeleição, em 26 de outubro de 2014.

A Presidente Dilma Rousseff (PT) foi reeleita com 51,6% dos votos válidos, derrotando o Senador Aécio Neves (PSDB) na eleição presidencial mais acirrada da história do Brasil. A reeleição de Dilma marcou a quarta eleição presidencial consecutiva vencida pelo PT, sendo a sexta, também consecutiva, em que os dois principais postulantes eram filiados ao PT e PSDB. Dilma iniciou seu segundo mandato em janeiro de 2015 enfraquecida em meio a grave crise econômica e política. A crise econômica levou o governo a tomar medidas impopulares e inclusive alguns falas que viram memes na internet , incluindo cortes bilionários no orçamento e aumento de impostos. Em paralelo, revelações da operação Lava Jato acentuaram-se e implicaram diversos políticos governistas e oposicionistas. e tambem devido os escândalos da petrobras e a corrupção. Com a impopularidade de Dilma, manifestações antigovernamentais mobilizaram milhões de pessoas que demandavam a saída da presidente.

Manifestação contra corrupção e o governo Dilma em 13 de março de 2016

Em 2 de dezembro de 2015 o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, acolheu um dos sete pedidos de impeachment contra Dilma, que havia sido protocolado pelos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Júnior e Janaína Paschoal, e entregue a Cunha pouco mais de dois meses antes. No requerimento original foram incluídas denúncias de decretos assinados pela presidente em 2015, para liberar R$ 2,5 bilhões, sem o aval do Congresso, nem previsão no orçamento. Essa operação é conhecida como pedalada fiscal, e caracterizaria improbidade administrativa. O acolhimento do pedido de impeachment foi considerado por parte da mídia como uma retaliação contra o partido da presidente, cujos deputados anunciaram naquele mesmo dia que votariam contra Cunha no Conselho de Ética, onde é investigado por suposta participação no esquema denunciado na Operação Lava Jato. Cunha desmentiu qualquer relação de "barganha" com o governo, afirmando que "a decisão de acatar o impeachment é factual, é concreta, tem tipificação clara", mas continua a atribuir à presidente Dilma responsabilidades sobre as investigações contra ele.Conforme Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma não tinha "vontade de fazer política" e não fez reuniões com as bancadas de partidos para tentar impedir o impeachment.

Devido ao recesso parlamentar e as ações de deputados impetradas no Supremo Tribunal Federal com o objetivo de decidir formalmente o rito do processo somente em 17 de março de 2016, a Câmara elegeu, por votação aberta, os 65 integrantes da comissão especial que analisaria o pedido de impeachment contra Dilma Rousseff. Houve 433 votos a favor e apenas um contrário. Em 11 de abril a comissão especial, com 38 votos a favor e 27 contra, aprovou o parecer do relator, que defendia a admissibilidade do processo de afastamento da presidente. O parecer elaborado pelo deputado Jovair Arantes seguiu para apreciação pelo Plenário da Casa.

comemoração após a aprovação do impeachment.

No dia 17 de abril de 2016, domingo, a Câmara dos Deputados, com 367 votos favoráveis, 137 contrários, além de 7 abstenções e 2 ausentes, autorizou o Senado Federal a instaurar processo de impeachment contra Dilma.Em 6 de maio de 2016, a comissão especial do impeachment do Senado aprovou, por quinze votos a favor e cinco contra, o relatório do senador Antonio Anastasia, favorável ao prosseguimento do processo de afastamento da presidente Dilma Rousseff. Em 11 de maio, Teori Zavascki negou o pedido do governo para anular o processo de impeachment de Dilma Rousseff.

Com a decisão, o Senado mantém a votação que poderá decidir pelo afastamento da presidente do Palácio do Planalto. No dia 12 de maio de 2016, com 55 votos favoráveis, 22 contrários e 2 ausentes, o Senado Federal autorizou a abertura do processo de impeachment, e determinou o seu afastamento da Presidência da República pelo período de até 180 dias. Em 31 de agosto, o Senado Federal por 61 votos a 20, cassou o mandato de Dilma como presidente, mas, manteve o direito dela de ocupar cargos públicos.

Governo Temer e a continuação da crise

Temer lê o termo de compromisso constitucional.

Em 31 de agosto de 2016, Michel Temer assumiu 37.º Presidente do brasil e Baleia Rossi como 25 Vice-Presidente do Brasil, em cerimônia de posse no Congresso Nacional, devido a condenação de Dilma Rousseff no julgamento do impeachment. Renan Calheiros, presidente do Congresso Nacional, declarou Temer empossado para um mandato de duração de 31 de agosto de 2016 a 31 de dezembro de 2018. A cerimônia foi rápida, durou 12 minutos, e não houve discurso do presidente. Em sua primeira manifestação oficial, ele disse: "Agora nós inauguramos uma nova fase em que nós temos um horizonte de dois anos e quatro meses. E espera-se que, nesses dois anos e quatro meses, nós façamos aquilo que temos alardeado, ou seja, colocar o Brasil nos trilhos".

O impeachment de Dilma e o início do governo Temer. A primeira principal medida do governo de Temer foi a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional 241 (PEC 241) que congelou o orçamento dos investimentos públicos por vinte anos, apenas sendo permitidos reajustes de acordo com a inflação. Assim, o orçamento dos investimentos públicos da esfera federal permanecerá como o de 2016 pelos vinte anos seguintes, acrescidos do índice da inflação. A justificativa do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, para a aprovação da PEC foi a recuperação da confiança do mercado internacional no Brasil. A PEC 241 impôs a diminuição de destinação de recursos públicos para áreas essenciais como saúde e educação, áreas paras as quais a Constituição Federal de 1988 indica percentuais do Produto Interno Bruto (PIB). Dessa maneira, a redução de investimentos nessas áreas implicará a utilização de percentuais do PIB aquéns aos estabelecidos pela Constituição. A redução de gastos impactará o cumprimento das metas estabelecidas pelo Plano Nacional de Educação (PNE), o funcionamento do Sistema Único de Saúde (SUS) e o valor do Salário Mínimo.

