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Ordem Imperial dos Cavaleiros da Rosa
Classificação

País                     Brasil

Outorgante         Imperador do Brasil 

Criação               1817

Tipo                     Ordem Militar 

Motto                  Honneur et loyauté in pugna 

Elegibilidade          

Agraciamento    Brasileiros e estrangeiros 

Histórico

Origem                Reino Unido de Portugal

1º outorga           1817

Última outorga   19 de outubro de 2015

Organização

Grão-mestre       D. Augusto II

Chanceler           Pedro Cordeiro

Graus                  Grão-mestre (GOdR)

                           Cavaleiro (OdR)

                          Dama (DOdR)

Hierarquia
Superior a        Imperial Ordem do Cruzeiro

A Nobilíssima Ordem Imperial dos Cavaleiros da Rosa, conhecida simplesmente como Ordem da Rosa, é uma ordem militar de cavalaria, e mais elevada ordem honorífica do Império do Brasil, tendo sido criada pelo rei D. João VI, em honra aos militares que lutaram no sul, vindo anexar a Banda Oriental do Rio da Prata ao domínio português, região pretendida pela rainha Carlota Joaquina, alegando direitos sucessórios sobre a região. A Ordem foi renovada por D. Pedro I após a independência do Brasil, que nacionalizou a comenda luso-brasileira devido o grande prestígio da condecoração frente as tradicionais monarquias europeias, inclusive a portuguesa. Os membros da ordem, titulados Nobres Cavaleiros da Rosa, destacando-se nobres e militares, são limitados ao Soberano, o Princípe Imperial e somente mais vinte cavaleiros numerários, ou seja, seus membros plenos. A ordem também inclui uma lista de cavaleiros e damas extranumerários, como membros da família imperial, chamados Nobres Cavaleiros ou Damas Imperiais, e monarcas estrangeiros, titulados Nobres Cavaleiros Estrangeiros. Conceder a honra, é descrito como uma das poucas prerrogativas do imperador de caráter verdadeiramente pessoal. Novas nomeações da Ordem da Rosa são tradicionalmente anunciadas no dia de São Pedro de Alcântara, em 19 de outubro. O Grão-mestre da Ordem é, tal como as demais ordens honoríficas brasileiras, por inerência, o imperador do Brasil, sendo seu soberano D. Augusto II desde 15 de setembro de 2005.

História Editar

Criação Editar

A ordem foi criada pelo rei D. João VI, recentemente coroado soberano do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarve, em outubro de 1817, como sendo um de seus primeiros atos cerimoniais enquanto monarca de um Império Português em iminente dissolução. Inspirado nos ideais de cavalaria das antigas ordens britânicas, D. João escolheu como modelo para a nova comenda, a milenar Ordem da Jarreteira, a de maior precedência do Império Britânico. Segundo apontam alguns estudiosos, a verdadeira motivação pelo qual o rei D. João teria se baseado na Jarreteira para criar a nova comenda, teria sido por seu desejo íntimo de compor o quadro de membros estrangeiros da prestiada ordem inglesa, o que somente aconteceu anos mais tarde. Estabelecida pelo decreto n.° 189 de 28 de outubro de 1817, a condecoração chamaria-se Nobre Ordem Real de Santa Cruz, em homenagem a Terra de Santa Cruz, primeiro nome do Brasil, e do emblema da Ordem Militar de Cristo.

O seu desenho original foi idealizado por Jean-Baptiste Debret que, durante a recepção dos comandantes militares que chegavam da batalha ao Sul, teria se inspirado nas pétalas de rosas que a população do Rio de Janeiro jogava na comemoração de chegada dos heróis nacionais. Durante o governo de D. João VI, a ordem agraciava tanto militares quanto civis, que se distinguissem por sua fidelidade a pessoa do rei e por grandes serviços prestados ao Estado. Durante seu reinado, d. João teria nomeado apenas doze cavaleiros, uma clara referência a lenda do Rei Arthur e sua Távola Redonda, todos eles portugueses e nobres, além de um grande-colar cerimonial outorgado ao rei Jorge III do Reino Unido, em 1819.

