Esta é uma historia alternativa sobre um rumo diferente do que o Brasil podia tomar, começando pela estória (nessa realidade) pré-descobrimento europeu.

Já adiantando perdão pelos erros, e boa leitura.

PS: Uma pagina está resolvida a modificações minhas e adição de conteúdo, então por favor não edite a pagina para eu não me perder o meu raciocinio.

ETIMOLOGIA

O nome provavelmente deriva do mito da Ilha de Hy Brasil ou Ilha de São Brandão, bem famosa na Idade Média. A Carta do Descobrimento atesta que a tripulação fez uma associação, e uma carta pessoal e tradição afirmam que um alemão no navio que deu a ideia para a tripulação.

HISTÓRIA DO BRASIL

HISTÓRIA PRÉ COLOMBIANA

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MIGRAÇÃO E POVOAMENTO HUMANO

Em 1500, quando o Brasil foi descoberto pelos europeus, estima-se que a costa oriental da América do Sul era habitada por cerca de dois milhões de indígenas, do norte ao sul.

A população ameríndia era repartida em grandes nações indígenas compostas por vários grupos étnicos entre os quais se destacam os grandes grupos tupi-guarani, macro-jê e aruaque. Os primeiros eram subdivididos em guaranis, tupiniquins e tupinambás, entre inúmeros outros. Os tupis se espalhavam do atual Rio Grande do Sul ao Rio Grande do Norte de hoje. Segundo Luís da Câmara Cascudo, os tupis foram «a primeira raça indígena que teve contacto com o colonizador e (…) decorrentemente a de maior presença, com influência no mameluco, no mestiço, no luso-brasileiro que nascia e no europeu que se fixava». A influência tupi se deu na alimentação, no idioma, nos processos agrícolas, de caça e pesca, nas superstições, costumes, folclore, como explica Câmara Cascudo:

"O tupi era a raça histórica, estudada pelos missionários, dando a tropa auxiliar, recebendo o batismo e ajudando o conquistador a expulsar inimigos de sua terra. (…) Eram os artífices da rede de dormir, criadores da farinha de mandioca, farinha de pau, do complexo da goma de mandioca, das bebidas de frutas e raízes, da carne e peixe moqueados, elementos que possibilitaram o avanço branco pelo sertão." _ Câmara Cascudo

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HISTÓRIA DE PORTUGAL PRÉ-DESCOBRIMENTO

PRÉ HISTÓRIA E PROTO-HISTÓRIA

Os mais antigos fósseis conhecidos de hominídeos na Europa, datados de 1,1 a 1,2 milhões de anos, foram encontrados no norte da Península Ibérica, na serra de Atapuerca. Em Portugal, os vestígios humanos mais antigos datam de há cerca de 500-300 mil anos, quando a região era habitada por neandertais. Os vestígios mais antigos conhecidos de Homo sapiens são de homens de Cro-Magnon com "traços" de neandertal, com 24 500 anos. O fóssil de uma criança encontrado no Vale do Lapedo é interpretado como indicador de populações híbridas resultantes do cruzamento das duas espécies. São também os vestígios de seres com características neandertais mais recentes que se conhecem, possivelmente os últimos da sua espécie. Estas eram sociedades paleolíticas de subsistência, de caçadores-coletores que deixaram vestígios como a arte rupestre do Vale do Coa a norte  e a gruta do Escoural, a sul.

Após o fim da última idade do gelo, há cerca de 12 a 11 mil anos, as alterações climáticas permitiram iniciar a domesticação de animais de pastoreio, algumas culturas de cereais e a pesca. O neolítico é testemunhado no sul de Portugal por utensílios de pedra e pela cultura megalítica, com dólmens como a anta Grande do Zambujeiro, menires como no cromeleque dos Almendres, bem como arte esquemática como na anta pintada de Antelas e em ídolos-placa.[8]

A idade do bronze da Península, com o desenvolvimento da olaria e outros metais como ouro e prata, iniciou-se cerca de 4 000 a.C. a sul, em locais como El Argar, de onde se espalhou. No III milénio a.C., várias ondas de povos indo-europeus celtas vindos da Europa Central invadiram o território. Misturando-se com as populações locais, formaram diferentes grupos étnicos, com numerosas tribos. As principais dessas tribos foram os galaicos, que estabeleceram a cultura castreja a norte, os lusitanos no centro, os célticos no Alentejo, e os cónios no extremo sul de Portugal (regiões do Algarve e Alentejo). Aí se desenvolveu a escrita do sudoeste, uma das escritas paleo-hispânicas. A sul, na mesma altura, estabeleceram-se também alguns postos comerciais costeiros semi-permanentes de fenícios e a partir do século V a.C. de cartagineses.

