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João Voort
Linha do tempo: Plano Borracha
João Voort (Plano Borracha)

11º Presidente do Nordeste
Atualmente no cargo
Desde 21 de janeiro de 2015

Membro do Congresso Nacional
por Arapiraca
Atualmente no cargo
Desde 12 de fevereiro de 2012

Informação pessoal
Nascimento 2 de janeiro de 1982 (42 anos)
Arapiraca, Alagoas, Bandeira da República Nordestina Nordeste
Partido Partido Trabalhista (2010-2018)
Partido Democrático (2018-)
Religião Agnosticismo

João Oliver Silva Voort é um político, diplomata e empresário nordestino que serve atualmente como presidente da República Nordestina.

Ideologia[]

Antes de entrar na política Voort tinha posições mais de centro, mas ao se aprofundar identificou-se desde então mais com a direita e foi influenciado por pensadores como John Locke, Edmund Burke, Friedrich Hayek, Maynard Keynes e figuras políticas como Winston Churchill, Franklin Roosevelt, Abraham Lincoln e Barack Obama. Ele identifica-se mais como liberal, o que é reforçado pela opinião da maioria dos cientistas políticos, que também o considera como uma figura de centro-direita.

Ele tornou-se conhecido em parte por defender as liberdades individuais no campo social e sua defesa a elas já foi considerada criticamente extrema tanto para grupos de direita quanto para grupos de esquerda, em uma situação em que ele perguntou do por que a necrofilia era proibida, apesar de não ter emitido uma opinião a respeito de facto. Essa posição em relação às liberdades individuais coincide-se com a sua posição declaradamente anticomunista e antifascista, que o faz ser a favor da criminalização do comunismo e do fascismo ou de apologia a eles e a favor da democracia liberal e social-democracia.

Voort valoriza as liberdades sociais, tendo formulado e aprovado leis que visam combater a discriminação sexual, religiosa e racial e também leis a favor da liberdade quanto ao uso recreativo de algumas drogas. Esta última pode relacionar-se parcialmente com a sua postura favorável aos direitos humanos, tendo defendido-os ao sistema carcerário, também com uma visão técnica de combater o crime organizado no longo prazo.

Mas por outro lado, alguns grupos de esquerda alegam flertes de Voort com a extrema-direita quanto ao fato de ele se opor à linguagem neutra e pautas de sexualidade infantil e ter importado pautas da direita europeia e americana de combate ao terrorismo, incluindo, por exemplo, a proibição da burca. Em adição a isso ele já admitiu ser relativamente conservador, sendo contra o aborto em caso de irresponsabilidade mas a favor em caso de estupro. Ele também foi criticado por diversos setores da esquerda por ter utilizado a força do Estado para combater fisicamente e censurado manifestantes a favor da Palestina e do Hamas em razão da eclosão da guerra em Israel, o que também pode ter uma certa relação às suas origens judaicas.

Sua intolerância a isso também foi uma contradição quanto à sua defesa às liberdades individuais e fundamentalmente à liberdade de imprensa que ele reforçou defender quando se dissera a favor da regulação da mídia para desoligopolizar o setor. Críticos da direita por outro lado atacam-no por seu favorecimento à regulação da mídia, alegando ser uma tentativa de censura. Isso foi ainda mais questionado porque ele enfatizou a regulamentação para evitar fake news na pandemia do COVID-19.

Apesar das controvérsias, Voort é a favor de outras pautas de inclusão como o investimento na educação, incluindo ressocialização no sistema carcerário, sistema de cotas raciais e sociais, equidade de gênero e saúde pública.

No campo econômico João Voort mantem sua identificação ao liberalismo, mas nesse campo mais favorável ao social liberalismo. Ele é abertamente a favor do capitalismo sendo um anticomunista declarado. Ele mostra-se a favor da simplificação da burocracia, incluindo uma diminuição considerável dos impostos corporativos, a fim de incentivar o empreendedorismo, mas também mostrou-se favor do investimento estatal na geração de tecnologia até o setor se tornar competitivo para a geração de empregos de qualidade como parte da política de distribuição de renda. E também é a favor da intervenção do Estado em épocas de crise e na regulamentação do setor financeiro a fim de evitar essas crises e nos cassinos os quais ele é favorável à liberalização. Ele tem pontos expressamente mais nacionalistas, não só quanto ao controle da imigração no campo social, mas também economicamente, sendo a favor de protecionismos e de setores estratégicos da economia estatizados, apesar de mínimos, como nos EUA.

Voort também é a favor de políticas mais sociais e keynesianas, de subsídio ao consumo dos mais carentes, de impostos sobre herança para aumentar a arrecadação e financiar os programas de bem estar social, distribuição de terras e até políticas ambientalistas e indigenistas. Ele também defende estudos que implicam que empresas que tratam de pautas de inclusão social conseguem aumentar a produtividade.

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