Com a proclamação da independência do Brasil, vieram grandes mudanças na organização do estado, inclusive em seus símbolos nacionais, buscando legitimar a soberania da jovem nação do mundo. Se valendo do grande prestígio da ordem, d. Pedro I nacionalizou a comenda, alterando seu nome e desenho originais. Mudando seu estatuto, a ordem passou a se chamar Ordem Imperial dos Cavaleiros da Rosa, e teve o número de membros alargados, passando a contabilizar vinte cavaleiros. Sua regra de concessão também foi alterada, passando a condecorar apenas militares brasileiros e monarcas estrangeiros, além de príncipes de casas reinantes, inclusive os da Família Imperial. Durante todo o Primeiro Reinado, além dos membros da Guarda de Honra que acompanhavam o então Príncipe regente em sua viagem à São Paulo em 7 de setembro, D. Pedro nomeou apenas mais quatro cavaleiros extranumerários, todos membros da realeza; o sogro Francisco I da Áustria; o genro D. Augusto de Beauharnais; o rei francês Carlos X; e o rei Maximiliano I José da Baviera. Por sua vez, Pedro II, permanece até os dias atuais como o monarca que mais nomeou membros para ordem, chegando a condecorar cerca de 32 militares como cavaleiros, dos quais podemos destacar Caxias, Tamandaré, Deodoro e Manuel Osório, além de sete cavaleiros extranumerários, como o sogro Frederico Guilherme III da Prússia, a rainha Vitória do Reino Unido, e membros da família imperial. Monarcas que estiveram no trono por curtos períodos de tempo, como D. Augusto II e D. Luís, jamais chegariam a indicar membros permanentes. Além dos imperadores, na qualidade de grão-mestres, apenas mais três monarcas foram agraciados com o Grande-colar da Ordem, sendo que apenas dois pela ordem brasileira; a rainha Vitória do Reino Unido, e a imperatriz Maria do México, irmã de D. Pedro II, ambas agraciadas pelo monarca. Seu atual grão-mestre é seu soberano D. Marco I, imperador do Brasil, tendo indicado cinco cavaleiros e mais seis membros extranumerários, como o cunhado Felipe de Bourbon, Príncipe das Astúrias.

Insígnia Editar

É assim descrita conforme decreto imperial:

A insígnia da Ordem é uma estrela de seis braços esmaltados de branco e maçanetados nas pontas, unidas por guirlanda de rosas. Ao centro, medalhão redondo com as letras "P" e "A" entrelaçadas, em relevo circundado por orla azul-ferrete com a legenda "Honneur et loyauté in pugna". O reverso semelhante ao anverso, com a alteração no medalhão para a efígie de D. Pedro I, e na legenda para "PETRUS I - BRASILIAE EMPERIUM". Fita e orla de cor rosa-claro, com duas orlas brancas. (Art. 2° do Regulamento) O emblema da ordem, retratado na insígnia, são as letras "P" e "A", de Pedro de Alcântara, nome do então imperador D. Pedro I, com a inscrita na legenda "Honra e lealdade na luta", mesclando-se o francês e o latim, em letras douradas.

Organização Editar

Grão-mestre Editar

O Imperador do Brasil é, inerentemente, o grão-mestre da Ordem. A dignidade da Grã-Cruz é automaticamente conferida a este. O imperador, na solenidade de sua coroação, é reconhecido e galardoado grão-mestre da Ordem da Rosa pelo bispo de Petrópolis, na qualidade de Prelado da Rosa, investindo a autoridade de grão-mestre ao novo imperador com as seguintes palavras: "Vossa Alteza Serenissíma, agora o reconhecemos como grão-mestre e único defensor da nobilíssima tradição militar dos Cavaleiros da Rosa" Após a proclamação da investidura, o bispo e o Capelão-mor introduzem o grande-colar sobre as vestes cerimoniais da coroação.

Lista de Grão-mestres da Ordem da Rosa Editar

  1. D. Pedro I - de 1822 à 1831
  2. D. Pedro II - de 1840 à 1891
  3. D. Augusto I - de 1891 à 1941
  4. D. Luís I - de 1941 à 1943
  5. D. Maria I - de 1943 à 1989
  6. D. Guilherme I - de 1989 à 2005
  7. D. Augusto II - de 2005 à atualidade