ROMANIZAÇÃO

Os Romanos iniciaram a invasão da Península Ibérica (a que chamavam "Hispânia") em 218 a.C., durante a Segunda Guerra Púnica contra Cartago. Aí anexaram inicialmente duas regiões como províncias, a Hispânia Citerior (nordeste) e a Hispânia Ulterior (sudoeste) A mineração foi o primeiro factor de interesse na região: um dos objectivos estratégicos de Roma era cortar a ligação de Cartago com as minas hispânicas de cobre, estanho, ouro e prata.

No fim do século I a.C. foi criada a província da Lusitânia, que correspondia a grande parte do actual Portugal a sul do rio Douro e à estremadura espanhola, com capital em Emerita Augusta (Mérida).] Os Romanos exploraram com intensidade minas como Aljustrel (Vipasca) e São Domingos, na Faixa Piritosa Ibérica que se estende até Sevilha.

Enquanto o sul foi ocupado com relativa facilidade, a anexação do norte só se deu muito depois, em parte devido à resistência dos povos nativos. Povos célticos, como os Lusitanos liderados por Viriato, suposto pastor nos Montes Hermínios (serra da Estrela), conseguiram conter a expansão romana durante anos. Perito em tácticas de guerrilha, Viriato travou uma guerra incansável contra os invasores, derrotando sucessivamente vários generais romanos, até ser morto à traição em 139 a.C.. A conquista total da Península Ibérica ocorreu dois séculos após a chegada, quando os Romanos venceram as guerras cantábricas, no tempo do imperador Augusto (19 a.C.). Em 74 Vespasiano concedeu o "direito latino" (equiparação aos municípios da Itália) a grande parte dos municípios da Lusitânia. Em 212 a Constituição Antonina atribuiu a cidadania romana a todos os súbditos (livres) do Império e, no fim do século, o imperador Diocleciano fundou a Galécia, que integrava o norte do actual Portugal, a Galiza e as Astúrias, últimos territórios conquistados.

A economia da Hispânia teve uma enorme expansão. Além da mineração, os Romanos desenvolveram a agricultura naquelas que eram algumas das melhores terras agrícolas do Império. No actual Alentejo cultivaram vinha e cereais, e no litoral desenvolveram a indústria pesqueira para fabricação de garum no litoral algarvio, em Lisboa, na Póvoa de Varzim, em Matosinhos e em Troia que exportavam pelas rotas comerciais romanas para todo o império. As transações comerciais eram facilitadas pela cunhagem de moeda e pela construção de uma extensa rede viária, aquedutos e pontes, como a de Trajano em Águas Flávias (actual Chaves). Os romanos fundaram numerosas cidades como: Olisipo (Lisboa), Bracara Augusta (Braga), Emínio (Coimbra), Pax Júlia (Beja) e deixaram um importante legado cultural naquilo que é hoje Portugal: o Latim vulgar tornou-se o idioma dominante da região, base da língua portuguesa.

A partir do século III o cristianismo difundiu-se em toda a Hispânia.

Na segunda metade do século IV, no norte de Portugal e na Galiza, surgiu um movimento religioso de tendência ascética. Tinha por mentor Prisciliano. A este movimento chama-se priscilianismo. Bispos de outras dioceses moveram-se contra o movimento, considerado herético.

No ano de 385, Prisciliano é julgado e condenado à morte. O movimento continuou a existir por alguns séculos e foi sempre condenado pela igreja.

