| Partido Integralista Brasileiro | |
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| Ex-líder | Paulo Tomás (1945-1946) |
| Fundador | Augusto Gaspárcio |
| Lema | Deus, nação e família! |
| Fundado em | 11 de abril de 1924 |
| Dissolvido em | 11 de maio de 1946 |
| Sede | Recife, DF |
| Publicação | Revista Anauê |
| Ala juvenil | Juventude da Ação Integralista Patriótica! |
| Membros (1945) | 10,500,000 |
| Ideologia |
Fascismo Integralismo Gaspárcismo ultranacionalismo Anti-liberalismo anti-comunismo Imperialismo brasileiro |
| Espectro político | Extrema-Direita |
| Cores |
Azul Branco Preto |
| Símbolo eleitoral | |
| Σ (sigma) | |
| Bandeira do partido | |
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Partido Integralista Brasileiro (PIB) foi um partido político brasileiro ultranacionalista, conservador e tradicionalista católico de extrema-direita. Inspirado nas ideias do nacionalismo e logo depois do fascismo, foi fundado em 11 de abril de 1924 pelo escritor e político brasileiro Augusto Gaspárcio. O Partido esteve ativo entre 1924 até seu banimento em 1946.
Foi formado por intelectuais nacionalistas e conservadores como o próprio Gaspárcio que havia saído do Partido Conservador. Diferente dos partidos nacionalistas e fascistas na época, o partido combinava as ideias de um estado altamente forte e de uma cultura católica ao mesmo tempo, que logo em seguida integrar as características do fascismo italiano e francês, nas quais essas combinações ideológicas se denominou de ''integralismo''. Além dessas ideias, o partido também adotava também o antiliberalismo, anticomunismo e anticapitalismo, se auto denominando de ''Terceira Posição''.
Ganhou seu primeiro assento pelo parlamento nas eleições de 1926. Em 1928, lançou Gaspárcio como candidato a presidência nas eleições daquele mesmo ano, porém obteve apenas 3,2% dos votos. A partir da crise de 1928, o partido ressoou em amplos setores do eleitorado, ganhando muita força nas eleições de 1932 e conseguiu eleger seu líder como Presidente do Brasil, além de ter obtido uma maioria absoluta inédita pelo Parlamento Nacional, o que lhe deu futuramente uma oportunidade de aprovar uma lei que deu os poderes ditatórias. Possuindo poder praticamente absoluto, os integralistas instauraram seu regime fascista, com o PIB como o único partido legalmente autorizado até a revolução de 1946 que deu no fim do Estado Novo.