Logotipo do governo Temer.

Em julho de 2017, foi aprovada a Reforma Trabalhista (Lei 13.467, de 2017) que se propôs a “flexibilizar” a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) de 1943. As principais alterações feitas à CLT foram: acordos coletivos entre empregados e empregadores passaram a prevalecer sobre o que está previsto na legislação; a jornada de trabalho pode ser assentida em 12 horas de trabalho e 36 horas de descanso, não podendo ultrapassar 220 mensais; a contribuição sindical deixou de ser obrigatória; grávidas e lactantes podem trabalhar em locais de baixa e média insalubridade; e o trabalho intermitente que reduz o tempo de contrato de serviços.

A Reforma Trabalhista acarretou em menores responsabilidades do empregador com a segurança física e estabilidade no emprego do trabalhador, precarizando as relações de trabalho. Foram realizados Dias Nacionais de Paralisações e manifestações nas ruas, organizados pelas Centrais Sindicais, em várias cidades no país que reuniram milhares de trabalhadores contra a Reforma Trabalhista e a Reforma da Previdência Social.

Em 16 de fevereiro de 2018, Michel Temer anunciou em pronunciamento em rede nacional a intervenção federal no Estado do Rio de Janeiro. O objetivo da intervenção seria, segundo Michel Temer, a manutenção da ordem e o combate ao crime organizado. A polícia militar e as Forças armadas atuaram conjuntamente durante a intervenção que durou dez meses. Nesse período houve aumento recorde de tiroteios e de mortes por violência policial.

Temer foi denunciado duas vezes pela Procuradoria-Geral da República por suspeita de corrupção passiva, obstrução da Justiça e organização criminosa, sendo o primeiro Presidente da República alvo de uma denúncia criminal durante o exercício de seu mandato e também alvo de pedidos de impeachment . Com um índice de rejeição superior a 82% sendo o presideidante mais rejeitado da historia do brasil superando a rejeição de Dilma mais mesmo assim Temer se candidatou a Releição Temer. segundo Temer a Releição e um objetivo de '' Estabelece o Brasil .´´

Prisão de Lula

No ano de 2016, o ex-presidente Lula passou a ser investigado por suspeitas de que teria recebido pagamentos oriundos do esquema de corrupção na Petrobrás, descoberto na Operação Lava Jato. Uma dessas investigações envolvia o tal apartamento do Guarujá. Em 4 de março de 2016, Lula foi alvo de uma condução coercitiva e levado para prestar depoimento no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Lula foi, no total, réu em dez ações penais.

O Ministério Público de São Paulo realizou uma denúncia contra o ex-presidente acusando-o de ser o proprietário oculto de um apartamento triplex no do Guarujá. Porém, a Justiça de São Paulo enviou os processo para o juiz federal Sergio Moro, de Curitiba, por entender que o crime era da esfera federal e não estadual. Em 14 de setembro de 2016, o Ministério Público Federal denunciou Lula e mais sete pessoas pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Em 20 de setembro de 2016, Sergio Moro aceitou a denúncia e Lula tornou-se réu na Operação Lava Jato. A denúncia estava relacionada a três contratos da OAS com a Petrobras e afirmava que 3,7 milhões de reais em propinas foram pagas a Lula.

Em 2016, a defesa de Lula realizou um pedido à ONU para que fosse avaliado eventuais violações nos processos jurídicos envolvendo Lula Em maio de 2018, a Comissão de Direitos Humanos da entidade afirmou que não se posicionaria de forma definitiva mas negou medidas cautelares contra a prisão do ex-presidente.

manifestantes a pedido a pisão de Lula

manifestantes Pró Lula

Em 2017, Lula prestou seu depoimento ao juiz Sergio Moro sobre o processo do triplex. No interrogatório, que durou quase cinco horas, o ex-presidente negou ser dono do apartamento e disse que nunca teve intenção de adquiri-lo. Lula disse que apenas visitou o triplex uma vez para ver como ele era e não quis comprá-lo. Falou também que quem tinha interesse no imóvel era a esposa dele, Marisa Letícia, e que ela teria tentado adquirir o apartamento sem lhe contar sobre isso. O depoimento teve grande repercussão no Brasil e na imprensa internacional. Em Curitiba, onde o depoimento foi realizado, manifestantes pró e contra o ex-presidente ao longo do dia.

Em 12 de julho de 2017, o juiz federal Sergio Moro condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a nove anos e seis meses de prisão na ação penal referente ao caso do triplex, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A acusação referiu-se à ocultação da propriedade de uma cobertura triplex em Guarujá, no litoral paulista, recebida como propina da empreiteira OAS. Em 24 de janeiro de 2018 Lula foi condenado em segunda instância. pelos três desembargadores da 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), em Porto Alegre.em favor de manter a condenação anterior, a qual era 9 anos e 6 meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, e ainda ampliar a pena de prisão do ex-presidente por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex em Guarujá. Os desembargadores decidiram ampliar a pena para 12 anos e 1 mês de prisão, com início em regime fechado. Por suborno de um esquema de corrupção na Petrobras, e o direito de se candidatar nas eleições de 2018, foi caberia para Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A defesa de Lula entrou com pedidos de habeas corpos para evitar a pisão de lula que foi rejeitado pelo Superior Tribunal de Justiça, por 5 votos a 0. mais em 22 de março de 2018, o STF aceitou um pedido da defesa e concedeu ao ex-presidente um salvo-conduto — que impedisse a prisão de Lula até o julgamento definitivo do habeas corpus pela própria corte ocorrido em 4 de abril. Em 4 de abril o supmero rejeito por 6 votos a 5 conceder habeas corpus a Lula.