INVASÕES BÁRBARAS

Em 409, com o declínio do Império Romano, a Península Ibérica foi ocupada por povos de origem germânica, a que os romanos chamavam bárbaros. Em 411, num contrato de federação com o imperador Honório, vários destes povos instalaram-se na Hispânia: suevos e vândalos asdingos na Galécia, alanos, de origem persa, na Lusitânia e Cartaginense. Destes povos, suevos e visigodos foram os que tiveram uma presença mais duradoura no território correspondente a Portugal. Como em toda a Europa ocidental, as cidades sofreram uma acentuada decadência, e tanto na vida urbana como na economia verificou-se uma ruralização.

Os suevos fundaram o reino suevo com capital em Braga, chegando a dominar até Emínio (Coimbra). Com as invasões desapareceram as instituições romanas, mas manteve-se de pé a organização eclesiástica, que os suevos adoptaram ainda no século V, seguidos pelos visigodos, e que foi um importante instrumento de estabilidade. Apesar de inicialmente adeptos do arianismo e do priscilianismo, adoptaram o catolicismo das populações locais hispano-romanas no ano 449, evangelizados por influência de S. Martinho de Braga. A governação sueva baseou-se nas paróquias, descritas no Parochiale suevorum de c.569.  e o reino suevo tornou-se o primeiro reino cristão da Europa, sendo também o primeiro a cunhar moeda própria.

Em 415 os visigodos, inicialmente instalados na Gália, avançaram para sul como aliados do Império Romano para expulsar alanos e vândalos, e fundaram um reino com capital em Toledo. A partir de 470 cresceram os conflitos entre o reino suevo e o vizinho reino visigodo. Em 585 o rei visigodo Leovigildo conquistou Braga e anexou a Galécia. A partir daqui toda a Península Ibérica ficou unificada sob o reino visigodo (excepto algumas zonas do litoral sul e levantino, controladas pelo Império Bizantino e a norte pelos vascões). A estabilidade interna do reino foi sempre difícil, pois os visigodos eram uma minoria e professavam o arianismo, enquanto a população local era católica. A sua estratégia inicial foi manter-se como minoria dirigente estritamente separada da maioria autóctone. No entanto a consolidação dos seus reinos deu-se precisamente devido à integração com a população local, adoptando a língua latina, adaptando a lei romana e convertendo-se com Recaredo I ao catolicismo, mas em 710 uma crise dinástica entre partidários dos reis Rodrigo e Ágila II levou à invasão muçulmana que resultou no colapso do reino.

OCUPAÇÃO ÁRABE

Em 711, um exército omíada de berberes e árabes recém convertidos ao islão liderados por Tárique, desembarcou em Gibraltar após conquistar o norte de África. Aproveitando-se das lutas internas que dividiam os visigodos ou chamados como aliados da facção de Ágila II, venceram a batalha de Guadalete contra as forças do rei visigodo Rodrigo. Rapidamente avançaram até Saragoça, beneficiando do povoamento disperso para conquistar quase toda a Península. Ao território ocupado como província do Califado Omíada chamavam Alandalus. Ao oeste da Península, correspondente a Portugal, chamavam o Algarbe Alandalus ou simplesmente Al-Garb (o ocidente).

As populações locais puderam permanecer nas suas terras mediante pagamento. Os seus hábitos, cristãos e judeus foram tolerados. Apesar de arabizados, os moçárabes mantiveram um contínuo de dialetos românicos — a língua moçárabe — e rituais cristãos. Os novos ocupantes desenvolveram a agricultura, melhorando os sistemas de rega romanos, introduzindo a cultura de arroz e de citrinos, alperces e pêssegos. As novas técnicas de regadio permitiram a existência da pequena propriedade, como as hortas.

Na língua portuguesa ficaram algumas palavras de origem árabe, ligadas à agricultura: azeite, azeitona, açafrão, cenoura; nos sistemas de rega: albufeira, chafariz, nora; no comércio ficaram: armazém, calibre, quintal.

Em 756, Abderramão I, resistindo ao domínio abássida, fundou no Alandalus um emirado independente que se tornou o florescente califado de Córdova. A sua economia assentava no comércio, na agricultura e na indústria artesanal muito desenvolvidos. A cunhagem de moeda foi fundamental e uma das mais importantes à época. A capital, Córdova, foi durante o século X uma das maiores cidades do mundo e um centro financeiro, cultural, artístico e comercial com bibliotecas, universidade, uma escola de medicina e de tradutores de grego e hebraico para o árabe.

