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O Primeiro Colapso Austro-Húngaro foi um processo que ocorreu após a vitória decisiva do país na Terceira Guerra dos Balcãs e fez desaparecer como Estado em finais de 1918, mas a elevou à uma federação. De seus territórios surgiram o Reino da Áustria, o Reino da Hungria, o Reino Triune, o Reino da Galícia e Lodoméria, o Ducado da Bucovina, o Território de Übermurgebiet; e; o Reino Triune expandiu-se territorialmente.

A Áustria formou a Federação do Danúbio, para se manter como potência e evitar mais conflitos étnicos.

Antecedentes[]

As tensões que desde o século XIX estavam afetando o império foram agravadas pela Terceira Guerra dos Balcãs com derrotas militares e dificuldades na retaguarda. A morte do imperador ancião, Francisco José I, em 21 de novembro de 1916 acelerou a crise.

As diferentes nacionalidades que compunham o estado intensificaram seus esforços para alcançar a independência. Durante a guerra tropas checas e eslovacas desertando em grande número, formando a chamada Legião Checoslovaca com cerca de 50.000 soldados que lutavam pela Sérvia, Montenegro, Albânia e Grécia.

Os gestos do novo e jovem Imperador Carlos como a nomeação de um novo ministro do exterior (o conde tcheco Ottokar von Czernin, 22 de dezembro de 1916), a assistência do Chefe de Gabinete ou a reabertura do Parlamento na Primavera de 1917, não conseguiram acalmar as tensões pela independência.

O imperador, enquanto tentava conciliar os movimentos internos, procurou desde o início a paz com seus inimigos, usando os serviços de seu irmão, o príncipe Sixto de Bourbon-Parma (Escândalo Sisto de Bourbon). As negociações fracassaram e Carlos perdeu sua capacidade de agir politicamente independente do Império Alemão, que ajudou a Áustria-Hungria na guerra.

Pouco depois do escândalo sobre as conversações secretas pelas costas dos alemães, Carlos tentou novamente agradar políticos da oposição anistiando presos políticos em 2 de julho de 1918. A atitude, relativamente bem recebida pelos adversários, foi muito mal recebida pela maioria dos apoiantes da dinastia, especialmente os políticos conservadores alemães, que entenderam que recompensava os desleais.

(Em construção)

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