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Império da Renória
Kuyzerium Renörhia
Αυτοκρατορία της Ρενορίας
仁诺帝国
Lema: 
Renória
CapitalAuscorina
Línguas oficiais Renoriano
Grego
Chinês
Português
Línguas minoritárias Alemão
Romanche
cantonês
Grupos étnicos (2022) Por raça:

Brancos
Amarelos
Mestiços

Por etnia:
Renorianos étnicos
Gregos
Chineses
Portugueses
Religião Majoritária:
98,2% Igreja Católica (religião de Estado)

Minoritária:
1% Igreja Ortodoxa
0,4% Budismo
0,3% Confuncionismo
0,1% outros
Gentílico Renoriano
Governo Monarquia orgânica
Estabelecimento
 -  Criação da Renória  
 -  Adesão ao Império Carolíngio  
 -  Secessão do Sacro Império Romano  
Área
 -  Total 356,294 km2 
138 sq mi 
População
 -   (censo) 118.535.331 
PIB (PPP) 2022 (estimativa)
 -  Total US$ 3,535 trilhões (7.º)
 -  Per capita US$ 55.687 
PIB (nominal) 2022 (estimativa)
 -  Total US$ 1,735 trilhões (13.º)
 -  Per capita US$ 27.331 


O Império da Renória (renoriano: Kuyzerium Renörhia; grego: Αυτοκρατορία της Ρενορίας; chinês: 仁诺帝国), ou simplesmente Renória, é a segunda nação mais antiga da Europa, com atualmente 1.645 anos, atrás apenas da Grécia, situada na Europa Central.

Etimologia[]

Alarico Reno, ao liderar a independência e rebelião da Récia e da Nórica, antigas regiões que eram províncias do Império Romano, cunhou o termo Raenorium (Renória) para se referir às regiões unificadamente partindo do prefixo Rae-, de Raetia (Récia), e do sufixo -norium, uma contração de Noricum (Nórica).

História[]

Antiguidade Clássica[]

A Renória tem origem às províncias da Récia e da Nórica no Império Romano. Inicialmente eram territórios ocupados por tribos celtas e germânicas de maneira descentralizada e não-unificada como uma nação, reino ou império, mas ao longo de campanhas militares romanas essas regiões foram incorporadas ao Império Romano gradualmente. As campanhas militares em relação a essas regiões foram iniciadas pelo imperador Augusto por volta do ano 15, durante o século I a.C. Acordos e tratados de paz foram estabelecidos para definir o domínio romano até a consolidação romana causada pelo imperador Tibério e o general Druso no ano 16 d.C. A divisão e nomeação dessas regiões ocorreu no governo de Cláudio entre os anos de 41 a 54 d.C. A Récia e a Nórica foram divididas em até Nórica Superior, Nórica Inferior, Récia Superior e Récia Inferior.

A "Renória romana", isto é, a Récia, Nórica e partes costeiras da Panônia Superior, foi importante para a exploração de recursos minerais, pecuária e disponibilidade de terras férteis para a agricultura e rotas comerciais do Império Romano, através do Rio Danúbio. A região também foi estratégica para fins militares, especialmente porque estava ao norte do Império Romano, sendo as fronteiras com as tribos bárbaras.

Antiguidade Tardia[]

A secessão e independência da Renória surgiu no século II gradualmente até seu ápice no século IV d.C. por uma série de motivos, como a ineficiência e corrupção do governo, instabilidade política, invasões bárbaras, corrupção da cultura romana pelos bárbaros, fim da expansão romana, crises econômicas e dentre outros.