Em 1009 um golpe de estado iniciou um período de guerra civil no Alandalus, a fitna, que conduziu à fragmentação do califado em reinos rivais, as taifas. O território a sul do Douro foi dividido entre as taifas de Badajoz, de Sevilha e de Silves. Livres de um poder central, cidades como Alcácer do sal e Lisboa e Silves desenvolveram-se com base no comércio. A partir de 1090 os almorávidas, que predicavam o cumprimento ortodoxo do Islão, foram chamados por Almutâmide, o rei poeta da taifa de Sevilha, para auxiliar na defesa face ao avanço de Afonso VI de Leão e Castela e reunificaram o Alandalus por algum tempo até que este se desintegrou de novo, originando novas taifas. Entre 1144-1151 existiram três taifas no que é hoje Portugal: a Taifa de Mértola, a Taifa de Silves e a Taifa de Tavira, depois integradas no Califado Almóada vindos de Marrocos, descontentes com o insucesso em revigorar os estados muçulmanos e suster a reconquista cristã. A ocupação árabe da Península durou quase oito séculos, (do VIII ao XV), durante os quais, partindo das Astúrias, a única região que resistiu à invasão árabe, desenvolveu-se um movimento de reconquista da Península.


REFORMAS RELIGIOSAS
Cruz Lusitana

Cruz de Lorena modelo lusitano

Uma mudança decisivo para a história de Portugal foi a Reforma religiosa, que ajudou (ainda mais que na realidade convencional) a nação para atingir o nível de Estado Moderno.

P.S. DECIDI COLOCAR TUDO EM ESPAÇO SEPARADO, PARA NÃO CONFUNDIR A LINHA DO TEMPO E DEMORAR MAIS TEMPO

Tudo começa com Henrique de Borgonha Conde Portucalense, que antes do título condal faz e ntrar em cena um jovem menino prodígio de nome de nascimento Abdulá. Ele era órfão de mãe desde o nascimento, mas um jovem prodígio, e percebendo isto seu pai decidiu lhe ajudar a iniciar cedo os estudos na teologia muçulmana,sendo que por ser visto como um milagre,até se afastou do pai para complementar seus estudos e avançar no seu conhecimento. Aos sete anos retornou para visitar o pai,mas os cristãos conquistam a cidade e ele perde o pai. Assim Henrique de Borgonha sente pena do menino, trazido por um soldado com pena, e após descobrir que perdera seu pai e mãe decidiu adotá-lo como seu filho.

Ele aceita ser batizado para se tornar oficialmente seu filho, assumindo o nome de Sanctus de Borgonha, porém não foi forçado a se converter por compreensão do pai adotivo. Ele então passou a estudar, numa educação cristã e associada ao clero. Assim ele estudou fervorosamente, vendo nisso uma honra ao seu pai morto e vingança para refutar o cristianismo, mas logo acabou se convertendo ao catolicismo aos dez nos.Ele logo aos vinte e quatro anos retorna para o Condado Portucalense, conhecendo Latim, Árabe, Frances, Filosofia, Teologia Católica,Teologia Maometana e começou a estudar o idioma galego-português.

Sanctus de Borgonha assumiu o cargo de Arcebispo Primaz do Condado Portucalense, sendo um arcebispo bem presente em discursos populares e que vivia junto ao povo, além de escrever a Tese da Cruzada Intelectual, a O destino final, e o A sociedade.

Seus pontos exóticos da teologia eram a predestinação absoluta, assim os eleitos que seriam salvos, e a Igreja seria o modo de se conecta com o divino, os sacramentos serviam para ajudar a perseverar, e as boas obras (bons feitos, virtude e penitencias) serviam de fogo purificador na Terra.

Além disso o purgatório seria a entrada (e parte mais baixa) do céu e teria as chamas que purificavam as almas. Já o inferno teria na parte mais profunda o Lago de Fogo,e um fogo, não purificador, mas condenatório, que afundava mais ainda as almas no pecado e condenação.

Além disso defendia uma Sociedade Teocêntrica, e Direitos Humanos Básicos,e Condicionados (por classe); e defendia que os cristãos deviam ter uma boa saúde, e praticava uma boa alimentação como penitencia.

