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História ColonialEditar

A história começa logo após a União Ibérica, os Asturo-Leoneses da região de "MIranda do Douro" da província de Portugal, estes formaram na Floresta Amazónica, uma colónia geral: Miranda da América.

A colónia tinha como subdivis ão, as provincias de Itatim, Guairá e Tape, sendo a maior delas, Guairá, admnistradas pelos "Marqueses da Costa", uma família que ficou rica na América.

História Independente

Em 1776, a União Ibérica vendeu as colónias, uma parte pra França, outra para a Inglaterra.

José Sulpines da Costa, primeiro Marquês da Costa nascido na América, que, por ordem, deveria regressar a Portugal, em 9 de Janeiro de 1777 diz que vai ficar.

Em 7 de setembro de 1777, ele recebeu duas cartas em sua fazenda:

A primeira vinha de Portugal e ordenava sua prisão;

A segunda, era uma carta do Congresso Geral, que foi aprovada pela Câmara dos Pares e a Câmara dos Deputados, esta era uma "Charta da Liberdad" que, caso aprovada pelo Marquês, declararia a Independência.

O Marq uês sabia que a punição para uma secessão era a morte, mesmo assim, ele assinou a carta, proclamar assim a Independência do Paranaguá.

Foi realizado um acordo no tratado de Lisboa, que reconheceia a independência da colónia em troca de acordos comerciais.

Primeiro Reinado

Agora rei, José Sulpines ganhou o título de "Dom José I".

Dom José encomendou uma nova bandeira nacional, que possuía o brasão da família Costa apenas uma cor vermelha trocada para verde, símbolo da Monarquia Tropical.

Outros símbolos nacionais foram criados, como o "Hino da Carta" e foram adquiridas relações com os estados unidos da América.

Como era cardeal, não possuia filhos, logo, a coroa passou para seu sobrinho: João da Costa.

Período Joanino

Após assumir, João convoca uma assembleia constituinte.

Em 1817, uma Assembleia Constituinte é convocada, e João da Costa é elevado a Rei dos paranaguaios. Foi criada a Câmara dos Delegados, Câmara dos Senadores e o Supremo Tribunal Real, primeiramente, Perpétuo, mas teve seu mandato reduzido à 9 anos e seria eleito pela população.

Para se eleger Magistrado do STR, deveria ter magistratura, para delegado, possuir ficha limpa, para senador, ter sido deputado por 2 mandatos. O catolicismo foi mantido como religião oficial, mas as demais igrejas cristãs serão toleradas.

Por fim, proclama a liberdade de imprensa e criação dos comuns comuns.

Em 1818, baseado na 2ª Imenda, o porte de armas foi liberado.

Aos 18 anos, qualquer pessoa poderia fazer o teste do governo para poder ter porte de qualquer arma.

VERSAILLES TROPICAL EA ABOLIÇÃO DA ESCRAVIDÃO

Apesar das dificuldades financeiras da Coroa, o reino estava em paz, o monarca gozava de boa saúde, foi construído um “Versailles Tropical” com o nome abrasileirado de “Versalhes”, que virou capital de facto.

Em 1819, inicia-se o processo de abolição da escravidão com a “Lei Feijó” que proibia o tráfico de escravos.

Lei Áurea, redigida pelo filho do meio, e delegado imperial, Miguel da Costa, príncipe do Guairá, que dizia que todos os poucos negros escravos (já que a escravidão nunca foi muito grande em Paranaguá) estavam livres e previa indenização aos eis proprietários de escravos.

Foi feita uma reforma agrária e houve uma renúncia de João da Costa em 1821, assumindo em 1822, príncipe Dom Francisco.

E assim termina o Primeiro Reinado.

Francisco I (1822-1825) Editar

Relações exteriores  [1]Editar

Durante seu governo chegou ao fim a Questão de Palmas, foi objeto de disputa a posse das ilhas de Trindade e Martim Vaz, indevidamente ocupadas pela Coroa Britânica e depois restituídas à soberania paranaguaia. Foram reatadas também como relações diplomáticas com Portugal, rompidas quando o governo daquele país concedeu guarida a Luís Filipe de Saldanha da Gama e 525 partícipes da Segunda Revolta da Armada a bordo dos navios  Mindelo  e  Afonso de Albuquerque.

Resumidamente, ele fez apenas isso, sendo considerado cargo em 1825 por ineficencia, assumindo seu irmao, Miguel I.

Período Miguelista (1826-1834)

Filho de João I, Miguel ascendeu ao poder em 16 de outubro de 1826, aprovado pelo congresso. As principais características das suas políticas de valorização, o protecionismo e a política da balança comercial favorável, sendo madeira e erva-mate os produtos mais exportados. O resultado dessas medidas foram até certo ponto, uma auto-suficiência em relação aos países vizinhos, praticamente inibindo o capital externo do país.