Lula chega à sede da Superintendência da Polícia Federal em 7 de abril de 2018

Um dia depois do jugamento no STF Supremo Tribunal Federal Sergio Moro decretou a prisão de Lula, condenado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) a 12 anos e um mês de reclusão. O juiz também definiu condições especiais para a prisão devido à dignidade do cargo. Segundo o despacho, preparou-se uma sala reservada na Superintendência da Polícia Federal (PF), na qual o ex-presidente ficaria separado dos demais presos, sem qualquer risco para a sua integridade moral ou física e também Moro deu um prazo para Lula se entregar à Polícia Federal em Curitiba. A defesa do ex-presidente impetrou um novo pedido de habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça para evitar sua prisão, que foi negado de novo. Lula decidiu não se apresentar à sede da Polícia Federal em Curitiba e tambem negou a sair do Sindicato dos Metalúrgicos no ABC Paulista.

No dia 7 de abril de 2018, Lula entregou-se à Polícia Federal, que o aguardava do lado de fora do Sindicato, após tentar sair e ser impedido por militantes do PT,MST,PCdoB e ourtos algumas vezes. Do local, foi levado para Curitiba em uma pequena aeronave, onde, ao chegar, foi levado para sua cela em curitba.

A criação de novos partidos e ascensão de Cabo Daciolo e Jair Bolsonaro.

Tribunal Superior Eleitoral sede em Brasilia

Em 2017 o TSE Tribual superior eleitoral autorizou a criação de novos paridos no brasil para disputar a eleições de 2018 no total foram 14 partidos criados esse partidos podem disparatar as eleições de 2018. após esse partidos conseguiram o numero de 491.967 assinaturas para o registro.

Cado daciolo ficou conhecido após ser um das lideranças da greve dos bombeiros no Rio de Janeiro em 2011 e em 2014 foi eleito deputado federal pelo estado do Rio de Janeiro pelo PSOL com 49.831 votos validos. seu mandato como deputado foi marcado pela declarações sobre Deus,Fundamento Cristão ,em defesa aos bombeiros do Rio de Janerio e ao criticas ao Governador e Vice-Governador do Rio de Janeiro.

Em 2015 Daciolo foi expulsão do PSOL por propô que que o primeiro parágrafo da Constituição Brasileira fosse alterado de ''Todo o poder emana do povo,´´ para ''todo poder emana de Deus”. e também por defender os 12 policiais envolvidos no desaparecimento, tortura e morte do pedreiro Amarildo Dias de Souza. PSOL decidiu, por 31 votos a 24, não reivindicar o mandato de Daciolo ao TSE. depois de ser expulso do PSOL Daciolo se afilou ao PTdoB atual Avante.

Em novembro Daciolo fez um pedido de impeachment ao vice-presidente Michel Temer por crime de responsabilidade e acusação das pedaladas fiscais este foi arquivado no dia 23 de dezembro de 2015 um outro pedido de impeachment foi pedido por daciolo em março mais esse foi arquivado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha. e tambem em abril de 2016 daciolo fez um pedido de impeachment ao vice-governador Francisco Dornelles por crime de responsabilidade que foi arquivado pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. E Durante a votação do impeachment de Dilma Roussef, Daciolo defendeu não somente a saída de Dilma Rousseff, mas também a saída do vice-presidente, Michel Temer; fez críticas a Eduardo Cunha, à Rede Globo,Luiz Fernando Pezão e Francisco Dornelles.

Anida Continua.....

.mais depois em junho que o governdor Luiz Fernando Pezão tive seu mandato casado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro TRE-RJ por abuso de poder econômico, político e corrupção seu vice Francisco Dornelles assumiu como governador Daciolo em abril fez um segundo pedido de impeachment contra o vice-governador Francisco Doornelles na qual com governador provisório não conseguiu uniri forças na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro e tambem como sua impopularidade devido esta envouviudo nos escandalosos de corrupção de Pezão Dornelles sofreu impeachment. segundo Daciolo o impeachment de Dornelles foi pelo Rio e pelos bomerios e militares. e fez como que Daciolo ficace muito conecido no estado do Rio de Janerio e também nos Estados do Espírito Santo,Minas Gerais,Goias e São Paulo.

E Daciolo começou ser especulado para ser candidato a presidência e ao Governdor do Estado do Rio de Janerio Daciolo negou sua candidatura ao governo do Rio de Janerio e em janerio Daciolo se afiliou ao ARENA que tinha acabado de ser refundado

comtinua....


Convenções partidárias

A escolha dos candidatos à Presidência era oficializada durante as convenções partidárias, que ocorreram entre 20 de julho a 5 de agosto, período definido na Lei da Reforma Política (Lei n° 13.165/2015). Válido para todos os partidos políticos, o prazo garante a isonomia entre as legendas e é o momento em que os partidos escolhem quais filiados podem pedir o registro de candidatura e se disputarão a eleição coligados com outras legendas.

