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Terreur Africaine
Local África Oriental Francesa
  • Senegal
  • Tongos
  • Mali
  • Arger
  • Chade
  • Nigéria do Norte
Período 1930-1949
Vítimas: Africanos não-brancos
  • Negros africanos
  • Árabes
Tipo de agressão: Assassinato em massa, Genocídio

e limpeza étnica

Número de vítimas: Entre 9 a 14 milhões de pessoas
Motivo: Racismo e assimilação cultural

e racial

Responsáveis Henri d'Artois' Flag of France (proposed) França Zanista
  • Exército Francês
  • Forças de Defesa do Estado

O Genocídio na África Francesa ou Genocídio Africano, conhecido também como o Terror Africano (em francês: Terreur Africaine) refere-se a um genocídio cometido pela França Zanista para assim disseminar a raça não-branca (árabes e negros) nas colônias pertencentes a França. O genocídio durou por quase todo período zanista na França de 1930 até 1949 quando a Grande Guerra começou.

O presidente francês, Henry Zani pretendia transformar as colônias africanas em estados ultramarinos. Para isso, Zani impôs uma política de extermínio aos povos não-brancos e a sua cultura, e logo depois mandou cerca de 1 milhão de franceses para essas regiões, com o claro objetivo de assimilar os estados ultramarinos a cultura francesa branca.

O genocídio resultou na morte de 9 a 14 milhões de africanos negros e árabes e é um dos eventos mais marcantes da história do continente, chegando até mudar a cultura africana entre esse período, tendo o aumento de 25% da população branca nas colônias africanas entre 1939 a 1949.

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