Lorde-chanceler Editar

Sob a autoridade e orientação do Grão-mestre, o Lorde-Chanceler é quem se encarrega da direção dos trabalhos no Conselho de Cavaleiros, e dos serviços administrativos gerais. Ele se reporta diretamente ao imperador, seu superior imediato na Ordem, que pode ser ouvido pelos conselhos externos, como o Conselho de Ministros, ou o Conselho Privado de Sua Majestade. O Lorde-Chanceler é nomeado pelo imperador, dentre os vinte Nobres Cavaleiros da Rosa, incumbido pelo grão-mestre para exercer a função durante um período de seis anos, a menos que suas funções sejam encerradas mais cedo, por motivos de morte, renúncia, ou remoção pelo próprio imperador. O mandato do Lorde-Chanceler não é renovável, havendo sempre a necessidade de nomeação de um outro titular após o e encerramento de uma gestão. As responsabilidades do Lorde-Chanceler são bastante amplas: este é responsável por todos os problemas associados ao Sistema de Honras Brasileiras.

Conselho de Cavaleiros da Ordem Editar

O Conselho da Ordem, formada pelos seus vinte membros titulares e seu Grão-mestre, além dos oficiais, delibera sobre questões relacionadas ao status e orçamento da ordem, nomeações, disciplina dos membros e beneficiários. O Conselho inclui, presidido pelo grão-mestre:

  • Dezenove membros titulares da Ordem (Nobres Damas e Cavaleiros da Rosa);
  • Lorde-Chanceler da Ordem;
  • Secretário do Conselho (chefe de cerimonial do Itamaraty);
  • Prelado da Ordem (bispo de Petrópolis);
  • Senhor-de-Armas oficial da Rosa (indicado pelo Rei-de-armas do Império)

A ordem tem cinco oficiais: o Prelado, o Lorde-Chanceler, o Lorde-Protetor do Selo, o Senhor-de-Armas oficial da Rosa e o Secretário. O ofício de Prelado, fora criado no estabelecimento da ordem em 1817, tendo sido aprovado pelo papa Fulano V através da Bula Rosea Méritus. Os ofícios de vice-rei de armas Chanceler e de Secretário, somente foram instalados após a independência. O ofício de Prelado é atualmente exercido pelo Bispo de Petrópolis, enquanto líder da Diocese de Petrópolis. Embora, o Capelão-mor do Império tenha ocupado o cargo entre 1822 e 1856, até o estabelecimento da Diocese de Petrópolis com a Catedral de São Pedro de Alcântara, padroeiro do Império e da Ordem.

Sob a custódia do Lorde-Protetor está o Grande Selo do Império do Brasil, utilizado cerimonialmente para oficializar os atos da Coroa, principalmente no que se refere à adesão de um novo membro. O Senhor-de-Armas é usualmente apontado dentre outros oficiais de armas do Cartório da Nobreza e Fidalguia do Império. Cabe ao Senhor-de-armas as funções específicas como oficial de armas da ordem, atendendo aos elmos dos cavaleiros e estandartes de armas, que são exibidas na capela. O secretário, que atua como vice nos aspectos cerimoniais da ordem, desde 1952 tem sido apontado dentre os funcionários do Ministério de Relações Exteriores.

Membros Editar

Em número total de membros, além do grão-mestre existem os cavaleiros imperiais, nos quais se inclui sempre o Príncipe Imperial, podendo o monarca ainda nomear vários membros da família imperial, e os cavaleiros estrangeiros, monarcas reinantes de nações soberanas nomeados pelo imperador, tidos como membros extranumerários, ou membros honorários. Somente o monarca pode conceder a adesão à Ordem, sendo ele, cerimonialmente titulado como "Soberano e Defensor(ou Soberana e Defensora) da Rosa".