O destaque de liderança dessa campanha foi Alarico Reno, um general romano de etnia germânica da nobreza patrícia da Récia e da Nórica. Alarico foi educado pela nobreza romana como cristão. Na segunda década de sua vida atuou como um ativista cristão depois de ter tornado-se completamente devoto ao cristianismo após seus estudos sobre política, religião e Roma. Com esses estudos, principalmente sobre política que já tinham longa data, Alarico abriu sua mente sobre a situação política de Roma e percebeu que ela estava em decadência e numa corrupção cultural e que o estopim disso iria fragmentá-la nas mãos dos bárbaros, colocando novamente em risco de existência o cristianismo pela sua experiência social e cultural com os germânicos e celtas, e assim, passou a defender a Récia e a Nórica, lugar de origem de sua mãe, como um núcleo e bastião dos resquícios da verdadeira cultura romana e do cristianismo. Através dessa visão, na segunda década de sua vida, realizou muitas campanhas de conversão cristãs direcionadas à elite militar e membros da nobreza em geral de origem bárbara, às tribos bárbaras invasoras e às camadas mais necessitadas e carentes da plebe romana regionais. Muitas das campanhas religiosas envolvendo as elites tanto estrangeiras como regionais foram até mesmo militares, envolvendo duelos e combates justos pela conversão de parte desses povos ao cristianismo.

Aos 38 anos, Alarico, com muitas alianças travou uma revolta contra as forças e governo romanos, conhecida como Rebelião Alarica, que começou na Récia e seguiu para a Nórica em seguida, em questão de 15 dias. Com a sua diplomacia, Alarico conquistou apoio de tribos bárbaras cujas invasões tiveram significativa importância na rebelião para distrair o governo romano. Muitos cidadãos e escravos que se voluntariaram foram armados e treinados por Alarico para a rebelião também. Com o descontentamento civil em relação à Roma, não só pela instabilidade política mas também até por uma questão regionalista porque ambas as regiões eram subordinadas à Diocese da Panônia, e os recursos financeiros e humanos das elites apoiadoras, Alarico dominou as duas regiões com facilidade. Por conta dos problemas socioculturais, políticos e econômicos de Roma, Alarico também cooptou muitos soldados romanos, garantindo-lhes cidadania. Isso tudo levou à independência das regiões e a eficiente capacidade de inibir a resistência romana numa questão cerca de 6 meses e também incentivou a independência das demais regiões do Império Romano.

O governo de Alarico tratou-se de realizar uma facilitação na distribuição de terras para desconcentrar a população dos centros urbanos uma vez que havia apaziguado as tensões com os bárbaros. Dentro dessa distribuição de terras, escravos e tribos bárbaras receberam títulos de terra, e os líderes das tribos bárbaras receberam também concessões de nobreza. Outras espécies de reformas de descentralismo foi na segurança e defesa. Os donos de terra e os governantes das províncias deveriam providenciar a própria segurança de seus respectivos locais. O armamento convencional foi liberalizado para civis e foi proibido o imposto sobre ele.

Idade Média[]

Adesão ao Sacro Império Romano[]

Carlos Magno, que era rei dos francos e estava expandindo seu império, com a sua liderança e catolicidade, consegue convencer o imperador Nicolau, O Ambicioso, a associar-se ao seu Império Carolíngio, oferecendo sua filha Rotrude após o rompimento com a aliança com o Reino Lombardo e oferecendo também uma invasão coletiva na costa do Império Bizantino para obter acesso ao Mar Mediterrâneo. A partir desse momento, a Renória deixa de ser um império e passa a ser um reino acoplado ao Império Carolíngio, subordinado ao imperador dos romanos, Carlos Magno. As forças reno-carolíngias incorporaram as porções ocidentais que equivaliam à antiga Panônia romana no Império Bizantino em 19 de setembro de 794.

Com a morte de Carlos, o Gordo, o Império Carolíngio passou por uma desintegração, se dividindo em entes cada vez mais semelhantes a reinos como a Renória. A Renória e dentre diversos outros territórios mantêm a lealdade ao catolicismo e papado. Em 962, com a coroação de Otão I, depois da instabilidade política existente na desintegração do Império Carolíngio, o Sacro Império Romano é fundado, dando início a uma nova era para a Europa, e inclusive à Renória que permanece sob o Império que é herança de Carlos Magno por mais alguns séculos.

