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Primeiro Reino no Paranaguá
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1815-1891
 


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Hino nacional

Hymno Patriotico

Continente América
Capital Rio de Janeiro
Língua oficial Tupi-Português
Religião Catolicismo
Governo Monarquia
  • Tradicional
Monarcas
 • 1815–1821 D. João I
 1889-1891 D. Sulpino II
Legislatura Cortes
População
 • 1820[1] est. 7 000 000 
Moeda Guarani

Símbolos Nacionais


1. A Bandeira Imperial


O Estandarte Imperial de Paranaguá foi criado por João Baptista Debrê, logo após a declaração de independência de Paranaguá, no final de 1816. O Verde faz referencia às vastas e ricas matas do país, já o brasão possui o escudo Inglês, referente a defesa da pátria, ramos de tabaco e café, grandes aliados na economia, uma esfera armilar cruzada, representando a ciência e o cristianismo que devem sempre andar juntos! E a coroa que representa a monarquia.


2. O Hino Nacional

O Hino Patriótico tem composição do escritor Machado d’Assis e tem sua música composta por Carlos Gomes, ambos Paranaguaios.

RealEstandarte

COLÓNIA E A CASA DA COSTA

Após o descobrimento de novas terras por Portugal, a Ordem dos Jesuíticas ficou responsável pelas novas terras, tendo a ordem formado 3 grandes colónias: Guairá, Itatim e Tape.

Cada colónia tinha um governador, sendo a principal colónia, o Guairá, da qual José da Costa assumiu o governo em 1777, e aí originou-se uma casa, os barões de Paranaguá, que governara antes e depois da Independência. O título foi cedido à José por conta da conquista das tribos de Paranaguá.

JOÃO DA COSTA E O GRITO DO IPIRANGA

Em 1801, João da Costa (neto de José da Costa) assume o governo.

Entre suas reformas, está a modernização do país. Foram construídas ruas, e foi abolido o decreto português que proibia a construção de Industrias na colónia.

Isso gerou uma crise entre o governo da colónia e a metrópole, muito distante, as cortes não puderam fazer nada.

Em 1808, Napoleão invade e conquista Portugal, com isso, Luciano Bonaparte vira rei de Portugal e as colónias são abandonadas, João utiliza sua milíciam para invadir as outras colónias e constituir um governo provisório, que ele chama de "Marquesado de Paranaguá", uma colónia de 30.000 portugueses que fugiram de Portugal chegaram aqui.

LIBERDADE OU MORTE!

A derrota de Napoleão em 1815 gerou um conflito: como ficaria o marquesado? Portugal desejava a reanexação! Ordenou a volta de João da Costa, mas em 9 de janeiro de 1816, ele declara:

"Como é para o bem de todos e a felicidade geral da nação, estou pronto! Digam ao povo que eu fico!", a notícia repercutiu, o povo ficou admirado! Tudo isto com a ajuda de Zoé Constant, português de origem francesa.

Em 7 de Setembro de 1816, Portugal, agora uma monarquia constitucional, decretou que Zoé estava preso e que João deveria voltar a Portugal sendo um delegado temporário.

João da Costa, que estava na colina do Ipiranga, perto do vilarejo do Ipiranga, declara ao povo do vilarejo: “De hoje em diante não somos mais parte de Portugal! Juro por minha honra, por meu sangue e por meu Tupã, promover e proclamar a independência de Paranaguá! Liberdade ou Morte!”

O que Portugal tem a fazer é, simplesmente, aceitar, pois a independência tinha apoio da Inglaterra.

Em 1817, uma Assembleia Constituinte é convocada, e João da Costa é elevado a Rei dos paranaguaios. Foi criada a Câmara dos Delegados, Câmara dos Senadores e o Supremo Tribunal Real, primeiramente, Perpétuo, mas teve seu mandato reduzido à 9 anos e seria eleito pela população.

Para se eleger Magistrado do STR, deveria ter magistratura, para delegado, possuir ficha limpa, para senador, ter sido deputado por 2 mandatos. O catolicismo foi mantido como religião oficial, mas as demais igrejas cristãs seriam toleradas.

Por fim, proclamava a liberdade de imprensa e criava os símbolos nacionais.

Em 1818, baseado na 2ª Imenda, o porte de armas foi liberado.

Aos 18 anos, qualquer pessoa poderia fazer o teste do governo para poder ter porte de qualquer arma.

VERSAILLES TROPICAL E A ABOLIÇÃO DA ESCRAVIDÃO

Apesar das dificuldades financeiras da Coroa, o reino estava em paz, o monarca gozava de boa saúde, foi construída a “Versailles Tropical” com o nome abrasileirado de “Versalhes”, que virou a capital de facto.

