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A Federação Pamunnhense, ou apenas Pamunnha, é um país localizado no nordeste da América do Sul, sendo conhecido por suas praias, o seu Tradicionalismo, e pela sua cultura.

O país é membro da CEI (Comunidade dos Estados Independentes), da UNASUL e um membro observador da Mercosul. O país tem 641.158 quilômetros quadrados.

História Editar

Primeiros habitantes Editar

Os primeiros habitantes, que eram tupis, chegaram, aproximadamente, entre 430 a.C e 415 a.C, sendo encontradas ocas de barro e feno. Elas também tem desenhos sobre a vida dos habitantes nativos, onde aparecem festivais, caça e a convivência dos nativos. Entre 309 a.C e 297 a.C, aproxima-se a chegada dos guaranis, que ajudaram no crescimento das vilas, além de trazerem novas tecnologias.

Colonização francesa Editar

Início Editar

Em 5 de novembro de 1498, em ordem do Rei Luís XII, 5 navios franceses chegam na cidade de Acarajoure.

Os colonizadores construíram um porto e fizeram comércio com os índios, os colonizadores queriam escravizar os índios, porém um padre chamado Jean Raul Frank disse que os índios deveriam receber a palavra de Deus, e também expansões foram feitas.

Em 2 de janeiro de 1500, Jean ordenou a construção de uma igreja no local, e a Igreja de Aracaju (Église d'Aracajours) foi terminada em 5 de fevereiro de 1500.

Era do Alto Mar
Em 1516, a colônia se expandiu para o norte e para o sul, e o Rei Francisco I dividiu a colônia em condados, sendo que ela tinha 3 condados, Bahie, Alagoàs e Sargipe, o Rei também fez muitos investimentos.

Em 1520, exploradores descobriram que a colônia não só era boa para a plantação de açúcar, mas que no condado de Bahie tinha um terreno muito bom para a plantação de café e cacau, assim, eles construíram um porto em Illereus para comercializar o café e o cacau. Como os navios das produtoras de café não poderiam ir para a Inglaterra, a França enriqueceu e o Rei fez mais investimentos na colônia.

Guerra de Pamunne
Em 1529, a França começou a ficar muito rica por causa das exportações de café e cacau, por isso a Inglaterra tentou competir pegando café das ilhas de Java e cacau da Indonésia, porém isso falhou. Em 1540 a França fez mais investimentos ainda na colônia, fazendo ela ficar 50% auto-sustentável.

Em 1548 a Holanda se fortaleceu, e em 14 de março de 1548 declarou guerra a França, porém em 1550, belgas na Valônia capturam Bruxelas e faz a Guerra Franco-Holandesa ficar pior para o lado holandês, mesmo a Holanda tendo o apoio da Inglaterra e do Sacro Império Romano-Germânico (exceto a Bavária e a Monarquia de Hapsburgo).

Em 1553 a Holanda capturou toda a colônia da Pamunne e destruiu a Igreja de Aracaju. Em 1556, a Escócia fez um ataque surpresa no norte da Inglaterra, e como a Inglaterra estava investindo na Holanda, ela perdeu várias batalhas. No dia 26 de junho de 1560, o Tratado de Namur foi escrito, e nesse tratado dizia que metade da colônia de Pamunne deveria pertencer a Escócia, que a Inglaterra e Holanda deveriam pagar 500.000 libras a Escócia e França, além que a Holanda deveria dar Valônia para a França. Entre 1561 e 1610, vários investimentos e expansões foram feitas tanto na Pamunne do Norte (Escócia) quanto na Pamunne do Sul (França).

Era da Mineração Editar

Em 1603, dois exploradores, chamados de Charles Zacharias e Eduardo Monteiro, encontraram ouro na nova província da Pamone do Sul, Chappati. A novidade se espalhou até chegar ao Vice-Rei Lorenzo Michel Frank, que era descendente de Jean Raul Frank, onde declarou que 35% do ouro encontrado deveria pertencer ao Rei em troca de 150.000 francos franceses.