Conquista de Constantinopla[]

Ao fim da Idade Média, o Império Otomano se expandia para a Europa e ameaçava não só a Europa e a cristandade, mas principalmente a integridade do Império Bizantino. O rei Nicolau II

Secessão do Sacro Império Romano[]

Compra do Sacramento[]

Conquista de Macau[]

Política[]

O Império da Renória é uma monarquia orgânica descentralizada em vários reinos menores, respectivamente nos reinos Gália, Récia do Norte, Récia do Sul, Nórica do Norte, Nórica do Sul, Germânia, Panônia, no Principado da Trácia e nos municípios Macau e Sacramento (estes três últimos territórios ultramarinos). Esses territórios menores possuem grande autonomia, mas a diplomacia é uma função exclusiva do governo imperial. O imperador é basicamente o chefe de Estado e assume a função de comandante-em-chefe das forças armadas apenas em caso de guerra, quando também ele centraliza as forças armadas, uma vez que, em tempos de paz, todos os territórios menores gozam de descentralismo na defesa.

Cultura[]

A cultura da Renória tem raízes celtas, romanas, germânicas, viquingues, ilíricas e helenísticas e é uma cultura ocidental e europeia. Os renorianos são considerados a nação mais conservadora e religiosa do Ocidente. Aproximadamente, 97,7% da população (116 milhões) são religiosos, dos quais 98,2% (114 milhões) são católicos apostólicos romanos. O catolicismo é um elemento intrínseco da cultura renoriana, sendo não só a religião esmagadoramente majoritária, como também a religião de Estado de todo o Império dessa sociedade. Têm a sociedade mais patriarcal do Ocidente também, as mulheres renorianas em sua maioria trabalham dentro de casa, e o casamento entre pessoas do mesmo sexo é proibido. Na verdade, o casamento (renoriano: matrizels; grego: μάτριζελς) não é regulado pelo Estado, sendo uma função exclusiva das igrejas, porém, a Constituição Imperial abertamente proíbe o casamento entre pessoas do mesmo sexo em todo o território; apesar disso, o Estado regula o ēvagamos (grego: αίβαγάμος), uma união jurídica matrimonial equivalente ao casamento feita para pessoas do mesmo sexo e pelo Estado em vez das igrejas. É o único país do mundo onde o casamento, a união matrimonial entre o homem e a mulher, é uma união indissolúvel, ou seja, onde o divórcio é proibido, entretanto, o divórcio é permitido no caso do ēvagamos, por não se tratar de uma cerimônia cristã e religiosa e sim de uma cerimônia estatal. Os monarcas também são proibidos de ocuparem o trono sendo de uma outra religião que não o catolicismo apostólico romano, e o celibato bispado também é proibido por lei imperial.

Demografia[]

O Império da Renória tem uma população de 118.535.331 habitantes que está fortemente concentrada na Renória Metropolitana (108.735.586 habitantes), situada na Europa Central, em oposição aos territórios ultramarinos renorianos nos Balcãs (Principado da Trácia, com 7.851.883 habitantes), na América do Sul (Município de Sacramento, 104.924 habitantes) e no Sudeste Asiático (Município de Macau, 1.176.476 habitantes).

A composição étnica da Renória é predominantemente formada por renorianos étnicos. As principais minorias étnicas são os gregos, portugueses, chineses, hispano-portugueses e sino-portugueses. Todos os que nascem dentro do Império da Renória possuem a nacionalidade renoriana.

Economia[]

O Império da Renória é uma economia de mercado laissez-faire altamente desenvolvida. É um paraíso fiscal com leis de sigilo bancário e a economia mais aberta do mundo, a única que ainda obriga a utilização do padrão-ouro e que não monopolizou a emissão monetária em banco(s) público(s). É o país com a maior quantidade de ouro estocada, com aproximadamente pouco mais de 8.500 toneladas.

Historicamente, a Renória é um país que não gosta de participar de organizações econômicas e de cooperação entre países e não se adaptou a esse modelo diplomático moderno pelo fato de essas organizações exigirem interferências em assuntos internos dos estados-membros, não participando de nenhuma organização internacional ou bloco econômico, porém, estabelece laços com muitos países, tanto ocidentais quanto orientais. Os principais parceiros comerciais da Renória são, em ordem decrescente, a Rússia, Polônia, Suíça, República Nordestina e Singapura.

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