Desse modo suas ideias nos discursos e teses se popularizavam, além dele defender piedade com os mouros (que lhe deu o apoio deles), e uma purificação para os católicos serem dignos de conquistar Al-Andalus dos mouros.

Ele porém além de suas teses, acabou fazendo reformas na Igreja localmente, instituindo o Dízimo e Primícias para a população pagar com caridade para a caridade e a paróquia. Além de ter permitido as Auto Penitencias como ação de devoção sem poder de perdoar pecados, se baseando em que se podia morrer a qualquer momento, se baseando em jejuns, raspar a cabeça, realizar atos carismáticos (tendo apos encenar a história de Naamã,, tendo pessoas humildes que reencenavam essa peça como ato devocional), entoar salmos como auxiliar as rezas, e outros meios.

E por fim como atos finais permitiu o casamento de padres e que assumisse bispos casados para aumentar a população cristã, e permitiu o uso do idioma popular como auxiliar ao latim, junto com suas ações de favorecer a educação e tomar as terras da igreja e dos clerigos burocraticamente istas como desnecessárias pela Bula-Lei das Terras Clericais(cujas terras foram vendidas).

Suas medidas lhe renderam popularidade, mas ele foi excomungado e depois assassinado aos trinta anos, e assim o Conde o deu um tempo de luto, mas morreu logo depois, e acabou no Discurso Final de Henrique de Borgonha, tratando sobre o filho adotivo e fazendo o povo adorar ainda mais sua imagem, pois poupou o assassino e o exilou somente, sem castigos; fazendo lembrar a imagem do filho; e tratou que a anulação da excomunhão e o papa entender seu posiconamento demoraria mais por estar agora nas mãos do Estado.

Logo ocorre a Idependencia do Reino de Portugal, que se fixa bastante na Imagem de Sanctus, e traz clérigos ortodoxos e inclusive meretrizes exiladas (a força ou voluntariamente) pela Igreja Ortodoxa,sendo postas para se casarem com padres ou mouros(para que se convertessem por influencia). Logo porém ao ver que além disso Sanctus foi tratado como um mártire do catolicismo pelo Patriarca de Constantinopla,o Papa teme isto e uma aliança com os mouros e gregos,e aceita acordos para criar uma Uniata. Assim é criado o Patriarca de Lisboa e o Rito Lusitano, na Igreja Católica Ortodoxa Apostólica Romano Lusitana.

Desse modo o Rei Dom Afonso Henriques porém justificou o caso de Sanctus pois sua mãe arquivou os acordos de seu pai,e não os levou a cabo, sendo seu direito como seu sucessor continuar os acordos com o Papa. Além de começar a seguir o Rito Naamita (um ato devocional de se banhar como parte da auto penitencia) e imitar o ato devocional pessoal do irmão de rezar perante um altar pessoal onde estava um santo e 3 tochas representando a Trindade, imitado pelo povo. Com o povo tendo se apegado tanto com Sanctus por seu carisma, dinamismo e enaltecimento do sentimento cruzadista, que não se importou muito com as medidas afonsinas.

Nisso é criado o Acto Religioso, que era um tipo de constituição que garantia as leis que tinham a ver com fé popular.

Nesse Acto Religioso (versão afonsina) o Padroado e Beneplácito foram dados, a Religião Católica era oficial, Os livros de Sanctus forma oficializados, a Proibição da escravidão e outros. Porém os Dissidentes Religiosos, que tinham de ter uma Permissão Anual de Culto, Os seus homens não podiam se casar , com católicas, eles eram cidadãos portugueses sob certas restrições, o Clero Judeu e o Clero Mouro foram unificados sob certo controle estatal, deviam ser adotados nomes aportuguesados, os templos e locais de culto deviam ter um Alvará Anual pago para funcionar, e foi estabelecida a Lei das Vestimentas (cristãos= roupas segundo a classe social \ dissidentes gerais= deviam usar sandálias ou andar descalços\ judeus= roupas cristãs, kipá e talit a mostra \ mouros= rupas cristãs, cáfia ou tubante \ mouras= roupas cristãs, véu muçulmano adaptado que cobrisse cabelo, ombro, queixo e cobrisse completamente os seios \ judias= véu adaptado que cubra cabelo, queixo, ombros e pescoço).