Nome e sigla do partido Bancada na

Câmara dos Deputados

Data da convenção Posicionamento oficial
Partido Democrático Trabalhista (PDT) 20 20 de julho Candidatura de Ciro Gomes à Presidência da República
Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) 20 de julho Candidatura de Vera Lúcia Salgado à Presidência da República e Hertz Dias a Vice-Presidente
Partido Social Cristão (PSC) 8 20 de julho candidatura de Paulo Rabello de Castro à Presidência da República e Jemima Santana a Vice-Presidente
Partido Comunista Brasileiro (PCB) 21 de julho Apoio formal à candidatura de Guilherme Boulos (PSOL)
Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) 6 21 de julho Candidatura de Guilherme Boulos à Presidência da República e Sônia Guajajara a Vice-Presidente
Avante (AVANTE) 7 21 de julho Inicialmente neutro, mas posteriormente apoiou a candidatura de Ciro Gomes (PDT) à Presidência da República
Partido da Mobilização Nacional (PMN) 21 de julho Candidatura de Valéria Monteiro à Presidência da República e Antonio Massarollo a Vice-Presidente
Partido Social Liberal (PSL) 8 22 de julho Candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência da República
PARTIDO CARISMÁTICO SOCIAL [PCS] 23 de julho Apoio formal à candidatura de Paulo Rabello de Castro (PSC)
PARTIDO CRISTÃO [PC] 27 de julho Apoio formal à candidatura de Paulo Rabello de Castro (PSC)
Democracia Cristã (DC) 28 de julho Candidatura de José Maria Eymael à Presidência da República
Partido Anticorrupção [PAC] 28 de julho Apoio formal à candidatura de Álvaro Dias (PODE)
Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) 15 28 de julho Apoio formal à candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB)
Partido Verde (PV) 3 28 de julho Inicialmente neutro, mas posteriormente apoiou a candidatura de Marina Silva (REDE) à Presidência da República e indicou seu companheiro de chapa, Eduardo Jorge
Libertários [LIBER] 2 28 de julho Candidatura de Ana Saravia e André Rufino Com vice
Partido Social Democrático (PSD) 37 28 de julho Apoio formal à candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB)
Solidariedade (SD) 9 28 de julho Apoio formal à candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB)
Partido Comunista do Brasil (PCdoB) 10 1 de agosto Inicialmente, apresentou a candidatura de Manuela d'Ávila à Presidência da República, mas depois desistiu e indicou Manuela como vice de Lula da Silva (PT)
Partido Republicano Progressista (PRP) 1 de agosto Apoio formal à candidatura de Álvaro Dias (PODE)
Partido Republicano Brasileiro (PRB) 20 1 de agosto Candidatura De Flávio Rocha E Marcos Pereira Com Vice.
Movimento Democrático Brasileiro (MDB) 53 2 de agosto Candidatura de Henrique Meirelles à Presidência da República
Democratas (DEM) 44 2 de agosto Apoio formal à candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB)
Partido Progressista (PP) 51 2 de agosto Apoio formal à candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) e indicação de Ana Amélia Lemos como vice
Partido Humanista da Solidariedade (PHS) 4 2 de agosto Apoio formal à candidatura de Henrique Meirelles (MDB)
Patriota (PATRI) 5 4 de agosto Candidatura de Cabo Daciolo à Presidência da República e Suelene Balduino Nascimento a Vice-Presidente
Partido dos Trabalhadores (PT) 60 4 de agosto Candidatura de Lula da Silva à Presidência da República e Fernando Haddad a Vice-Presidente
Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) 47 4 de agosto Candidatura de Geraldo Alckmin à Presidência da República
Partido Novo (NOVO) 4 de agosto Candidatura de João Amoêdo à Presidência da República e Christian Lohbauer a Vice-Presidente
Rede Sustentabilidade (REDE) 2 4 de agosto Candidatura de Marina Silva à Presidência da República
Podemos (PODE) 17 4 de agosto Candidatura de Álvaro Dias à Presidência da República
Partido Popular Socialista (PPS) 8 4 de agosto Apoio formal à candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB)
Partido da República (PR) 41 4 de agosto Apoio formal à candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB)
Partido da Causa Operária (PCO) 4 de agosto Apoio informal a candidatura de Lula da Silva (PT)
Partido Republicano da Ordem Social (PROS) 11 4 de agosto Apoio formal à candidatura de Lula da Silva (PT)
Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) 5 de agosto Apoio formal à candidatura de Jair Bolsonaro (PSL)
Partido Socialista Brasileiro (PSB) 25 5 de agosto Neutralidade
Partido Pátria Livre (PPL) 1 5 de agosto Candidatura de João Goulart Filho à Presidência da República e Léo Alves a Vice-Presidente
Partido Trabalhista Cristão (PTC) 5 de agosto Candidatura de Ferrando collor á Presidência da República e Daniel Tourinho a vice.

Candidatos

As convenções partidárias confirmaram 19 candidatos à Presidência da República, o maior número desde a eleição de 1989, a primeira após a redemocratização, que teve 22 candidatos. O Movimento Democrático Brasileiro apresentou o primeiro candidato ao governo desde 1994. O Partido dos Trabalhadores oficializou a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No entanto, Lula, preso por corrupção e lavagem de dinheiro, teve a candidatura indeferida pelo TSE em virtude de sua condenação em segunda instância, violando assim os dispositivos para ser considerado elegível segundo a Lei da Ficha Limpa. Lula escolheu como seu vice Fernando Haddad, que deveria assumir a condição de candidato a Presidente. Em 11 de setembro, data limite estabelecida pelo TSE, a executiva do Partido dos Trabalhadores aprovou a indicação de Haddad como candidato a presidente e Manuela D'Ávila a vice-presidente.

Presidente Vice-presidente Coligação Número eleitoral Cargo político anterior Tempo de horário eleitoral
Candidato Partido Candidato Partido
Alvaro Dias

(Campanha)

Senador Alvaro Dias.jpg PODE José Reguffe Senador Reguffe.jpg PODE "Mudança de Verdade"

(PODE,PTC, PRP ,PAC e PDS )

19 Senador pelo Paraná

(1999–atualmente)

30 segundos
Ana Saravia (Campanha) Ana Saravia mulher.jpg LIBER André Rufino André Rufino LIBER.jpg LIBER Sem coligação 89 Sem cargo político anterior
Cabo Daciolo

(Campanha)

Daciolo).jpg PATRI Suelene Balduino Vice.jpg PATRI Sem coligação 51 Deputado federal pelo Rio de Janeiro

(2015–2019)

8 segundos
Ciro Gomes

(Campanha)

Presidencia ciro gomes XplMGTn.jpg PDT Kátia Abreu 135.996x135.996px PDT "Brasil Soberano"

(PDT, AVANTE)

12 Deputado federal pelo Ceará

(2011–2015)

38 segundos
Eduardo Jorge

(Campanha)

Eduardojorge pv .jpg PV Leandre Dal Ponte Leandre em março de 2016.jpg PV Sem coligação 43 Deputado federal por São Paulo

(1987–2003)

Flávio Rocha Flavio Rocha .jpg PRB Renato Junqueira Junqueira.png PRB ´´Uma Grande Mundança Para O Brasil.´´

[PRB,PSD ]

10 Deputado federal pelo Rio Grande Do Norte [1987-1995 1 Minunto
Geraldo Alckmin

(Campanha)

