| João Doria | |
|---|---|
| Doria em 2019 | |
| Primeiro-Ministro do Brasil | |
| Período | 10 de maio de 2019 a 9 de setembro de 2025 |
| Presidente | Angela Roffman (2019-2020) Heitor Walker Busher (2020-2025) |
| Antecessor | Raimundo Gleisor |
| Sucessor | Aquiles Paraizo |
| Ministro da Economia | |
| Período | 19 de maio de 2004 a 11 de março de 2009 |
| Primeiro-Ministro | Jair Walker Busher |
| Antecessor | Carlos Denem |
| Sucessor | André Guedes |
| Líder da Oposição | |
| Período | 19 de janeiro de 2018 a 7 de junho de 2018 |
| Primeiro-Ministro | Teresa Marie |
| Antecessor | Fernando Merson |
| Sucessor | Carlota Chancers |
| Líder do Partido Social Democrata Brasileiro | |
| Período | 19 de janeiro de 2018 a 9 de setembro de 2025 |
| Antecessor | Fernando Merson |
| Sucessor | Aquiles Paraizo |
| Membro do Parlamento Nacional por Rio Branco | |
| Período | 4 de maio de 2004 até a atualidade |
| Dados pessoais | |
| Nome completo | João Gerson Doria |
| Nascimento | 11 de agosto de 1964 (61 anos) Rio Branco, |
| Nacionalidade | Brasileiro |
| Alma mater | Universidade Federal do Rio Branco |
| Esposa | Clara Doria (1987-) |
| Partido | PSDB (1990-) |
| Religião | Luterano |
João Gerson Doria (Rio Branco, 11 de agosto de 1964) é um político, administrador que serviu como primeiro-ministro do Brasil entre 2019 a 2025. Atualmente é parlamentar desde 2004, serviu como ministro da economia do governo Jair Walker Busher entre 2004 a 2009. Filiado ao PSDB, se tornou líder em 2018 após vencer as eleições de liderança do partido.
Nasceu e viveu no Rio Branco, sendo filho de imigrante italiano. Estudou na Universidade de Rio Branco em 1982, onde que se formou três anos depois. Entrou na carreira de político em 1990 filiado ao recém partido PSDB. Se tornou prefeito da cidade natal em 1997 e ficou no cargo até 2004 quando conseguiu se eleger como parlamentar pelo estado do Acre. No mesmo ano que foi eleito parlamentar, foi escolhido como o ministro da economia pelo primeiro-ministro Jair Walker Busher. Doria lidou com a Crise de 2007, e defendeu as restaurações de vários bancos brasileiros. Acabou ficando no cargo até 2009 devido à pressão cometida pelo seu próprio partido. A fraqueza na liderança de Merson fez com que Doria se aproveitasse e ganhasse notoriamente o seu partido com seus considerados ''Busheristas'', e por isso, conseguiu ser eleito líder do PSDB em 2018, tornando uma nova cara tanto na liderança de seu partido quando do Busherismo.
Nas eleições de 2019, seu partido foi o mais votado da história e conseguiu realizar a então Coalizão Brasil, onde foi nomeado como primeiro-ministro do Brasil. Assim como seu antecessor, seu grande objetivo era acabar com a instabilidade que o país vivia, algo que graças as suas medidas junto com o ministro da Economia foram realizadas com sucesso e o país conseguiu se estabelecer a partir de 2020. Doria diminuiu os gastos dos impostos e aumentou a energia não renovável no país, o que foi muito criticado por ambientalistas e resultou em protestos no país. Externamente fortaleceu os laços com os membros da União Americana e da OTA. Buscou apoio comercial com algumas nações socialistas como Guiné e Coreia e rivalizou as relações com o Pérsia e Líbia. Doria junto com o presidente foram os principais responsáveis por planejar a invasão em Mianmar para derrubar o regime comunista, provocando o Mauro e aumentando as tensões políticas na região. Em 2025, sofreu dois grandes escândalos, o primeiro da polêmica PEC que criava uma cláusula de barreira de 5% inspirado na Alemanha, e a outra e mais intenso, o Escândalo da Aliança Violetático, que visava quebrar a Coalizão Brasil e criar uma coalizão entre o PSDB e o PIBR. Esse último abalou fortemente seu governo, o que levou a sua renúncia no cargo de premier e líder do partido. Foi sucedido pelo seu ministro, Aquiles Paraizo após ele vencer as eleições de liderança do partido.