Desse modo a Igreja e seus clérigos tem poucas terras, controlada pela burocracia, e Portugal após Dom Sancho II morrer (aqui por doença), a historia se segue relativamente normal.

FORMAÇÃO DO REINO DE PORTUGAL

INÍCIO DA UNIFICAÇÃO

Desde 718, refugiando-se da súbita invasão muçulmana da Península Ibérica, um grupo de cristãos visigodos resistiu acantonado a norte, na região montanhosa das Astúrias. Aí, liderados por Pelágio, fundaram o Reino das Astúrias e iniciaram a reconquista de territórios. Este processo gradual originou o nascimento de pequenos reinos, que iam sendo alargados à medida que as conquistas eram bem sucedidas. Assim nasceram o Reino de Leão, de Navarra, de Aragão, de Castela e da Galiza.

Em 1096, o rei Afonso VI entregou o governo do Condado Portucalense, formado em 868 entre os rios Minho e Douro, a Henrique de Borgonha pelo casamento com a sua filha Teresa de Leão. Depois da morte de D.Henrique, D.Teresa tentou alargar os seus domínios e obter a autonomia aliada à alta nobreza galega contra a sua meia-irmã Urraca de Leão e Castela. Mas em 1121 teve de recuar e negociar um tratado, mantendo-se o condado um vassalo do reino de Leão.

Teresa exercera a regência durante a menoridade do seu filho, Afonso Henriques. Mas em 1122 os interesses de ambos chocaram, quando este se opôs a uma união galego-portuguesa. A posição de favoritismo de D.Teresa em relação aos nobres galegos e a indiferença para com os fidalgos e eclesiásticos portucalenses originou a revolta que este liderou. D. Afonso Henriques armou-se cavaleiro e passou a viver em Coimbra. Em 1128 venceu a batalha de São Mamede contra as forças de sua mãe e Fernão Peres de Trava. Assumiu então o governo do condado e concentrou esforços em negociações junto da Santa Sé para alcançar a autonomia. Simultaneamente procurou alargar os seus domínios, conquistando território aos muçulmanos, enquanto lutava contra as forças de seu primo Afonso VII de Leão e Castela.

Em 1139, depois de uma importante vitória contra um contingente mouro na batalha de Ourique, D. Afonso Henriques passa a intitular-se rei dos portugueses em 1140 com o apoio dos seus seguidores. Nascia assim o Reino de Portugal, com capital em Coimbra e iniciava-se a primeira dinastia. A independência portuguesa foi reconhecida por Leão e Castela em 1143 pelo tratado de Zamora e outorgada por bula pontifícia Manifestis Probatum de 1179. Em 1147, com o apoio de cruzados norte europeus, Afonso I de Portugal conquistou Lisboa. Com a pacificação interna, prosseguiu as conquistas aos mouros, empurrando as fronteiras para sul, desde Leiria ao Alentejo.

Considera-se que foi em 1211, reinado de D. Afonso II de Portugal, a primeira vez que foram reunidas cortes em Coimbra com representantes do clero e nobreza. Foram publicadas importantes leis para proteger os bens da Coroa, garantir as liberdades e proibir os abusos dos funcionários régios.



CONSOLIDAÇÃO E EXPANSÃO

Crise de 1383–1385 e dinastia de Avis

Desde 1369, no início do seu reinado, D. Fernando travou a guerra fernandina contra forças castelhanas, ao reclamar-se herdeiro do trono de Castela Fez várias reformas e conseguiu um crescimento na prosperidade. Contudo, pouco antes de morrer, viu a sua impopular mulher Leonor Teles de Menezes negociar o casamento da filha Beatriz de Portugal com João I de Castela, planeando entregar-lhe o trono de Portugal.

Após a morte de D. Fernando I, sem herdeiros masculinos, a regência de Leonor Teles lançou o reino num período de guerra civil e anarquia, com uma parte significativa da população revoltada face à possibilidade da perda de independência. Durante a crise de 1383-1385, a rainha partilhava o governo com o nobre galego João Fernandes Andeiro. A facção pela independência que se lhe opunha era liderada pelo meio-irmão de D. Fernando, D. João, Mestre de Avis. Em dezembro de 1383, D. João liderou uma revolta contra a rainha ao matar o Andeiro. Após a morte do conde, o povo de Lisboa aclamou-o Regedor e Defensor do Reino. De imediato as forças de João I de Castela entraram em Portugal e cercaram Lisboa. Em abril de 1384, Nuno Álvares Pereira, nomeado fronteiro do Alentejo, vence uma força castelhana em número superior à sua, na batalha dos Atoleiros.