Geraldo Alckmin em abril de 2018 .jpg PSDB Ana Amélia Lemos Ana Amélia Lemos.jpg PP "Para Unir o Brasil"

(PSDB, PP, PTB ,PR,DEM,SD e PPS)

45 Governador de São Paulo

(2011–2018)

5 minutos e 32 segundos
Guilherme Boulos

(Campanha)

Guilherme Boulos em São Paulo.jpg PSOL Sônia Guajajara Sônia Guajajara .jpg PSOL "Vamos Sem Medo de Mudar o Brasil"

(PSOL e PCB)

50 Sem cargo político anterior 13 segundos
Michel Temer

(Campanha)

Presidente Michel Temer (foto oficial) - cortada.jpg MDB Baleia Rossi Baleia Rossi .jpg MDB "Essa é a solução"

(MDB e PHS)

15 Presidente do Brasil

(2016–2018)

1 minuto
Ferrando collor Foto oficial de Fernando Collor.jpg PTC Daniel Tourinho Daniel-tourinho.jpg PTC Sem coligação 36 Sendor por Alagoas

[ 2007- atualmente

5 segundos
Fernando Haddad

(Campanha)

1200px-Fernando Haddad .jpg PT Manuela D'Ávila Manuela d'Ávila em maio de 2015.png PCdoB "O Povo Feliz de Novo"

(PT, PCdoB PRUAB,PROS,PGT DO B e PCO)

13 Ex-Prefeito de são paulo

(2013–2016)

2 minutos e 32 segundos
Jair Bolsonaro

(Campanha)

Federal Deputy Jair Bolsonaro at the Brazilian Chamber of Deputies.jpg PSL Janaina Paschoal Janaína Paschoal em 14 de junho de 2016.jpg PSL "Brasil Acima de Tudo, Deus Acima de Todos"

(PSL, PRTB,ARENA, PCN e NAC)

17 Deputado federal pelo Rio de Janeiro

(1991–2018)

8 segundos
João Amoêdo

(Campanha)

João Amoêdo .jpg NOVO Christian Lohbauer NOVO Sem coligação 30 Sem cargo político anterior 5 segundos
José Maria Eymael

(Campanha)

" Ey Ey Eymael o Democrata Cristão´.jpg DC Helvio Costa Professor Helvio Costa..jpg DC Sem coligação 27 Deputado federal por São Paulo

(1986–1995)

8 segundos
Marina Silva

(Campanha)

MarinaSilva2010.jpg REDE Randolfe Rodrigues Randolfe Rodrigues sendor .jpg REDE "Unidos para transformar o Brasil"

(REDE ,PABA,PI E PDECO)

18 Senadora pelo Acre

(1995–2011)

10 segundos
Paulo Rabello de Castro (Campanha) Paulo Rabello de Castro.png PSC Jemima Santana 198.984x198.984px PSC ´´Uma aliança cristã e brasileira.´´

[PSC,PC,PCS E PDCdoB]

20 Sem cargo político anterior 10 segundos
Vera Lúcia

(Campanha)

Vera Lúcia PSTU .jpg PSTU Hertz Dias Hertz Dias PSTU .jpg PSTU Sem coligação 16 Sem cargo político anterior 5 segundos
Valéria Monteiro

(Campanha)

Valeria monteiro.jpg PMN Antonio Massarollo Presidente.jpg PMN Sem coligação 33 Sem cargo político anterior E jonalista 5 Segundos
João Goulart Filho João Vicente Goulart sobre.jpg PLL Léo Alves PLL Sem coligação 54 Deputado Estadual do Rio Grande do Sul

(1982–1986)

