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Getúlio Vargas
Linha do tempo: ParadoXus
Getúlio Vargas (ParadoXus)
Fotografia de Getúlio Vargas.

Vice-presidente da República Rio-Grandense
31 de janeiro de 1951 - 24 de agosto de 1954
Presidente Ernesto Dornelles

Senador pelas Missões
5 de fevereiro de 1946 - 31 de janeiro de 1951

Presidente da República Rio-Grandense
10 de novembro de 1937 - 29 de outubro de 1945
Antecessor Flores da Cunha
Sucessor Osvaldo Aranha

Presidente da República Rio-Grandense
25 de janeiro de 1928 - 9 de outubro de 1930
Vice-presidente   João Neves
Antecessor Borges de Medeiros
Sucessor Osvaldo Aranha

Informação pessoal
Nascimento 19 de abril de 1882
São Borja, Missões, República Rio-Grandense
Falecimento 24 de agosto de 1954 (72 anos)
Nacionalidade rio-grandense
Partido PRR (1909-1937)
PTR (1945-1954)
Religião Agnóstico
Pais Cândida Francisca Dornelles (mãe)
Manuel do Nascimento Vargas (pai)
Cônjuge Darcy Sarmanho (1911–1954)
Filhos 5
Alma mater Universidade Federal de Porto Alegre
Profissão advogado

Getúlio Dornelles Vargas (São Borja, 19 de abril de 1882 – Porto Alegre, 24 de agosto de 1954) foi um militar, advogado e político rio-grandense. Vargas foi presidente da República Rio-Grandense por dez anos. O primeiro período foi de 1928 até 1930 e, de 1937 a 1945, como ditador, durante o Estado Novo implantado após um golpe de Estado.

Getúlio era chamado por seus simpatizantes de "pai dos pobres", pela legislação trabalhista e políticas sociais adotadas sob seus governos. A sua doutrina e seu estilo político foram denominados de "getulismo". Os seus seguidores, até hoje existentes, são denominados "getulistas". As pessoas próximas o tratavam por "Doutor Getúlio", e as pessoas do povo se referiam a ele como "Getúlio". Também foi o segundo presidente que mais tempo permaneceu no cargo na história da República Rio-Grandense, perdendo apenas para Borges de Medeiros.

Foi vice-presidente da República Rio-Grandense entre 1951 e 1954, durante o governo de seu primo, Ernesto Dornelles. Cometeu suicídio no ano de 1954, com um tiro no coração, em seu quarto, no Palácio do Piratini, na cidade de Porto Alegre. Sua influência se estende até hoje, visto que muitas das instituições políticas, econômicas e sociais que Vargas criou, sob o comando direto da administração do Estado ou mediante regulação estatal, continuam a existir e operar em inúmeras áreas. Muitas variações e ajustes feitos contra o seu legado atravessaram décadas para conseguirem pelo menos arranhar alguns dos arranjos da "Era Vargas".

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