Entre 1603 e 1632, vários imigrantes portugueses foram trabalhar nas duas colônias, porém a maioria deles ficavam na Pamone do Norte, já que a Escócia estava investindo mais em expansões a na qualidade de vida do que os franceses. Na Pamone de Sul, o alemão começou a ser mais incentivado do que o escocês, por causa do Joseph Cardeli, um ameri-escocês que tinha o objetivo de "germanizar" a Escócia, devido a uma "substituição cultural" da cultura escocesa pela inglesa. Ele também fundou o Cardelismo, a versão radical e romano-germânica do Catolicismo.

Em 1640, a Inglaterra conseguiu recuperar a sua posição no comércio, porém a França e a Escócia já estavam desenvolvidas demais. Elas conseguiram muito lucro, e várias rebeliões Liberais aconteceram na Pamone do Sul, o motivo era que eram de franceses que queriam que o Rei desse menos benefícios aos nativos.

PamunnhaMapa

Verde - terras atuais da Pamunnha.
Vermelho - Pamone do Sul.
Azul - Pamone do Norte.

Em 1649, o Vice-Rei Lorenzo I adotou políticas de comércio independente sem precisar do auxilio da França, essas políticas diminuiram as rebeliões. Como em 1654 a Pamone do Norte estava em uma crise econômica que afetou mais a nobreza do que os camponeses, ele começou a intervir na política local, e também foi declarado Vice-Rei.

Independência Editar

Independência da França e da Escócia Editar

Em 1655 um movimento político começou a ganhar força, o nome dele era Coalizão Patriótica Pamunnhense, que pregava que a Pamunnha deveria ser um país independente da França e da Escócia.

No dia 9 de fevereiro de 1659 o Vice-Rei Lorenzo I morre aos 86 anos, e o seu filho Esteván Lorenzo Franz é coroado Vice-Rei das Duas Pamones na cidade de Massaiet, capital da Pamone do Norte. No dia 23 de julho de 1659 ele entra para a CPP e apoia a independência do local, começa a Guerra Civil Sul-Pamunnhense, entre os Liberais (União Nativa Pamunnhense) e os Ultra-Conservadores (Coalizão Patriótica Pamunnhense).

No dia 4 de outubro de 1670 a Escócia assina o Tratado de Massaiet, que faz a Pamone do Norte pertencer a CPP. No dia 20 de dezembro o Tratado de Pindorán-Nathall (Porto Seguro) foi assinado entre a França, a CPP e a UNP, que dizia que as Duas Pamones deveriam se unificar em um Reino que seria um fantoche francês por 10 anos e que o governo deveria ser o da CPP.

Era Esteván Editar

Depois da independência da Pamunnha em 1680, o país entrou em uma crise econômica grave, o país não conseguia se desenvolver mais e o café inglês ficou muito mais importante no mercado, o que fez 51% da população estar quase pobre e com o comércio dependente da França. Porém, em 1695, o Rei Esteván continuou com as políticas de comércio independente do seu pai, Lorenzo, e a economia cresceu novamente, porém dessa vez muito rapidamente.

Entre 1700 e 1723, várias tecnologias europeias foram usadas na parte que se chama de Agreste (Agrést). Entre 1728 a 1735, os moinhos d'água começaram a ficar muito populares, pois quando os fazendeiros começaram a plantar sementes de girassol, eles descobriram que se poderia fazer azeite, e por isso várias embaixadas comerciais na região do Rio Fransmenn, e isso fez os fazendeiros lucrarem. Em 15 de outubro de 1736 Esteván Charles Von-Franz nasce.

Entre 1740 e 1759 o Rei Esteván I começa a fazer vários acordos comerciais com a França e Portugal. O país começou a se expandir pela Bahia e os mercantes começaram a ficar importantes na província. Vários indígenas que moravam na região foram catequizados e se filiaram a Igreja Caronista.

Em 18 de dezembro de 1789 o Rei Esteván I morre e o seu filho Esteván Charles Von Franz vira o Rei Esteván II aos 25 anos.

Período Constitucional Editar

Era Constitucional Editar

Em 1790 o Reino da Pamunnha começa a adotar políticas mais feudais e democráticas, expandindo o livre comércio, além disso, o Rei Esteván II pede permissão a França para que metade dos ex-escravos libertos africanos deveriam ir para a Pamunnha. Cerca de 31.000 ex-escravos foram para a província de Grã-Alagoas e 51.000 para a província da Bahia, formando 82.000 ex-escravos no total.