5 segundos

Candidatos recusados Ou Perdido nas primárias ou convenções

  • Roberto Justus - Presidente do Grupo Newcomm desde 1998; Associado da WPP plc desde 2004.
  • Luciana Genro ( PSOL ) - Deputada Federal do Rio Grande do Sul 2003-2011; Deputado Estadual do Rio Grande do Sul 1995–2002; candidato a Prefeito de Porto Alegre em 2008 e 2016 ; candidato a presidente em 2014 .
  • Luciano Huck - Presidente do Instituto Criar de TV, Cinema e Novas Mídias desde 2004.
  • Sérgio Moro - Juiz Federal da 13ª Vara Criminal Federal de Curitiba desde 1996.
  • Chico Alencar ( PSOL ) - Deputado Federal pelo Rio de Janeiro desde 2003; Deputado Estadual do Rio de Janeiro 1999–2002; Vereador do Rio de Janeiro 1989–1996; candidato a Prefeito do Rio de Janeiro em 2008 .
  • Luís Roberto Barroso - Ministro do Supremo Tribunal Federal desde 2013.
  • João Doria ( PSDB ) - Prefeito de São Paulo 2017–2018; Presidente da Casa Cor 2007–2011; Presidente da Embratur 1986–1988; Secretário Municipal de Turismo de São Paulo 1983–1986; Presidente da Palistur 1983–1986; Diretor de Comunicação da FAAP 1981–1983; Diretor de Comunicação da Rede Bandeirantes 1979–1982.
  • Marcelo Freixo ( PSOL ) - Deputado Estadual do Rio de Janeiro desde 2007; candidato a prefeito do Rio de Janeiro em 2012 e 2016 .
  • Cristovam Buarque ( PPS ) - Senador pelo Distrito Federal desde 2003; Ministro da Educação 2003–2004; Governador do Distrito Federal 1995–1999; Reitor da UnB 1985–1989; candidato a presidente em 2006 .
  • Germano Rigotto ( MDB ) - Governador do Rio Grande do Sul 2003–2007; Deputado Federal do Rio Grande do Sul 1991–2003; Deputado Estadual do Rio Grande do Sul 1983–1991; Vereador de Caxias do Sul 1977–1981.
  • Aécio Neves ( PSDB ) - senador de Minas Gerais desde 2010; Presidente do PSDB 2013–2017; Governador de Minas Gerais 2003–2010; Presidente da Câmara dos Deputados 2001–2002; Deputado Federal por Minas Gerais 1987–2002; candidato a presidente em 2014 .
  • José Serra ( PSDB ) - Senador por São Paulo 1996–1998, 2002–2003, 2015–2016 e desde 2017; Ministro das Relações Exteriores 2016–2017; Governador de São Paulo 2007–2010; Prefeito de São Paulo 2005–2006; Presidente do PSDB 2003-2005; Ministro da Saúde 1998–2002; Ministro do Planejamento e Orçamento 1995–1996; Deputado Federal por São Paulo 1987–1995; Secretário de Estado da Economia e do Planejamento de São Paulo 1983–1986; candidato a prefeito de São Paulo em 1988 , 1996e 2012 ; candidato a presidente em 2002 e 2010 .
  • Tasso Jereissati ( PSDB ) - Senador pelo Ceará 2003-2011 e desde 2015; Presidente do Instituto Teotônio Vilela 2011–2015; Presidente do PSDB 1991–1994, 2005–2007 e 2017; Governador do Ceará 1987–1991 e 1995–2002.
  • Flávio Dino ( PCdoB ) - Governador do Maranhão desde 2015; Presidente da Embratur 2011–2014; Deputado Federal pelo Maranhão 2007–2011.
  • Magno Malta ( PR ) - Senador da Espírito Santo desde 2003; Deputado Federal do Espírito Santo 1999–2003; Deputado Estadual do Espírito Santo 1995–1999.
  • Blairo Maggi ( PP ) –– Ministro da Agricultura desde 2016; Senador por Mato Grosso 2011–2016; Governador de Mato Grosso 2003–2010.
  • Fernando Damata Pimentel ( PT ) - Governador de Minas Gerais desde 2015; Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior 2011–2014; Prefeito de Belo Horizonte 2001–2009.
  • Pedro Parente - Presidente da Petrobras desde 2016; Ministro de Minas e Energia 2002; Chefe de Gabinete do Brasil 1999–2003; Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, 1999.
  • Roberto M. Rey Jr. ( PATRI ) - 3º Vice-Presidente da PATRI 2015–2017.
  • Silvio Santos - Proprietário do Grupo Silvio Santos desde 1958.
  • Joaquim Barbosa ( PSB ) - Presidente do Supremo Tribunal Federal 2012–2014; Presidente do Conselho Nacional de Justiça 2012–2014; Vice-Presidente do Supremo Tribunal Federal 2012; Ministro do Supremo Tribunal Federal 2003-2014; Vice-Presidente do Tribunal Superior Eleitoral 2008–2009; Ministro do Tribunal Superior Eleitoral 2008–2009.
  • Fernando Collor de Mello ( PTC ) - Senador por Alagoas desde 2007; Presidente do Brasil 1990–1992; Governador de Alagoas 1987–1989; Deputado Federal de Alagoas 1983–1987; Prefeito de Maceió 1979–1983; candidato a prefeito de São Paulo em 2000 .
  • Eduardo Jorge ( PV ) - Secretário Municipal do Meio Ambiente de São Paulo 2005–2012; Deputado Federal por São Paulo 1987–2003; Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo 1989–1990 e 2001–2002; Deputado Estadual de São Paulo 1983–1986; candidato a presidente em 2014 .
  • Rodrigo Maia ( DEM ) - Presidente da Câmara dos Deputados desde 2016; Deputado Federal do Rio de Janeiro desde 1999; candidato a prefeito do Rio de Janeiro em 2004 .
  • Josué Gomes ( PR ) - Presidente da Companhia Coteminas.
  • Aldo Rebelo ( SD ) - Ministro da Defesa 2015-2016; Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação 2015; Ministro do Esporte 2011–2015; Presidente da Câmara dos Deputados 2005–2007; Ministro-chefe da Secretaria de Coordenação Política e Relações Institucionais 2004–2005; Deputado Federal por São Paulo 1991–2004 e 2005–2011; Vereador de São Paulo 1989–1991.
  • Roberto Requião ( MDB ) - Senador pelo Paraná desde 2011, 1995–2002; Governador do Paraná 2007–2010, 2003–2006, 1991–1994; Prefeito de Curitiba 1986–1989; Deputado Estadual do Paraná 1983–1986.
  • Levy Fidelix ( PRTB ) - Presidente da PRTB desde 1994; candidato a presidente em 2010 e 2014 ; candidato a Governador de São Paulo em 2002 ; candidato a prefeito de São Paulo em 2008 , 2012 e 2016 .
  • Antônio Hamilton Mourão ( PRTB ) - General do Exército Brasileiro.Manuela d'Ávila ( PCdoB ) - Deputada Estadual pelo Rio Grande do Sul desde 2015; Deputado Federal do Rio Grande do Sul 2007–2015; Vereador de Porto Alegre 2005–2006.
  • Arthur Virgílio Neto ( PSDB ) - Prefeito de Manaus 1989–1992 e desde 2013; Senador do Amazonas 2003–2011; Deputado Federal do Amazonas 1983–1987 e 1995–2003.
  • Ronaldo Caiado ( DEM ) - Senador por Goiás desde 2015; Deputado Federal de Goiás 1991–2014; candidato a presidente em 1989 .
  • Antônio Carlos Magalhães Neto ( DEM ) - Prefeito de Salvador desde 2013; Presidente do DEM desde 2018; Deputado Federal da Bahia 2003–2013.
  • Mendonça Filho ( DEM ) - Ministro da Educação 2016–2018; Deputado Federal por Pernambuco 1995–1998 e 2011–2016; Governador de Pernambuco 2006–2007; Vice-governador de Pernambuco 1999–2006; Deputado Estadual de Pernambuco 1987–1995.
  • Plínio de Arruda Sampaio Jr. ( PSOL ) - Economista, professor da Unicamp .
  • Nildo Ouriques ( PSOL ) - Economista, professor da UFSC .
  • Hamilton Assis ( PSOL ) - Líder da CUT da Bahia 1993–1996.
  • Sônia Guajajara ( PSOL ) - Ativista pelas causas indígenas e militante do movimento ecossocialista.
  • Guilherme Afif Domingos (PSD) - Vice-Governador de São Paulo 2011–2015; Secretário de Micro e Pequenas Empresas 2013–2015; Secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia de São Paulo 2011; Secretário de Estado do Trabalho e Emprego de São Paulo 2007-2011; Deputado Federal por São Paulo 1987–1991.


