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Em 1968, um conjunto de empresas hoteleiras negociam com o príncipe de Sealand, Roy Bates, e ganham o direito de transformar sua micronação num grande hotel.

HistóriaEditar

InícioEditar

A ilha-plataforma fica sob reformas por um ano e expande seu território em dois quilômetros. É ocupada por hotéis, cassinos, restaurantes, salas de cinema e coffee shops. Graças a essas liberações, a ilha metálica recebe milhares de turistas.

No ano de 1971, o governo sealandês cria o projeto "Adotem Sealand Como sua Nação", que traz milhares de pessoas ao pequeno estado, se estabelecendo em barcos e trabalhando em negócios locais.

Em 1975, a ilha já tem trinta mil habitantes e 8 km². Boa parte desses moradores trabalham para rádios piratas ou para empresas hoteleiras. A lei da proibição do consumo de drogas fabricadas no estrangeiro é criada para melhorar suas relações no resto do mundo. Sua grande demanda por energia força a nação a gerar energia por meio dos ventos e pelo sol.

Guerra da Confirmação da IndependênciaEditar

Tudo parece uma maravilha em 1982 quando Sealand já abriga 100 mil pessoas e recebe mais de dois milhões por ano, mas seu esplendor assusta o Reino Unido, que pretende anexar a mina de ouro que deixou escapar. Necessitando de forças armadas, o governo compra navios e armas da Argentina, que os oferece por um preço baixíssimo e contrata mercenários americanos.

Durante a Guerra das Malvinas, o Reino Unido aproveita a mobilização e ataca Sealand com uma pequena tropa para não ferir os turistas, mas tudo dá errado e morrem centenas de turistas. Ainda por cima, não conseguem ganhar, sendo derrotados pelas tropas sealandesas.

Com o protesto pela chacina aos civis e turistas, milhares de pacifistas embarcam em pequenos navios e barcos para a ilha ajudar os refugiados e impedir o cerco britânico. Depois de dez dias de cerco Margaret Thatcher ordena que suas tropas abandonem Sealand pagando uma grande indenização em trocas de soldados ingleses capturados.

ReconstruçãoEditar

A guerra chega ao fim e vários voluntários contribuem para a reconstrução da ilha com dinheiro ou com sua própria presença. No ano de 1983 a ilha nem parece mais ter sido atacada pelos britânicos. Apenas um local permanece igual desde a guerra: os restos de um prédio habitado por ingleses destruído pelo bombardeio dos barcos britânicos. Sua foto seria colocada em cartazes e camisas de pacifistas, que fez com que, no ano passado, Margaret Thatcher perdesse as eleições pela fama de genocida.

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