Os membros titulares da Ordem, quase sempre masculinos, são intitulados Nobres Cavaleiros da Rosa, e membros do sexo feminino, o que poucas vezes ocorreu, são chamadas Nobres Damas da Rosa. As nomeações são vitalícias e intransmissíveis, ou seja não hereditárias. Quando falece um cavaleiro membro, é convocada uma reunião emergencial do Conselho, onde os demais cavaleiros têm o dever de propor nomes de personalidades que considerem deter suficiente honra e merecimento para ocupar a vaga do falecido; contudo, a decisão final relativa à nomeação cabe de forma exclusiva e livre ao imperador. Os cavaleiros são tradicionalmente nomeados em 19 de outubro, dia de São Pedro de Alcântara, onde geralmente, durante a procissão do padroeiro, os cavaleiros e damas da Ordem desfilam em trajes cerimoniais em honra a São Pedro de Alcântara, e em celebração a nova nomeação para a ordem. O dia está associado a rosa vermelha, símbolo da Ordem, e é uma tradição das damas o uso de chapéus cor de rosa para a cerimônia. Cada membro deve nomear dois candidatos, dos quais um teria de ser militar com patente superior a de general, e um tem que ser um nobre titulado de patente igual ou superior a Conde. O soberano não é obrigado a escolher os candidatos indicados pelos membros. Historicamente, até 1891, as nomeações eram feitas livremente pelo imperador agindo sozinho, sem indicações anteriores. O regulamento da Ordem inclui membros extranumerários, considerados membros honorários da Ordem, não sendo contabilizados para o limite de vinte cavaleiros. Vários membros extranumerários, conhecidos como Nobres Cavaleiros e Damas Imperiais, pertencem à família imperial. Estes títulos foram introduzidos desde sua criação como ordem brasileira, por D. Pedro I, para que seus filhos não contassem para o limite no número de membros. Ele criou o estatuto dos membros estrangeiros em 1825, após a nomeação de Carlos X da França, por sua ajuda na Guerra de Independência contra Portugal.

Nobres Cavaleiros e Damas Estrangeiros Editar

Com a instalação do rei Carlos X da França, em 1825, como membro extranumerário, este foi estendido aos soberanos estrangeiros, que são conhecidos como os Nobres Cavaleiros e Damas Estrangeiros. Inicialmente, cada uma dessas nomeações implicava na promulgação de uma lei especial. No entanto, uma lei aprovada em 1838 autoriza a admissão regular de cavaleiros e damas estrangeiros sem a necessidade de promulgação de outras leis específicas. Em seu reinado, D. Pedro I ainda teria nomeado mais três cavaleiros estrangeiros; seu sogro Francisco I da Áustria; seu genro Augusto de Beauharnais, futuro co-monarca de Portugal ao lado de D. Maria II; e o rei da Baviera, Maximiliano I José. Os dois primeiros membros da ordem provenientes de uma nação latina, foram os imperadores do México, Francisco José I, e posteriormente Maria I do México, irmã do imperador D. Pedro II, que fora sagrada e coroada imperatriz até a maioridade do filho, Pedro Augustín José em 1881. Francisco José I era membro da casa mexicana de Iturbide. Seu filho, Pedro Augustín, um Bragança por sangue e nascimento, nunca chegou a ser coroado imperador devido a proclamação da república no México em 1896, após a morte da mãe, Maria I, passando seu exílio junto dos primos no Brasil até sua morte em 1963. O primeiro membro não-cristão a ser admitido como Cavaleiro Estrangeiro foi Abdullah III, Emir de Négede, em 1868, como uma política de consolidação da influência brasileira sobre a região do Oriente Médio. O primeiro, membro oriundo da África o rei Umbaku II, soberano do trono de Wakambi, sagrado como Cavaleiro Estrangeiro em 1900, por D. Augusto I. Todos os monarcas portugueses desde D. Maria II foram feitos cavaleiros estrangeiros, até a queda da monarquia lusa em 1915, sendo seu último membro o rei Manuel II. A lista de membros provenientes do continente asiático é tão exclusivo quanto de qualquer outro continente do mundo, sendo seus únicos representantes os imperadores Hirohito e Akihito do Japão, e o imperador Xuantong da China, o último da Dinastia Qing.