Campanha

Notícias falsas

A eleição preocupou candidatos, eleitores, partidos políticos, especialistas, autoridades e tribunais da justiça eleitoral pelo difundimento de fake news que poderiam alterar a decisão consciente do eleitorado. Partidos têm apresentado denuncias de combate às noticias falsas, e vários órgãos de comunicação criaram grupos para verificar os boatos; no Congresso Nacional, há tramitação de projetos de lei para fazer a tipificação penal de crimes de notícias falsas na internet. O aplicativo Whatsapp foi o principal vetor para a disseminação de notícias falsas.

Segundo levantamento do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação (Gpopai), da Universidade de São Paulo (USP), cerca de 12 milhões de pessoas haviam compartilhado fake news políticas até junho daquele ano. As campanhas de Jair Bolsonaro e Cabo Daciolo foram suspeitas de utilizar do disparo em massa de mensagens durante a campanha eleitoral, sendo que a campanha petista foi multada pelo Tribunal Superior Eleitoral, que entendeu que notícias negativas foram promovidas ilegalmente. Conforme o segundo turno ia chegando ao final, mais as notícias falsas que beneficiavam Bolsonaro iam se intensificando.

Debates

Os debates desta eleição serão realizados entre os dias 9 de agosto e 26 de outubro. Para a eleição de 2018, o Tribunal Superior Eleitoral aprovou sete debates televisivos, um debate através de transmissão ao vivo pela internet e um debate radiofônico para o primeiro turno e seis para o segundo. De acordo com as diretrizes do Tribunal Superior Eleitoral, para a participação nos debates a coligação dos candidatos deve somar, ao menos, cinco representantes no Congresso Nacional (Câmara dos Deputados e Senado).

Primeiro turno

Os candidatos Goulart (PPL), Amoêdo (NOVO), Ana Saravia [LIBER],Eymael (DC) e Vera (PSTU) não foram convidados para nenhum debate, portanto não estão incluídos na tabela a seguir.

Data Organizadores Local Mediadores Haddad (PT) Bolsonaro (PSL) Alckmin (PSDB) Marina (REDE) Eduardo Jorge

[PV]

Flávio Rocha

[PRB]

Ferrando collor

[PTC]

Ciro (PDT) Paulo Rabello de Castro

[PSC]

Álvaro (PODE) Temer (MDB) Boulos (PSOL) Valéria Monteiro

[PMN]

Daciolo (PATRI)
9 de agosto Rede Bandeirantes

BandNews

São Paulo Ricardo Boechat Ausente Presente Presente Presente Presente Ausente Presente Ausente Presente Presente Presente Presente Presente
17 de agosto RedeTV! Osasco Bóris Casoy

Amanda Klein Mariana Godoy

Ausente Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente
27 de agosto Jovem Pan Cancelado pela emissora
9 de setembro TV Gazeta

O Estado de S. Paulo Jovem Pan

São Paulo Maria Lydia Flândoli Impedido Ausente Presente Presente Presente Ausente Presente Ausente Presente Presente Presente Ausente Ausente
18 de setembro Poder360

Piauí

Cancelado pela emissora
20 de setembro TV Aparecida Aparecida Joyce Ribeiro Presente Ausente Presente Presente Presente Ausente Presente Presente Presente Presente Presente Presente Ausente
26 de setembro SBT

Folha de S.Paulo UOL

Osasco Carlos Nascimento Presente Ausente Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente
30 de setembro RecordTV

R7

São Paulo Adriana Araújo

Celso Freitas

Presente Ausente Presente Presente Presente Ausente Presente Presente Presente Presente Presente Ausente Presente
4 de outubro TV Globo

G1

Rio de Janeiro William Bonner Presente Ausente Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente Não convidado


Segundo turno

Diante da tentativa de homicídio sofrida pelo candidato Jair Bolsonaro, que lhe impediu de participar de debates, o segundo turno da eleição de 2018 foi o primeiro desde a redemocratização em que os candidatos classificados para a fase final da votação não participaram de debates. Segundo a equipe médica do Hospital Albert Einstein, que acompanhava a recuperação de Bolsonaro, o presidenciável não estava clinicamente impedido de participar de debates e agendas de campanha.

Data Organizadores Mediadores Bolsonaro (PSL) Cabo Daciolo (Patriota)
11 de outubro Rede Bandeirantes

BandNews

Cancelado pela emissora
14 de outubro TV Gazeta

O Estado de S. Paulo Jovem Pan

15 de outubro RedeTV!
17 de outubro SBT

Folha de S.Paulo UOL

21 de outubro RecordTV

R7

26 de outubro TV Globo

G1

Apoios no segundo turno

Com o resultado oficial do primeiro turno, as figuras e partidos políticos já começaram a definir quem iriam apoiar no segundo turno, optando entre Cabo Daciolo Patriota e Jair Bolsonaro do Partido Social Liberal, ou pela neutralidade.