Em 1800 o Rei Esteván II incentivou o comércio com a França, fazendo o Tratado de Vichy, onde cada quilo de cacau exportado para a França deveria custar 200 libras. A França deu várias tecnologias, incluindo a métrica, onde o cientista pamunnhense Roger Matheus Gonçalves, teve a ideia de construir uma câmara com um canhão com balas que explodissem quando atingissem as tropas advérsárias, esse foi o primeiro protótipo de tanque.

Em 1807 a Pamunnha ajudou a França nas Guerras Napoleônicas, com a perda da França em 1815, os britânicos exigiram o sul de Caxiá e 30.000 Libras, porém eles não poderiam incentivar a população religiosamente e teriam que devolver 50 anos depois.

Em 1816, Estêvão II estava com problemas no exército e na corte. Por isso, no dia 7 de março de 1816, o Rei Estêvão II declarou Ernesto de Hohenlohe-Langenburg, um amigo pessoal como o Rei Ernesto I.

Entre 1816 e 1824 o país começou a se industrializar, várias empresas foram construídas no interior e no sudeste do país. Em 1835 o Poço Carijó foi construído na cidade de Penedo, no sul de Grã-Alagoas, o poço tinha um lugar tocando fogo, onde os cidadãos escreviam cartas dizendo pedidos e jogavam no fogo, e quando a chuva aparecia na região ou quando o fogo apagava, significava que Deus tinha lido esse pedido e vai realizar ele.

As coisas estavam bem no início, uma queda econômica grave afetou o Agreste entre 1817 e 1820 aconteceu, porém o país começou a ficar ao nível da Eslovênia atual, se o IDH existisse naquela época a Pamunnha ficaria empatada com a Eslovênia.

Em 1829, o Rei Ernesto I começou a ter interesse em Cabo Frio por ser um centro comercial importante, por isso ela se encontrou com militares do Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná para tentar acabar com os Liberais e incentivar o comércio com a Pamunnha, esse período no Brasil foi conhecido como "Guerra dos Marechais".

Em 1830, o país começou a comerciar com a França e a Espanha, e mais laços com Portugal eram cortados.

Em 1834, Ernesto I começou a industrializar o país construindo várias indústrias civis e focando a indústria no cacau e no carvão. Em 12 de agosto de 1834 os Reis Ernesto I, Estêvão II e Dom Pedro fazem um plano militar para instalar um governo pró-Brasileiro no Uruguai com o Partido Colorado no poder. Vários investimentos industriais no Sertão foram feitos, o sistema de centros econômicos começou a ser abandonado, além de que foi dado mais poder aos políticos e aos da classe média.


Entre 1841 e 1860 o país melhorou as com o Reino Unido para buscar uma cooperação econômica, e então, a Rainha Vitória I permitiu a construção de igrejas caronistas no país, sendo a primeira igreja caronista do Reino Unido a Igreja do Bispo Richard, na cidade de Anglesey, no País de Gales. A segunda igreja Caronista a ser construída no Reino Unido foi a Igreja de São Maxwel, na cidade de Llanfairpwllgwyngyllgogerychwyrndrobwllllantysiliogogogoch. Em 1839, Ernesto I expulsa a Elite Republicana por tentar fazer um golpe contra o regime de Ernesto, porém o líder da Elite Republicana no Parlamento, Keith Saymon Maurice, acaba morto na guilhotina por traição a monarquia.

Em 1842 o país industrializa mais o Agreste.

No dia 20 de fevereiro de 1842 o Rei Estêvão II volta ao poder e a Segunda Era Constitucional acaba. Porém, um dia depois, em 21 de fevereiro de 1842, o Rei Estêvão II da á Dom Ernesto o título de Conselheiro-Real.

Em 1865 o Reino Unido devolveu o sul de Caxiá. Em 1890 o Bispo Richard (o fundador daquela Igreja) morreu por causa de piratas bretões, e assim o Arcebispo Fábio Uno declarou o processo de canonização do Bispo Richard Donald Wilson.

Era Parlamentar Editar

Em 1914, na Primeira Guerra Mundial, a Pamunnha ficou no lado neutro e lutou apenas contra a Áustria-Hungria junto com a Sérvia. O filho de Esteván II, o Príncipe Leonardo, foi conhecido como o Príncipe General, pois em 1915 se filiou ao exército e ajudou os Croatas a ganharem independência.