Em 1819, inicia-se o processo de abolição de escravidão com a “Lei Feijó” que proibia o trafico de escravos.

Lei Áurea, redigida pelo filho do meio, e delegado imperial, Miguel da Costa, príncipe do Guairá, que dizia que todos os poucos negros escravos (já que a escravidão nunca foi muito grande em Paranaguá) estavam livres e previa indenização aos eis proprietários de escravos.

1820-1821

Nestes anos, foi feita uma reforma agrária e houve a renuncia de João da Costa em 1821, assumindo em 1822, príncipe Dom Francisco.

E assim termina o Primeiro Reinado.

Francisco I (1822-1825) Editar

Relações exteriores Editar

Durante seu governo chegou ao fim a Questão de Palmas, foi objeto de disputa a posse das ilhas de Trindade e Martim Vaz, indevidamente ocupadas pela Coroa Britânica e depois restituídas à soberania paranaguaia. Foram reatadas também as relações diplomáticas com Portugal, rompidas quando o governo daquele país concedeu guarida a Luís Filipe de Saldanha da Gama e 525 partícipes da Segunda Revolta da Armada a bordo dos navios Mindelo e Afonso de Albuquerque.

Resumidamente, ele fez apenas isso, sendo afastado do cargo em 1825 por ineficencia, assumindo seu irmao, Miguel I.

Período Miguelista (1826-1834)

Filho de João I, Miguel ascendeu ao poder em 16 de outubro de 1826, aprovado pelo congresso. A principais características de suas políticas econômicas eram o protecionismo e a política da balança comercial favorável, sendo madeira e erva-mate os produtos mais exportados. O resultado dessas medidas foram até certo ponto, uma auto-suficiência em relação aos países vizinhos, praticamente inibindo o capital externo do país.

No início de seu governo, houve uma importante expansão da indústria têxtil, a partir de maquinário inglês.

Miguel se preocupou em fortalecer economicamente o Paranaguá, numa tentativa de fazer Rio de Janeiro um grande centro, assim como era a capital americana, além de confirmar a soberania do Paranaguá. 

Ao longo de seu governo, a elite colonial portuguesa presente no país perdeu força. Nesse processo, foi-se proibido o casamento de europeus com europeus, forçando os colonos a casarem-se com mulheres locais.  Além disso, as fronteiras foram totalmente fechadas.

Os quatro mosteiros do país foram nacionalizados em 1828. A Inquisição foi aprovada, e os confessionários passaram a contar com forcas próprias.

Miguel, que havia passado um tempo na França, moderniza o Exercito com ajuda de Henrique Kaijjer e a marinha com a ajuda do português Diogo Adalgalega.

Entre outras iniciativas, fundou em 1828 a Real Casa de Asilo dos Náufragos, em São João da Foz do Recife, destinada a casa abrigo para salva-vidas, predecessora do Instituto de Socorros a Náufragos. Esta instituição constituiu o primeiro embrião de um serviço de salvamento na costa paranaguaia. A Real Escola de Veterinária, predecessora da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade do Rio de Janeiro, foi criada pelo Decreto de El-Rei D. Miguel I, publicado a 7 de Abril de 1830 na "Gazeta do Rio de Janeiro".

  • Economia - criou-se o Banco da Costa, em 1827, regulando-se a emissão de moedas, reduzindo-se a inflação. As tarifas impostas eram protecionistas (ou seja, com aumento de impostos para a importação de produtos estrangeiros); o resultado geral foi uma Paranaguá com comércio e indústria fortalecidos, principalmente com os estímulos à produção e ao consumo interno;\
  • Educação - reorganizou-se o ensino, que anteriormente era organizado e regido pela igreja e o clero, com base maior nos ideais iluministas. Também Reconheceu-se a educação pública como meio importante de formação das pessoas, principalmente nos aspectos do comportamento moral, político e social.

Em 1830 Inicia-se a Guerra do Grão Pará, onde o recem independente país declara guerra ao país.

BrasãoDMiguel

Brasão de Dom Miguel:

Guerra do Grão Pará

Em novembro de 1830, Diogo Adalgalega retoma a cidade de Riachuelo na batalha do Riachuelo, tendo ele assumido o ministério do Império, iniciaria-se assim, o Período Adalgalega, então ele criou a Mocidade Paranguaia, para doutrinar a juventude. 

Já em 1831, Henrique Kaijjer, novo ministro da Guerra organiza um plano de invasão ao Grão Pará, que é bem sucedido, mas só dura um ano.

