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Enesto Branco
Linha do tempo: Universo 26
Enesto Branco (Universo 26)
Branco em 1964 como secretário-geral da OTA

14 de julho de 1958 - 9 de maio de 1960
Presidente Pedro de Aurora (1958-1960)
Antecessor Carlos Andrade Domingues
Sucessor Edmundo Musk

14 de julho de 1958 - 1 de dezembro de 1950
Primeiro-ministro   Carlos Andrade Domingues
Antecessor Paulo Tomás
Sucessor Pedro de Aurora

10 de janeiro de 1964 - 10 de janeiro de 1972
Antecessor Henry Potter
Sucessor Sebastiãn Migueli

14 de julho de 1958 - 29 de abril de 1960
Antecessor CAD
Sucessor Edmundo Musk

Prefeito de Montivéo
1 de outubro de 1937 - 1 de outubro de 1941
Antecessor Renaldo Campos
Sucessor Sérgio Mattarella

Membro do Parlamento Nacional
por Cisplantina
20 de maio de 1959 - 7 de dezembro de 1963

1 de fevereiro de 1944 - 11 de maio de 1946

Informação pessoal
Nascimento 9 de fevereiro de 1901
Montíveo, Bandeira do Brasil (Universo 26) Brasil
Falecimento 26 de dezembro de 1980 (79 anos)
Natal, Bandeira do Brasil (Universo 26) Brasil
Partido PC (1925-1929)
PDC (1929-1933)
PIB (1933-1946)
PSD (1948-1975)
Religião Cristianismo
Cônjuge Calcilda Branco (1927-m.1975)
Filhos 2

Enesto Emiliano Branco (Montivéo, 9 de fevereiro de 1901 - Natal, 26 de dezembro de 1980) foi um político e escritor que serviu como Presidente do Brasil entre 1950 a 1958, em seguida serviu Primeiro-Ministro entre 1958 a 1960 e o Secretário-geral da OTA entre 1964 a 1970.

Branco nasceu em Montivéo e passou a a maior parte de sua infância na fazenda da família. Serviu no exército e logo depois virou dono de uma retrosaria antes de juntar-se ao Partido Conservador em 1930. Apesar de ser contra o governo de Gaspárcio, se juntou ao partido integralista para obter algum cargo público, onde conseguiu como prefeito de sua cidade entre 1937 a 1945. Após a Revolução de 11 de maio, Branco se juntou as ideias de CAD e ingressou ao PSD em 1948, e rapidamente ganhou muito apoio com o primeiro-ministro, fazendo com que ele fosse escolhido pelo partido para se candidatar para as eleições de 1950, ganhando com 54% dos votos e reeleito com 70% em 1954. Seu governo foi marcado pela presença do Brasil na Grande Guerra e assim como CAD, foi um grande crítico do governo francês antes mesmo da guerra, aprovando os pedidos de sanções contra a França do governo pessedista. Com a renúncia de CAD em 1958, ganhou de forma unanime as eleições de liderança do PSD e se tornou assim o primeiro-ministro do país. Apesar de um bom começo, Branco deu de cara com o estouro das bolsas de valores na Europa que culminou em uma crise nos países europeus e no Brasil. Conseguiu amenizar bastante a situação com suas políticas econômicas, contudo seu governo era amplamente impopular e por isso decidiu renunciar em maio de 1960. Suas políticas só dariam certo alguns anos depois, ainda no governo do pessedista de Heitor Meroz que foi responsável por divulgar os resultados das políticas de Branco, por conta disso, Branco conseguiu se candidatar e ser eleito nas eleições de 1963. No mesmo ano foi escolhido para ser secretário da OTA, aceitando tomando posse no ano seguinte.

Branco teve um papel excepcional como secretário-geral, no qual foi o principal responsável pelo fortalecimento e o expansionismo da aliança. Rivalizou a aliança ocidental com a União Socialista, descrevendo como uma ''ameaça maligna para o mundo democrático'' em seu discurso e conseguiu convencer a diversos países europeus a se juntarem a aliança, sendo 16 países aderindo a OTA durante seu mandato. Foi responsável por defender a Geórgia durante um conflito com a URS e conseguiu pressionar a União Socialista de terminar a guerra. Deixou o cargo em 1972 e após sua morte recebeu uma estátua na sede da OTA em 1985, deixando um legado importantíssimo na aliança. Na Geórgia, é extremamente respeitado e elogiado por seu papel durante a Guerra da Geórgia, tendo uma estátua na capital e o seu nome de uma cidade perto de Batumi, na qual visitou em 1970 e foi recebido com uma grande cerimônia.

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