Paralelamente em 1385, os castelhanos avançaram para tomar o trono de Portugal. Convocaram-se então as cortes de Coimbra de 1385. Aí, um grupo de nobres como Nuno Álvares Pereira (São Nuno de Santa Maria) e burgueses como Álvaro Pais, opôs-se ao Partido Legitimista leal a D. Leonor. Procurando garantir a independência do reino, nomearam então como rei de Portugal D. João, Mestre de Avis, filho ilegítimo de Pedro I. Assim terminava a dinastia de Borgonha e iniciava-se uma segunda dinastia portuguesa, a dinastia de Avis.

Com aliados ingleses, D. João I liderou uma vitória determinante na batalha de Aljubarrota, que aniquilou definitivamente o exército castelhano e assegurou a independência do reino. Os exércitos portugueses foram comandados por Nuno Álvares Pereira, nomeado Condestável do Reino. Meses depois, o Condestável invadiu Castela e infligiu nova derrota na Batalha de Valverde. O casamento de D. João I com D. Filipa de Lencastre, princesa inglesa filha de João de Gante, e a assinatura do Tratado de Windsor (1386) selaram a Aliança Luso-Britânica.

Os filhos do novo rei com sua esposa são chamados de ínclita geração.

A nova dinastia marcou um período de grande mudança na sociedade, substituindo a antiga aristocracia por uma nova que iria ser responsável por uma nova era na história de Portugal.


Descobrimentos e formação do império português (Pré Avis Médici)

Em 1415, as forças de D. João I conquistaram a cidade de Ceuta, no norte de África, movidas pelo espírito de continuação da reconquista e pelo interesse comercial. Foi o início do expansionismo português.

À medida que os muçulmanos retaliavam e desviavam as rotas comerciais, decidiu-se investir na exploração por mar ao longo da costa africana. Para dirigir a exploração foi nomeado o Infante D. Henrique. A partir de 1419, com o incentivo do infante, navegadores experientes e os mais avançados desenvolvimentos náuticos e cartográficos da época, exploraram a costa ocidental de África sistematicamente, cada vez mais para sul. Em 1418/19 chegaram ao arquipélago da Madeira e em 1427 aos Açores onde estabeleceram capitanias que prosperaram da agricultura e de uma florescente indústria de açúcar.

Gil Eanes transpôs o difícil Cabo Bojador em 1434. Após aperfeiçoar a caravela em meados do século, em 1479 passaram o Equador. Em 1471 no Golfo da Guiné foi estabelecida a feitoria de São Jorge da Mina para apoiar um florescente comércio de ouro de aluvião. Partindo da Mina Diogo Cão fez o primeiro contacto com o Reino do Congo. Intensificam então a busca de um caminho marítimo para as "Índias", alternativo ao Mediterrâneo dominado pelas repúblicas marítimas italianas, pelos otomanos, pelos mouros e por piratas no lucrativo comércio de especiarias. Após sucessivas viagens exploratórias, em 1488 Bartolomeu Dias dobrou o Cabo da Boa Esperança, entrando pela primeira vez no Oceano Índico a partir do Atlântico.


Entrada dos Avis Médici

Grão Príncipe Giuliano de Médici

Grão-Principe Giuliano de Médici

Grã Princesa Santa Joana Princesa de Portugal

Grã Princesa Santa Joana de Portugal

Uma pessoa que gerou impacto na história portuguesa foi Giuliano de Médici. Aqui ele sofre uma tentativa de assassinato um pouco mais cedo e diferente, e consegue sobreviver com dificuldades e ferido. Assim ele com medo acaba decidindo se mudar para Portugal que estava crescendo e iniciando as Grandes Navegações. Sua amante teve um pesadelo, não identificado, e se recusa a acompanha-lo e permanece com seu marido e cria seu filho, que recebe do tio uma pensão para sobreviver.

