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Eleições gerais do Brasil em 2019
5 de maio de 2019
Participação
  
86.2 % Increase2.png 15.7 %

Resultados
Tucano PSDB.png
PSDB – João Doria
Votos 71 226 164  
Assentos obtidos 200 Increase2.png  
  
38.99 %
Partido Social Democrata Logo.png
PSD – Raimundo Gleisor
Votos 50 681 244  
Assentos obtidos 146 Decrease2.png  
  
28.46 %
Brazilian Labour Party.png
PTB – Carlota Chancers
Votos 43 122 171  
Assentos obtidos 127 Increase2.png  
  
24.76 %
Partido Conservador (Colômbia).png
PC – Ronaldo Silve
Votos 11 542 116  
Assentos obtidos 25 Increase2.png  
  
6.1 %
PRB Logo.png
PRB – Leonardo Crive
Votos 9 332 117  
Assentos obtidos 11 Decrease2.png  
  
2.14 %

As eleições gerais do Brasil em 2019 foi uma eleição parlamentar realizada em 5 de maio de 2019, serviram com uma renovação do Parlamento Nacional. O Partido Social Democrata Brasiliero de João Doria conseguiram a maioria com a coalização do Partido Social Democrata (PSD) de Raimundo Gleiser fazendo a coalização PSD-PSDB, com isso, João Doria acabou sendo eleito primeiro ministro do Brasil, 5 dias depois tomou posse.

O Governo Pessedista de Raimundo Gleisor foi um dos mais impopulares na época, devido várias crises bancários pelo país. Em 2017, foi acusado de ter participado em operações maliciosas no Rio de Janeiro. 1 ano depois, com vários problemas internos pelo partido, acabou quebrando a coalizão do PSD-PTB que durou 9 anos.

O Tucano João Doria modernizou o seu partido desde sua entrada como líder da oposição, tornando-se um partido mais liberal em questões sociais. Além de mais, os tucanos seguiram uma linha mais moderada em questões económicas (como fez o primeiro-ministro Jair Busher no seu mandato). No resultado da eleição, Doria era visto como uma grande via para o melhoramento do país, fazendo que sua popularidade aumentasse e obteve no resultado da eleição mais de 50% dos votos popular.

Contexto

Governo Marie e a crise financeira de 2016-18

O Segundo mandato de Teresa Marie como primeira ministra do Brasil, reeleita nas eleições de 2015, graças a coalizão PSD-PTB. Dias após a posse, Marie fundou instituidos de caridade em regiões como Guiana e Acre nas regiões do brasil. Participou de algumas instituições mundiais como a LPE em agosto de 2015.

Na saúde, foi contra a lei de privatização do Sistema de Saúde Brasileiro em dezembro de 2015. Afirmou que ''iria dificultar gente com necessidade'', a afirmação aproximou o PTB e PSD. Assim como Busher, apoiou as medidas de imigração que ocorriam no mundo, no governo dela, 400 mil imigrantes foram recebidos pelo Brasil.

Em janeiro de 2016, o Banco do Brasil e o Banco do Recife entram em uma crise, o governo brasileiro se recusa a dar dinheiro para se recuperar, com isso os bancos acabam sofrendo uma recessão grande. Em agosto de 2016, o país entra oficialemnte em crise.

Na crise financeira do Brasil, o país acabou parçando também por uma crise política, parlamentares do PSD eram contra ações de Teresa Marie em alguns assuntos. A Coalizão PTB-PSD acabou se distanciando politicamente. Com a crise crescendo, acontece protestos em todo país. Em agosto, Marie renúncia no cargo de líder do PSD. Em 2017, a crise piora, com isso, os protestos contra o governo aumenta e em setembro do mesmo ano, Marie renúncia do cargo, ficando no seu lugar, Raimundo Gleisor.

Campanha

O Partido Social Democrata buscava uma alternativa para sua sustentabilidade política devido as crises internas pelo partido e pela quebra da coalizão do PSD-PTB em 2018. Em fevereiro de 2018, o partido teve prévias, onde que no final Raimundo Gleisor ganhou com uma porcentagem de 56% dos votos obtidos. Gleisor possuía uma firme e forte campanha da economia e pro-comércio.

Para os tucanos o seu líder João Doria trouxe um grande nível de experiência e estabilidade para um partido. apenas 18 meses antes. Os tucanos concentraram sua campanha em questões sociais mais liberais. O partido fez muitas propagandas eleitorais atacando seus adversários como o PSD e PTB, o que fez um fortalecimento na campanha de Doria.

Resultados

Como esperado nas pesquisas de opinião, João Doria acabou ganhando a eleição, onde obteve 37.64% dos votos válidos, sendo o candidato mais votado na história das eleições do Brasil. Já o primeiro-ministro Raimundo Gleisor, obteve apenas 26.78% dos votos, tendo um dos piores resultados pelo PSD desde 1990. A Trabalhista Chancers teve o melhor resultado trabalhista nas eleições desde 2004, com 20% dos votos válidos.

Ambos os dois maiores candidatos não obterem a maioria de 40% (de acordo com a constituição de 1949), PSDB teve que fazer coalização para ganhar, tendo o PSDB fazendo coalizão com o PSD de Gleisor 2 dia depois, sendo Doria escolhido como o primeiro-ministro na eleição.

200 146 127 25 11 4
Doria Gleisor Chancers Silve Crive Melos
Parlamento Nacional em 2021 (Universo-26).png
Partidos Candidato Votos % Assentos
Partido Social Democrata Brasileiro João Doria 71,226,164
37,64 / 100
200 / 513
Partido Social Democrata Raimundo Gleisor 50,681,244
26,78 / 100
146 / 513
Coalizão PSDB-PSD 121,907,408 64,42 246
Partido Trabalhista Brasileiro Carlota Chancers 43,122,171
22,79 / 100
127 / 513
Partido Conservador Ronaldo Silve 11,542,116
6,1 / 100
25 / 513
Partido Republicano Brasileiro Leonardo Crive 9,332,117
4,93 / 100
11 / 513
Partido Comunista Brasileiro Carlos Melos 3,335,843
1,76 / 100
4 / 513
Partido(s) Líderes 189,239,655 100% 513

Grande Colizão

Em 7 de maio de 2019, o PSDB de João Doria acabou negociando com o PSD do primeiro-ministro para formar uma coalizão PSD-PSDB. A Coalizão acabou dando sucesso e os dois partidos fizeram a coalizão contra o PTB e outros partidos. A Coalizão escolheu Doria como primeiro-ministro do Brasil, sendo Doria eleito primeiro-ministro, tomando posse apenas 2 dias depois.

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