Entre 1918 e 1930 várias reformas foram feitas para democratizar o Reino, e em 1931 um político Conservador chamado Michel Marlon Walker reviveu a Coalizão Patriótica Pamunnhense e venceu a eleição contra o Liberal sem-partido Edward Almeida Clark. Em 1934 o Príncipe Leonardo se casou com a Princesa Irena da Grécia e Dinamarca, e o Rei Esteván II morre com 98 anos, porém como o Príncipe Leonardo queria focar mais no exército ele fez a sua esposa, a Princesa Irena, a Rainha Irena I da Pamunnha e representante da Grécia e Dinamarca.

Entre 1940 e 1961, o Partido Operário Pamunnhense foi fundado, porém como a Rainha Irena I era contra o partido a Guerra Civil Pamunnhense começou, os Comunistas ganhavam força no leste do Sertão e no norte do agreste da Pamunnha, mas perderam a Guerra Civil Pamunnhense em 1970.

Em 1973, várias reformas Ultra-Conservadoras foram feitas no país e ele começou a ficar cada vez mais Ortodoxo e Católico, além de um exército bem treinado. Em 1974, a Rainha Irene I morreu, e seguindo a Carta de Sucessão feita em 1960 pela Rainha, ela disse que Leonardo deveria tomar o poder, e então o Príncipe Leonardo se auto-declarou o Imperador dos Pamunnhenses e mudou o nome do país para União Pamunnhense.

Nova República Editar

Em 1980, um golpe ocorreu no país e fez ele virar uma República, comandado pelo General Carlos Antônio assim, o país adotou o Liberalismo estilo americano.

As primeiras eleições presidenciais aconteceram em 1984, com o General Carlos Antônio do Partido Republicano (PR), contra Diogo Marcos Ferreira, o irmão mais novo e único de Alfredo Michel Ferreira, ambos do Partido Popular Libertário (PPL).

Em 1989, Jorge I foi eleito como o Primeiro-Ministro da Pamunnha, porém foi tirado por ação do PPL em 1991 e substituído por Alfredo Michel Ferreira, criando assim um governo dominado pelos irmãos Ferreira. Muita propaganda foi feita para ajudarem nas campanhas políticas com Brizola e Lula, e foi até envolvido em um processo de corrupção. O país começou a ficar cada vez mais pobre.

Em 1999, o novo líder do PPL, Rui Costa, começou a fazer reformas para deixar o partido menos Socialista, um pouco mais autoritário e mais Conservador, por isso, Alfredo e Diogo Ferreira foram banidos do partido.

Em 2002, a Pamunnha fez muita propaganda e desviou muito dinheiro da educação apenas para ajudar Lula. Isso não adiantou muito depois das eleições da Pamunnha, já que Rogério Carvalho, do Partido Liberal (PL) venceu as eleições, e, por isso, deixou de endossar Lula, apesar de ainda apoiar o PT.

Em 2004, Rogério Carvalho foi re-eleito, dessa vez pela Coalizão Liberal-Conservadora (Partido Liberal e Partido Republicano). Mas em 2007, foi deposto por Marx Beltrão do Partido Social Democrata (PSD).

Junta militar Editar

Em 2008, o Príncipe Luiz Alexandre, junto com outros membros do Partido Integral Reacionário (PIR) deram um golpe de estado e fizeram o país ser uma junta militar.

Em 2010, alguns investimentos industriais básicos são feitos, e o país começou a se recuperar. Mais investimentos foram feitos na saúde e no sistema de energia. A Pamunnha enriqueceu com as reformas econômicas e com o livre mercado.

Em 2012, inimigos políticos da junta militar, como Marx Beltrão, Lúcio Lima e Antônio Passos foram perseguidos. Alguns foram para o Brasil, outros foram mortos, exceto Antônio Passos, que foi morto por tentar fazer um golpe junto com a oposição e o PT do Brasil. O exército e marinha foram melhorados.

Em 2013, rotas comerciais foram feitas com a Rússia e com a Itália. A Pamunnha entrou para o Mercosul como um membro observador, e, em 2015, a Pamunnha entrou na UNASUL.

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