Ele chega, e como um Médici é bem recebido, e cria o Banco Giuliano, que em seu plano era afiliado e sócio do Banco Médici, porém era um banco independente. Depois ele se torna amigo pessoal do rei, e com: Seus investimentos; a nomeação do banco como oficial do rei (e das côrtes por consequência); as ações para modernização portuguesa; e os projetos de criar um Escola Humanista em Compostela, tendo lhe dado certo prestigio e cargo de representante de sua família.

A sua amizade com o Rei Dom Afonso V de Portugal diante deste caso decidisse lhe dar um presente pelos investimentos em Portugal e o potencial que ele viu de investimentos, oferecendo a filha como esposa. Assim o tornando seu genro em seus planos, com sua filha a pedido de seu pai, aceitando conhecer o pretendente e escolher aceitar ou rejeitar. Logo ela conhece Giuliano e o fato dele ser de boa aparência e se esforçar para ser sedutor e atraente, além de ver que seu pai achava interessante uma aliança com os Médici, fez com que ela conseguisse um acordo com o pai.

No acordo de casamento em 1579 ele jurou e assinou um documento perante a lei, a Igreja e sua esposa onde não cometeria adultério e sua esposa teria total direito de comunhão total de bens, com direito de possível anulação de casamento e futura permissão de segundo casamento, e nesse caso Joana receberia o Dote e parte dos Bens Pós-Casamento.

Assim ela garante um laço entre os Médici e Avis, e o banco tem o novo nome de Banco de Giuliano e Joana de Avis Médici (só chamado a partir de agora BGBAM). Já Giuliano ficou interessado em entrar na família real, ser um possível herdeiro e reforçar a aliança entre familias, e assim fortalecer o BGBAM.

Em seu casamento, os historiadores e tradição crêem que cada um por seu motivo (Giuliano temendo castigo divino pelo extenso juramento e perdas economicas e de prestígio e influência) se manteve fiel ao outro cônjuge, além de Giuliano—temendo que sua mulher tinha o direito de pedir divóricio— nunca ter praticado violência doméstica com a esposa. Com isso embora a relação começou de forma fria e a partir de interesses políticos e econômicos, eles se acostumaram com o outro e desenvolveram uma relação saudável de marido e mulher.

Pós Avis-Médici

A chegada de Cristóvão Colombo à América em 1492 precipitou uma negociação entre D. João II e os Reis Católicos de Castela e Aragão. Como resultado foi assinado em 1494 o Tratado de Tordesilhas, dividindo o mundo em duas áreas de exploração demarcadas por um meridiano situado entre as ilhas de Cabo Verde (a 370 léguas a oeste deste arquipélago) e as recém descobertas Caraíbas: cabiam a Portugal as terras "descobertas e por descobrir" situadas a leste deste meridiano, e à Espanha as terras a oeste dessa linha. Em 1498, Vasco da Gama chegou à Índia, estabelecendo o primeiro contacto direto da Europa com a Ásia e inaugurando a importante rota do cabo.


PRIMEIRO PERIODO DA COLONIZAÇÃO (1498-1521)

DESCOBERTA DO BRASIL POR DUARTE PACHECO PEREIRA (1498)

Em 1498 D. Manuel I teria encarregado de uma expedição secreta, organizada com o objectivo de reconhecer as zonas situadas para além da linha de demarcação de Tordesilhas, expedição que, partindo do Arquipélago de Cabo Verde, se acredita que teria culminado com o descobrimento do Brasil, em algum ponto da costa entre o Maranhão e o Pará, entre os meses de Novembro e Dezembro deste mesmo ano. Dali, teria acompanhado a costa Norte, alcançando a foz do rio Amazonas e a ilha do Marajó. Então a tripulação acabou sendo persuadida a lembrar do mito de Hy Brazil, e lhe deram esse nome às terras descobertas e dedicadas ao monarca português. Ele voltou à Portugal, e o rei ficou conehecendo a descoberta, além do nome que eles lhe conferiram, que foi mantido pelo rei de Portugal.


CRIAÇÃO DO GRÃO-PRINCIPADO DO ESTADO DO HY-BRAZIL E ESTABELECEMENTO


Bandeira estabelecida em 1505 como oficial

Bandeira estabelecida em 1505 como oficial

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