Em 1832, Muryllo Walker assume o comando da Guerra e persegue Mbappé Schklgrubber, líder do Grão-Pará até capiturá-lo, conquistando o país e o anexando ao Paranaguá.

Muryllo e Henrique foram agraciados com títulos de nobreza, tendo Henrique virado Marquês de Miranda e Muryllo o Duque de Partnsolis (cidade fundada por ele no Grão-Pará), Diogo recebe o título de Marquês de Tamandaré.

Pós Guerra

MapaGrãoPará
Em 1833, Miguel cria o salário mínimo no país! Este trabalho deveria ser o suficiente para uma família pagar as contas de moradia, alimentação, transporte e higiene.

Um problema inicia-se, um grupo de mulheres que se intitulavam "as bruxas que não queimaram" iniciaram a "Coluna Wicca". Henrique Kaijjer foi chamado para conter a revolta, mesmo conseguindo destruir e queimar muitas delas, Henrique acaba sendo seduzido por uma destas revolucionarias e acaba sendo morto e comido por ela.

Em 1834, Miguel expulsa a maçonaria do país, perdendo apoio até de sua família, com grande número de maçons dentro dela, sem apoio político, ele renuncia.

Sulpino I e II (1834-1889)

Seu governo resume-se em estabilidade política até a anexação de Benguela, logo após, Inglaterra, França, Espanha e Portugal invadiram o país numa guerra que durou até 1891.

Em 1889, Sulpino I renuncia assumindo Sulpino II, que é deposto 2 anos depois.

Governo

O Governo de Paranaguá é dividido em três ramos: o Poder Executivo; exercido pelo Imperador ; o Poder Legislativo; exercido pelo Senado Imperial; e o Poder Judiciário; exercido pela Alta Corte Real.

Ministério da Guerra

Ministério da Armada

Ministério da Fazenda

A Religião Católica Apostólica Romana deverá a ser a religião do Império. Todas as outras religiões serão proibidas com risco a pena de morte.

O seu território é dividido em Províncias na forma em que atualmente se acha, as quais poderão ser subdivididas, como pedir o bem do Estado.

Aos 18 anos, o jovem deverá ir ao governo para poder pegar o posse de Armas.

Casamentos não-mistos não são permitidos.

Feriados Nacionais

  • 09 de janeiro - Dia do Fico
  • 7 de setembro - Dia do Ipiranga
  • 01 de outubro - Dia de Todos os Santos 30 de outubro - Dia das Bruxas (Halloween)
  • 09 de novembro - Dia do Riachuelo
  • 22 de novembro - Dia de Ação de Graças
  • 25 de dezembro - Natal
  • 31 de dezembro - Ano Novo

As Províncias são as seguintes:

. Itatim (maior província do Império)

Guairá (sede do governo e segunda província do Império)

. Tape (terceira maior província do Império)

Os pais da pátria:

Henrique Kaijjer

Jair Henrique Kaijjer Miranda, o Mito, nasceu em Tape, na atual cidade de "Miranda" em 1789.

Henrique formou-se na recém criada academia militar das agulhas negras e mais tarde tomaria liderança no exército na Coluna de Wicca e na Guerra do Grão Pará.

Graças ao seus serviços a pátria, tornou-se Marquês de Miranda.

Casou-se e teve 1 filho:

Miguel Henriques Miranda, escritor e autor do livro "Ela é amiga da minha mulher".

Diogo Adalgalega

Diogo Alexandre Banlahura Adalgalega nasceu em Portugal, em 1805, chegou aqui no ano da independencia, 1816.

Em 1830 foi obrigado a escolher entre Portugal e Paranaguá, escolhendo então o Paranaguá.

Diogo estava prometido para Rita Ramos, mas Diogo apaixona-se pelo seu amigo de infância, Martim, então os dois fogem para a rua, lá conhecem Henrique Kaijjer, que ve os dois mendigos e os ajuda dando-lhes abrigo.

Diogo lutou na batalha do Riachuelo, e virou o ministro mais importante, morreu em 1835 por uma garrafada na cabeça arremeçada por um anti-lusitano.\

Mesmo após a morte, foi condecorado com o titulo de Marquês de Tamandaré.

Muryllo Walker

Muryllo Aluísio Carlos Marques Frederico Enguelos Walker Partnsolis nasceu em Tape e era amigo de infância de Henrique Kaijjer.

Foi responsável pela conquista do Grão Pará e a fundação de Partnsolis.

Em 1842, Muryllo conquista a provincia de Benguela.

Muryllo morreu em 1866, envenenado por um opositor.

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