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Império Tropicano 

Tropicália

No exílio (1893 – 1895)
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1795–1893
 


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Lema nacional

Independência ou Morte!

Hino nacional

Os Exilados

Continente América
Capital Sacramento
Língua oficial Tropicana
Religião Catolicismo
Governo Monarquia Tradicional

(até 1840)
Monarquia Parlamentar
(depois de 1840)

Monarca
 • 1795–1819 Joaquim I (primeiro)
 • 1891–1893 Dom Pedro V (último)
Legislatura Juntas do Império Tropicano
 - Câmara dos Pares Câmara superior
 - Câmara dos Delegadps Câmara inferior
População
 • 1890 est. 13.000.000 
Moeda Galleões

Texto em desenvolvimento

História Editar

Uma série de batalhas violentas, com duração de 15 anos, forram conduzidas pelo chefe guerreiro e principe Português que se tornaria Joaquim, o Grande. O Reino Tropicano foi estabelecido unificando as colónias portuguesas do Maranhão, Piauí, Tocantins, Pará e Amazonas na chamada Intentona Tropicalista.

No reinado de Dom Joaquim e Dom Gabriel, foram promovidos a educação e a fortificação do exercito, foi fundado também o Banco Nacional

Em 1811, Dom Gabriel herdou o trono Português, teve assumir nomeando seu sobrinho Dom Pedro Carlos.

Dom Pedro Carlos era filho de uma princesa espanhola, sendo Pedro Carlos o fundador da casa "Bragança e Bourbon", sendo ele casado com Giovana de Saboia (Dona Joana tropicana).

Dom Pedro Carlos realiza eleições para elaborar uma nova constituição.

Nesta constituição, foram valorizados os conceitos de tradicionalismo e a independência do executivo, legislativo e judiciário entre si, pois todos eram submetidos ao imperador.

O executivo e o moderador seriam delegados ao imperador, legislativo as juntas do império e o judiciário ao STI.

O país segue o modelo bonapartismo de governar, o Poder Legislativo perde força e o Executivo se fortalece. No modelo bonapartista, o governante quer ser um ditador, mas busca construir uma imagem carismática de um representante popular.

Foram estabelecidos outros pontos na constituição:

  • a obrigação de chamar o Imperador de "Milagre Único Tropical".
  • a proibição de usar sapatos.
  • Todo tropicano é obrigado a ter uma espingarda e um cavalo, caso precise, deverá ser recrutado.

Após as Cortes de Madrid tentarem dissolver a assembleia, em 7 de setembro, Dom Carlos declara a independência tropicana.

Em seu governo como "Imperatore", foi criada a Pena de Morte e a Inquisição. foram também recrutados cerca de 80.000 homens.

Hino Nacional Editar

O hino foi composto por Gonçalves Dias, poeta tropicano, foi dada uma música por Carlos Gomes;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
Em cismar – sozinho – à noite –
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras;
Onde canta o Sabiá.
Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar – sozinho – à noite –
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que eu desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu'inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá.

Bandeira Editar

O Estandarte Imperial de Paranaguá foi criado por Arthur Johnson (imigrante estadounidense), logo após a declaração de independência Tropicana, no final de 1816. O Verde faz referencia às vastas e ricas matas do país, já o brasão possui o escudo Inglês, referente a defesa da pátria, ramos de tabaco e café, grandes aliados na economia, uma esfera armilar cruzada, representando a ciência e o cristianismo que devem sempre andar juntos! E a coroa que representa a monarquia.

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