Vestimenta cerimonial Editar

  • O Uniforme de Gala é o traje oficial utilizado pelos seus membros desde sua instituição em 1817, em eventos sociais como bailes e recepções de Estado. O traje foi originalmente da cor branca durante o reinado de D. João, tendo sido alterado para a cor vermelha, semelhante ao que era utilizado pelos Ministros da Coroa durante o Reino Unido, adornado por ramos de louros dourados, sobre o uniforme é utilizado um pequeno manto dos cavaleiros na cor púrpura, preso por cima do ombro esquerdo para o quadril direito. No caso de membros masculinos, calças vermelhas com listra dourada, e espada presa a cintura. No caso de membros femininos, traje branco com a adição da saia sobre a calça. O monarca diferentemente, utiliza um uniforme militar verde.
  • O Manto Cerimonial da ordem é o traje oficial utilizado por seus membros durante a solenidade da coroação de um monarca ou nomeação de um novo cavaleiro. O manto na cor rosa, carrega o emblema bordado da ordem no peito com uma corrente de rosas e ouro rodeando os monogramas de PA (Pedro de Alcântara), semelhante ao medalhão da insígnia. Pendente no pescoço, a fita rosa carregando a insígnia.
  • O Bicorne Emplumado tradicional dos militares na cor azul-escuro, com a banda verde e amarela acompanhada da medalha de São Pedro de Alcântara.
  • Faixa tem 4 polegadas e é usada por cima do ombro esquerdo, por debaixo do manto, para o quadril direito. A cor da faixa remete a sua ordem, rosa, com duas orlas da cor branca. Um membro vai usar apenas uma faixa, mesmo se ele ou ela pertencer a várias ordens. O imperador, na qualidade de Chefe de Estado e grão-mestre das ordens imperiais brasileiras, ostenta a chamada Banda das Ordens Unificadas, reunindo as faixas das cinco ordens imperiais por ordem de precedência; Rosa (Ordem da Rosa), Azul (Cruzeiro), Vermelho (Ordem de Cristo), Verde (Pedro Primeiro) e Branco (Ordem da Liberdade).
  • Colar é um acessório usado ao redor do pescoço, sobre o manto e fixado com fitas brancas amarradas com fitas nos ombros. Feito em puro ouro, o acessório pesa 0,933 kg. O colar é composto de nós alternando com medalhões de ouro esmaltado e quatro rosas. Como grão-mestre da Ordem de maior precedência do Império, o imperador é o único portador do grande-colar, que se diferencia pela existência da insígnia da Ordem pendurado no colar.
  • Insígnia, que é usada presa ao peito esquerdo, foi introduzida por D. Pedro I após a recriação da Ordem. A insígnia da Ordem é uma estrela de seis braços esmaltados de branco e maçanetados nas pontas, unidas por guirlanda de rosas. Ao centro, medalhão redondo com as letras "P" e "A" entrelaçadas, em relevo circundado por orla azul-ferrete com a legenda "Honneur et loyauté in pugna". O reverso semelhante ao anverso, com a alteração no medalhão para a efígie de D. Pedro I, e na legenda para "PETRUS I - BRASILIAE EMPERIUM". O emblema da ordem, retratado na insígnia, são as letras "P" e "A", de Pedro de Alcântara, nome do então imperador D. Pedro I, com a inscrita na legenda "Honra e lealdade na luta", mesclando-se o francês e o latim, em letras douradas. Uma vez que a Ordem da Rosa é a ordem superior do Império do Brasil, um membro usará sua estrela acima das outras (até três) que ele ou ela tenha.

Membros atuais Editar

Membros Imperiais Editar

  • S.M, o Imperador;
  • S.A.S, o Princípe Imperial;

Nobres Cavaleiros da Rosa Editar

  1. Mar. Francisco Hermeto da Rocha (1986)
  2. Sr. Gastão Pedro d'Avelans e Almeida Alves, 3° duque de Ambrósio (1988)
  3. Sr. Carlos Emanuel de Alcântara Macedo, o visconde de Passaraí (1993)

Nobres Cavaleiros e Damas Imperiais Editar

  • S.M, a Imperatriz (2007)
  • S.A.I, o príncipe D. Bertrand (1950)
  • S.A.I, a princesa D. Mariana, duquesa de Black (1955)
  • S.A.I, o príncipe D. Pedro Carlos (1957)
  • S.A.I, a princesa D. Elisa, princesa das Astúrias (1980)
  • S.A.I, o príncipe D. Rafael, duque de Miramar (1985)

Nobres Cavaleiros e Damas Estrangeiros Editar

  • S.M, a Rainha do Reino Unido (1958)
  • S.M, a Rainha da Dinamarca (1979)
  • S.M, o Rei da Suécia (1983)
  • S.M, o Rei da Espanha (1988)
  • S.M.I, o Imperador do Japão (1998)
  • S.M, o Rei da Noruega (2001)
  • S.A.S, a Princesa Soberana do Uruguai (2002)
  • S.M, o Rei do Marrocos (2008)
  • S.A.R, o Príncipe Felipe das Astúrias (2017)
  • S.M, o Rei dos Países Baixos (2018)
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