No início de seu governo, houve uma importante expansão da indústria têxtil, a partir de maquinário inglês.

Miguel se preocupou em fortalecer economicamente o Paranaguá, numa tentativa de fazer Rio de Janeiro um grande centro, assim como era a capital americana, além de confirmar a soberania do Paranaguá. 

Ao longo de seu governo, uma elite colonial portuguesa presente no país perdeu força. Nesse processo, foi-se proibido o casamento de europeus com europeus, forçando os colonos a casarem-se com mulheres locais. Além disso, as fronteiras foram totalmente fechadas.

Miguel decide focar na cultura, com as seguintes revoltas:

  • ensino em mirandês, como opção, nas escolas do ensino básico do concelho de Miranda 
  • publicação de livros sobre e em mirandês, pela Câmara
  • realização anual de um festival da canção e de um concurso literário, pela Câmara Municipal.
  • uso do mirandês em festas e celebrações da cidade e, ocasionalmente, nos meios de comunicação social.

Os quatro mosteiros do país foram nacionalizados em 1828. A Inquisição foi aprovada, e os confessionários passaram a contar com forcas próprios.

Miguel, que havia passado um tempo na França, moderniza o Exercito com ajuda de Henrique Kaijjer e a marinha com a ajuda do português Diogo Adalgalega.

Entre outras iniciativas, fundou em 1828 a Real Casa de Asilo dos Náufragos, em São João da Foz do Recife, destinada a casa abrigo para salva-vidas, antecessora do Instituto de Socorros em Náufragos. Esta instituição constituiu o primeiro embrião de um serviço de salvamento na costa paranaguaia. A Real Escola de Veterinária, predecessora da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade do Rio de Janeiro, foi criada pelo Decreto de El-Rei D. Miguel I, publicada a 7 de abril de 1830 na "Gazeta do Rio de Janeiro".

  • Economia - criou-se o Banco da Costa, em 1827, regulando-se a emissão de moedas, se a indexar As tarifas impostas eram protecionistas (ou seja, com aumento de impostos para a importação de produtos estrangeiros); o resultado geral foi uma Paranaguá com comércio e indústria fortalecidos, principalmente com os estímulos à produção e ao consumo interno; \
  • Educação - reorganizou-se o ensino, que anteriormente era organizado e regido pela igreja e o clero, com base maior nos ideais iluministas. Também reconheceu-se a educação pública como meio importante de formação das pessoas, principalmente nos aspectos do comportamento moral, político e social.

Em 1830 Inicia-se a Guerra do Ipiranga, onde a coalização União Ibérica, Inglaterra e França declaram guerra ao país.

Ao ser informado da declaração de Guera, Miguel jogou-se em uma cadeira e com um olhar desolado, com seu colega político Henrique Kaijjer:

"E agora?"

Guerra do Ipiranga

A guerra tem esse nome pois, num ato simbólico, em 7 de setembro, Miguel dá a seguinte declaração: “Nunca seremos parte destes países tiranos! Juro por minha honra, por meu sangue e por meu Tupã, promover e proclamar a independência de Paranaguá! Liberdade ou Morte! ”

Em novembro de 1830, Diogo Adalgalega retoma a cidade de Riachuelo na batalha do Riachuelo, tendo ele assumido o ministério do Império, iniciaria-se assim, o Período Adalgalega, então ele criou a Mocidade Paranguaia, para doutrinar a juventude. 

Já em 1831, Henrique Kaijjer, novo ministro da Guerra organiza um plano de invasão a Benguela, província portuguesa na África, que é bem sucedido, mas só dura um ano.

Em 1832, Muryllo Walker assume o comando da Guerra e persegue Mbappé Schklgrubber, líder da Força Expedicionária Francesa.

Muryllo e Henrique foram agraciados com títulos de nobreza, tendo Henrique virado Marquês de Miranda e Muryllo o Duque de Partnsolis, Diogo recebe o título de Marquês de Tamandaré.

Mesmo assim, em 1833, a costa do país foi tomada pela coligação, e em 1834, o Marechal de Pombal aplica um golpe e exila D. Miguel, proclamando à República.

Henrique Kaijjer dá um contra-golpe que é respondido por outro golpe, logo após, Diogo dá um contra-golpe e Pombal réplica o golpe novamente, tendo Muryllo escoltado Miguel e uma tropa de 5.000 homens para a Ilha de Trinidade, onde montou um contra ataque, quando ele iria voltar ao território principal, Miguel foi preso pela marinha inglesa que descobriu seu paradeiro.

Henrique, ao saber disso, toma veneno e suicida-se. [

Já Diogo, ele é preso e é estimulado por Pombal.

Em 1835, a paz é instaurada por Pombal, que inicia uma campanha entreguista.

Dom Miguel morreria em 1838, pobre e exilado no interior dos Estados Unidos.

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