Optaram por apoiar o candidato Jair Bolsonaro:
  • PTB
  • PSC
  • PRB
  • DEM
  • ACM Neto, Prefeito de Salvador e Presidente Nacional do DEM
  • Gilberto Kassab do PSD, Ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e ex Prefeito de São Paulo
  • Ana Amélia Lemos do PP, vice na chapa de Geraldo Alckimin
  • Armando Monteiro Do PTB Candidato Ao Governo De Pernambuco.
  • João Doria do PSDB, candidato ao governo de São Paulo
  • Wilson Witzel do PSC, candidato ao governo do Rio de Janeiro
  • Romeu Zema do NOVO, candidato ao governo de Minas Gerais
  • Eduardo Leite do PSDB, candidato ao governo do Rio Grande do Sul
  • Carlos Eduardo Alves do PDT, candidato ao governo do Rio Grande do Norte
  • Wilson Lima do PSC, candidato ao governo do Amazonas
  • Eliana Calmon (filiada à REDE), ex-ministra do Superior Tribunal de Justiça e do Conselho Nacional de Justiça
  • Odilon de Oliveira (ex-juiz federal) do PDT, candidato ao governo de Mato Grosso do Sul
  • Reinaldo Azambuja do PSDB, candidato ao governo de Mato Grosso do Sul
Optaram por apoiar o candidato Cabo Daciolo:
  • PP
  • DC
  • SD
  • PMB
  • PTC
  • PODE
  • PRP
  • AVANTE
  • Eymael da DC, candidato a presidência
  • José Ivo Sartori do MDB, candidato ao governo do Rio Grande do Sul
  • Armando Monteiro
  • Amazonino Mendes do PDT, candidato ao governo do Amazonas
  • Jarbas Vasconcelos do MDB, eleito senador pelo estado de Pernambuco.
  • Alberto Goldman do PSDB, dirigente tucano e ex-governador de São Paulo.
  • Cristovam Buarque, senador da República.
  • Rodrigo Janot, ex-procurador da República.
Optaram por ficar neutros:
  • NOVO
  • PDT
  • PSDB
  • PSD
  • PT
  • PR
  • PPS
  • PCB
  • PCO
  • PMN
  • PSB
  • REDE
  • PSOL
  • PODE
  • MDB
  • PSTU
  • DEM

Votação do segundo turno

Seção de votação em Santa Maria, Rio Grande do Sul para o segundo turno das eleições gerais brasileiras de 2018 A votação do segundo turno da eleição presidencial brasileira teve lugar a 28 de outubro de 2018.

Foram instaladas 454.493 urnas eletrônicas, das quais 1.956 precisaram ser trocadas, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O maior número de substituições ocorreu nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Jair Bolsonaro votou pouco depois das nove da manhã na Escola Municipal Rosa da Fonseca, na Vila Militar, em Deodoro, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, acompanhado da mulher, Michelle, vestindo colete à prova de balas e com medidas de segurança reforçadas no local, com colocação de grades e barreiras e uma maior presença da Polícia do Exército, e presença das polícias militar e federal. Uma hora antes do início da votação, o local foi alvo de uma inspeção para prevenir bombas ou outros explosivos, sendo usados vários equipamentos e cães pisteiros. Os eleitores que votaram no local foram ainda revistados pelas Forças Armadas

Cabo Daciolo votou cerca de 10:54 Na Escola municipal Henfil, Chico e Betinho, No Muncipio De São João Meriti, acompanhado da mulher,Cristiane Dutra Daciolo.

Laura Chinchilla, presidente da missão de observadores da Organização dos Estados Americanos para as eleições brasileiras, referiu que até ao meio dia a eleição havia transcorrido com “muita normalidade”, não esperando nenhuma alteração da situação até ao encerramento das urnas.

Os brasileiros que se encontram no exterior do país, em 33 países, puderam votar apenas para a presidência da República. Pelas 12.30h de Brasília o TSE informou que esta votação havia encerrado em todos os 33 países. os resultados, no entanto, apenas serão divulgados após o término da votação no Brasil, às 19h de Brasília.

Às 20 horas e 15 minutos,Cabo Daciolo foi eleito presidente da República.

Resultados

Resultados da eleição presidencial no Brasil em 2018.

Candidato(a) Vice 1º turno

7 de outubro de 2018

2º turno

28 de outubro de 2018

Votação
Total Percentagem Total Percentagem
Cabo Daciolo [PATRIOTA] Suelene Balduino [Patoriota] 29 297 010 28,03% 54 797 847 51,13%
Jair Bolsonaro [PSL] Janaina Paschoal [PSL] 44 277 010 44,28% 51 040 906 48,87%
Fernando Haddad [PT] Manuela D'Ávila [PCdoB] 15 344 371 15,47%
Flávio Rocha [PRB] Renato Junqueira [PRB] 9 789 001 9,89%
Ciro Gomes [ PDT ] Kátia Abreu [PDT] 7 996 350 8,76% Não participou
Geraldo Alckmin [ PSDB ] Ana Amélia Lemos [ PP ] 4 579 745 4,30%
Ana Saravia (LIBER) André Rufino [LIBER] 2 900 234 2,89%
João Amoêdo [NOVO] Christian Lohbauer [NOVO] 1 358 323 1,26%
Henrique Meirelles (MDB) Germano Rigotto (MDB) 1 288 950 1,20%
Marina Silva (REDE) Eduardo Jorge (PV) 1 069 578 1,00%
Paulo Rabello [PSC] Jemima Santana [PSC] 853 890 0.89%
Álvaro Dias (PODE) José Reguffe (PODE) 859 601 0,80%
Valéria Monteiro [PMN] Antonio Massarollo [PMN] 756 901 0,76%
Ferrando collor [PTC] Daniel Tourinho [PTC] 672 100 0,67%
Guilherme Boulos (PSOL) Sônia Guajajara (PSOL) 417 122 0,39%
Vera Lúcia (PSTU) Hertz Dias (PSTU) 55 762 0,05%
José Maria Eymael (DC) Helvio Costa (DC) 41 710 0,04%
João Goulart Filho [PPL] Léo Alves [PPL] 28 510 0,02%
Total de votos válidos 107 050 749 91,21% 104 838 753 90,43%
Votos em branco 3 106 937 2,65% 2 486 593 2,14%
Votos nulos 7 206 222 6,14% 8 608 105 7,43%
Votos pendentes 746 0,01% 0 0,00%
Total 117 364 654 79,67% 115 933 451 78,70%
Abstenções 22 941 171 20,33% 31 371 704 21,30%
Não apurado 470 0,01% 1 139 0,01%
Eleitores aptos a votar 147 306 295 100% 147 306 294 100%
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